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Saúde comprou máscaras superfaturadas em R$ 77 milhões com importador de relógio

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Ministério da Saúde pagou mais caro em máscaras KN95
Fernanda Capelli

Ministério da Saúde pagou mais caro em máscaras KN95

O Ministério da Saúde pagou mais caro em máscaras KN95. No total, foram R$ 77 milhões a mais pelo equipamento de proteção para os médicos da linha de frente do combate à Covid- 19. Segundo Thiago Herdy, do UOL, a compra de 40 milhões de máscaras ocorreu em abril do ano passado, por meio de um atravessador , Freddy Rabbat.

Rabbat é conhecido por importar relógios de luxo , e negociou a compra do produto com o governo federal. A compra saiu por 66 milhões de dólares, se fosse aplicado o valor mais baixo, seria de 51,2 milhões de dólares.

Nesse contrato, a 336 Distribuidora mediou com uma empresa de Hong Kong para o governo pagar R$ 8,85 por unidade do equipamento. No entanto, ao importar o mesmo produto para um grupo privado, elas custaram US$ 1,28 cada, ou R$ 6,71, de acordo com documentos obtidos pela reportagem.

O dono da 336 é Freddy Rabbat, que em nota respondeu ao UOL: “[a máscara] está abaixo da média de mercado na época da aquisição, momento em que havia um crescimento sem precedentes da demanda mundial pelo produto e o Brasil corria o risco de não conseguir insumos para enfrentar a pandemia de covid-19”. 

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A diferença de preço para um grupo e para o governo não foi abordada pelo advogados do empresário. O nome do cliente foi preservado por “cláusulas de confidencialidade”. 





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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões
Sophia Bernardes

Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões


Esgotada em apenas meia hora, a oferta de 30 milhões de criptoativos Brazilian Football Team (BFT), lançados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no último dia 27, gerou uma arrecadação de 15 milhões de euros — cerca de R$ 90 milhões — para a entidade esportiva. A pré-venda ocorreu por meio da plataforma de negociação de criptomoedas Bitci.

Mais de 13 mil pessoas compraram a moeda digital da CBF ao preço de 0,50 euros cada. Há ainda mais 70 milhões de tokens para serem vendidos, em negociação pública prevista para ocorrer no dia 25 de agosto.

Os criptoativos também são chamados de fan tokens. Eles permitem que os torcedores tenham acesso a experiências e recompensas exclusivas, como participar de sorteios e eventos esportivos.

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“Tokens de torcedor, que vêm se tornando populares na indústria do esporte, são expressos como ativos que fornecem a oportunidade de aumentar o contato digital e presencial entre equipes e fãs, que passam a ter voz em certas decisões e se beneficiar de vantagens e mais proximidade com marcas e atletas. Os tokens de torcedor a serem desenvolvidos pela Bitci Technology para aumentarão a interação dos torcedores com a Seleção Brasileira e, paralelamente, proporcionarão uma oportunidade de amplificação da receita comercial”, explicou a CBF por meio de nota.

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No blockchain da Bitci também são negociados tokens de times como o Real Betis (Espanha), Rangers (Escócia), seleção do Uruguai, seleção da Espanha, MotoGP e a McLaren, da Fórmula 1.

O acordo da CBF com a empresa turca inclui as Seleções Brasileiras de Futebol Masculino e Feminino, além das Seleções Sub-20, Sub-17 e Sub-15. Durante a vigência do contrato, a Bitci Technology será a única parceira de negócios da blockchain da Seleção Brasileira de Futebol.

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