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Silva e Luna defende preços da Petrobras: “Não tem espaço para aventura”

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“Temos uma rigorosa governança: não tem espaço para aventura na empresa  Fonte: Agência Câmara de Notícias
Osni Alves

“Temos uma rigorosa governança: não tem espaço para aventura na empresa Fonte: Agência Câmara de Notícias

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, afirmou que a estatal é uma empresa forte e atenta às demandas e necessidade da sociedade brasileira. Segundo ele, o sistema de governança corporativa da empresa garante transparência e a melhoria dos investimentos. Luna participa neste momento de  comissão geral no Plenário da Câmara dos Deputados para debater a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à empresa.

“Temos uma rigorosa governança: não tem espaço para aventura na empresa. A Petrobras triplicou a entrega de gás para operação das termoelétricas nos últimos 12 meses e contribui para este momento de crise energética”, afirmou.

“A Petrobras Pagou R$ 533 bilhões de tributos e R$ 20 bilhões de dividendos, o que caracteriza a melhor maneira que a Petrobras contribui para o Brasil. Faz investimentos selecionados e tem uma forte governança para evitar qualquer desvio. A empresa soma com foco naquilo que ela faz de melhor. Só uma empresa forte pode fazer isso”, afirmou.

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Silva e Luna destacou que, em relação ao preço da gasolina, uma parte desse valor é para cobrir os custos de produção, investimentos e juros da dívida, e outra parte corresponde ao pagamento de impostos.

“Qualquer termo dessa equação que é modificada, gera uma volatilidade no preço dos combustíveis”, disse. Já em relação ao preço do gás de cozinha, Joaquim Silva e Luna explicou que sobre eles só incide impostos estaduais, pois os impostos federais foram zerados.

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Bolsonaro diz que Boris Johnson quer acordo “emergencial” para venda de alimento

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Boris Johnson e Bolsonaro em Nova Iorque
O Antagonista

Boris Johnson e Bolsonaro em Nova Iorque

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (23) que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, pediu um acordo “emergencial” para evitar o desabastecimento. O Reino Unido enfrenta uma onda de escassez alimentícia por conta do Brexit, a saída do bloco da União Europeia, e da crise provocada pela pandemia.

Sem especificar o gênero alimentício, os jornais britânicos especulam que se trate de peru, para evitar a falta do alimento no Natal. Os dois se encontraram em Nova Iorque para a Assembleia-geral das Nações Unidas.

 “Essa batata passei para a (ministra da Agricultura) Tereza Cristina”, disse o chefe do Planalto na tradicional live de quinta. 


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