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Sindicato promete greve se Senado votar privatização da Eletrobras

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Eletrobras: MP da privatização será votada na próxima terça (15), diz o relator
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Eletrobras: MP da privatização será votada na próxima terça (15), diz o relator


Se o Senado pautar a votação da privatização da Eletrobras , os mais de 12 mil trabalhadores da empresa entrarão em greve geral por 72 horas. Esta é a promessa do sindicato dos funcionários da estatal da eletricidade , que não prevê impacto na geração de energia no país, mas poderia atrapalhar atividades de manutenção e elevar riscos para o sistema.

A paralisação é contra os planos do governo Jair Bolsonaro (sem partido) de desestatizar a companhia. A medida provisória (MP) que viabiliza a operação foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 20 de maio e agora precisa ser votada pelos senadores até 22 de junho para não perder a validade.


“Nós já deliberamos em assembleia, em todas as bases, por uma greve de 72 horas… caso o Congresso, o Senado Federal, coloque em pauta a MP 1031 na próxima semana”, afirmou o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro e Região (Sintergia-RJ), Emanuel Mendes Torres, à Reuters.

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O relator da MP sobre a privatização no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO), disse que o tema deve ir para discussão e votação na próxima semana.

“Se botar (na pauta do Senado) na terça, a gente declara a greve, porque já foi deliberada”, disse Torres.

“A princípio, uma greve dessas não afeta o sistema. Mas a gente sabe que, num sistema tão complexo e gigantesco como a Eletrobras… basicamente, quando você não troca o turno e não deixa o pessoal sair para fazer manutenção, é sempre um risco para o sistema”, disse.

O sindicalista também promete uma manifestação em frente à sede da estatal, no Rio de Janeiro, para a próxima sexta-feira (18), quando se comemoram os 59 anos de criação da companhia.

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A Eletrobras é responsável por cerca de um terço da capacidade de geração de energia no Brasil e metade das instalações de transmissão.

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TST vê abuso em demissão pelo WhatsApp; entenda

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Empresa deverá pagar três salários para a vítima
Lorena Amaro

Empresa deverá pagar três salários para a vítima

A Sexta Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) considerou abusiva uma mensagem de demissão enviada pelo WhatsApp . A funcionária recebeu a notificação com “Bom dia. Você está demitida. Devolva as chaves e o cartão da​ minha casa. Receberá contato em breve para assinar documentos”, e decidiu mover uma ação na Justiça.

O tribunal manteve a condenação por danos morais. Com isso, ela recebeu uma indenização de três salários, fixados em R$ 2.400 em 2018.

Segundo a matéria da Folha de São Paulo , o juizado viu “falta de consideração, cordialidade e educação” por parte da empresa.

Durante o home office, esse tipo de demissão se tornou comum, mas a Justiça espera um certo nível de formalidade na mensagem.

Segundo a minuta da decisão da juíza que avaliou o caso na primeira instância, Lenita Corbanezi, da 2ª Vara do Trabalho de Campinas (SP)a empresa pode emitir, quando quiser, “a sumária dispensa via WhatsApp”, mas “denota, no mínimo, falta de respeito à dignidade humana, não se justificando nem mesmo em nome dos avanços tecnológicos e de meios de comunicação virtuais”.

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Já na decisão da Sexta Turma, a ilegalidade não está no uso do aplicativo, nem definiram se o conteúdo das mensagens foi ofensivo. Para eles, faltaram informações sobre a comunicação entre patrão e empregada.

“No entanto, para que se pudesse concluir nesta corte superior se foi ofensivo ou não o conteúdo da mensagem da dispensa precisaríamos saber do contexto da mensagem, e não apenas do texto da mensagem. O contexto é que dá sentido ao texto”, afirmou a relatora.

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