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Saiba como evitar o golpe da maquininha, cuja incidência cresceu 160% neste ano

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Veja como evitar cair no golpe da maquininha
Pedro Knoth

Veja como evitar cair no golpe da maquininha

Durante a pandemia causada pelo coronavírus, as compras pela internet e aplicativos de entrega se expandiram. Consequentemente, as fraudes com a máquina de pagamento também aumentaram.  

As reclamações desse tipo de golpe tiveram um crescimento de 160% em comparação a 2020, de acordo com dados do Procon-SP. Até o meio deste ano foram registradas 341 queixas contra iFood, Rappi e Uber Eats contra 144 do mesmo período do ano passado, e os prejuízos chegam a até R$ 700 mil.

Esse tipo de fraude ocorre quando o entregador entra em contato com o cliente com algum pretexto para iniciar uma comunicação fora do aplicativo. Uma segunda pessoa começa a se passar por representante do estabelecimento e fala sobre a necessidade da cobrança de uma taxa extra.

Quando o entregador cobra essa taxa, ocorre um problema na tela da máquina de cartão, o que não permite que o valor seja consultado. A quantia é exibida à parte, em um celular. O pagamento é feito e os golpistas desaparecem.

Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP (Departamento Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor), deu orientações sobre quais atitudes devem ser tomadas nesses casos:

“Com a pandemia esses golpes aumentaram muito. Quem for vítima da cobrança de um valor incorreto, deve procurar o Procon-SP. Nós iremos apurar a responsabilidade da empresa e levar o caso à polícia. As companhias de delivery devem responder pelos problemas e ressarcir o consumidor”, afirmou. 

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Saiba dicas para evitar cair nesse golpe 

– Recusar o pagamento se a máquina estiver com o visor quebrado ou não permitir a leitura do valor cobrado;

– Não passar seus dados por telefone;

– Desconfiar caso o entregador informe que é necessário pagar algum valor extra;

 Em caso de dúvida ou ocorrência diferente, deve entrar em contato com o local onde pediu a comida;

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– Evitar pagar fisicamente. Caso haja fraude na cobrança feita no aplicativo, a empresa torna-se responsável.

– Se tiver problemas pode registrar sua reclamação no Procon-SP, no site  www.procon.sp.gov.br   ou aplicativo. 

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Arábia Saudita retoma importações de carne bovina do Brasil

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Arábia Saudita acaba com embargo às importações de carne bovina brasileira
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Arábia Saudita acaba com embargo às importações de carne bovina brasileira

O governo da Arábia Saudita decidiu acabar com o embargo às importações de carne bovina brasileira na última quinta-feira (16). A informação foi divulgada pelo Saudi Food and Drug Authority (SFDA), a agência do governo saudita que regula alimentos e medicamentos no país, e confirmada pelo Ministério da Agricultura.

A Arábia Saudita havia suspendido as compras de carne bovina de cinco frigoríficos brasileiros após a notificação de casos atípicos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como a doença da vaca louca.

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“A liberação das exportações ocorreu 10 dias após a Arábia Saudita ter anunciado a suspensão das compras de cinco plantas frigoríficas de Minas Gerais, no último dia 6 de setembro. A motivação estava relacionada à ocorrência de um caso da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) no estado”, informou o Ministério da Agricultura em nota.

No último dia 4, a pasta havia confirmado a ocorrência da doença em dois animais de frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e de Belo Horizonte (MG). Tratavam-se de caso atípicos – quando a causa é uma mutação em um único animal, e não por meio da contaminação entre dois ou mais bovinos. Ainda assim, o governo brasileiro decidiu suspender, temporariamente, as exportações de carne bovina para a China, em respeito a um protocolo de segurança firmado entre os dois países.

Dois dias depois da confirmação dos casos, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) manteve o status do Brasil de país com “risco insignificante” para a vaca louca. Para o órgão, os animais foram atingidos de forma independente e isolada. 

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