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Silas Malafaia vira sócio de empresário acusado de pirâmide com criptomoedas

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Pasto e empresário Silas Malafaia
Reprodução: iG Minas Gerais

Pasto e empresário Silas Malafaia

O pastor  e empresário Silas Malafaia está começando um novo negócio em sociedade com Francis Silva, um gestor acusado de operar um esquema de pirâmide com criptomoedas . A associação busca incorporar a “Central Gospel” (editora de livros do pastor), à AlvoX Negócios, companhia criada para que um sócio investisse na implementação de softwares e recursos tecnológicos, segundo informou Guilherme Amado, do Metrópoles. 

A Central Gospel está em recuperação judicial e a sociedade seria uma forma de angariar recursos para pagar os credores

O sócio, apesar de adotar o nome Francis, se chama Francisley Valdevino da Silva é fundador da Intergalaxy, empresa acusada por 20 investidores de praticar pirâmide financeira por meio de outra empresa, a Forcount. O esquema se basearia na venda de criptomoedas falsas e sem valor, segundo relatos.

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No site da editora de Malafaia já consta a nova empresa como opção de investimento “mantendo o valor cristão”. O catálogo de produtos mistura livros, produtos relacionados à igreja e outros “seculares”.

“Além dos materiais da Central Gospel, vão ser vendidos perfumes, camisetas, Ômega 3… Por ser uma editora, a Central Gospel não permite a venda desses produtos, por isso criamos essa empresa. O catálogo vai ser gigante e não só de produtos evangélicos”, explicou ao jornalista.

Malafaia afirmou que, se for encontrada qualquer irregularidade na conduta de Francis, ele deixa a sociedade. “Se tiver algum problema na empresa desse cara, eu tiro amanhã. Nem sabia como está essa engrenagem, deixo com o meu advogado. Não tenho rabo preso com ninguém”.

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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