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Trabalhador é esmagado por tubo de 2,5 toneladas e família receberá R$ 1,2 mi

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O navio prestava serviços para a Companhia Brasileira de Offshores
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O navio prestava serviços para a Companhia Brasileira de Offshores


A 3ª Turma Tribunal Superior do Trabalho ( TST ) manteve, por unanimidade, a indenização por danos morais de R$ 1,2 milhão para a família de trabalhador de 32 anos morto após sofrer um acidente de trabalho .

O homem era contratado da empresa Transocean Brasil LTDA e  morreu enquanto trabalhava no navio NS – 20 Deepwater”, da Petrobras . Ele foi atingido por um tubo manilha-cerâmica de cerca de 2,5 toneladas que estava sendo transportado pelo rebocador “Maricá”, da Companhia Brasileira de Offshore.


A empresa recorreu da decisão das instâncias anteriores alegando que a indenização de mais de R$ 200 mil afronta os artigos 5o, X, V, da Constituição Federal e 944 do Código Civil.

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O relator do processo na Corte, o ministro Alexandre Agra Belmonte, afirmou que a decisão respeita os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade.

“Não se infere, portanto, a necessidade de intervenção excepcional desta 3ª Turma na tarifação do quantum indenizatório. Ilesos os preceitos indicados”, disse.

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Reforma administrativa traz risco real de aumento da corrupção, diz especialista

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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)
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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)

A professora de administração pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Alketa Peci, foi a entrevistada do  Brasil Econômico ao Vivo de quinta-feira (10). Ela disse haver risco real de mais  indicações de cargos após o fim da estabilidade dos servidores federais, como projetado pela reforma administrativa , o que pode aumentar a corrupção .

“O Brasil é um país paradoxal . Se por um lado, conseguimos consolidar um governo forte, profissional, com estabilidade, por outro lado, temos uma boa proporção de cargos politicamente indicados”.

Segundo ela, os países onde a administração pública performa melhor no âmbito econômico, e tem menores níveis de corrupção, são aqueles que a burocracia independe da política.

“O órgão independente funciona como peso e contrapeso ao poder político. Acaba pressionando os políticos a não abusarem, já que se baseiam em processos de escolha meritocráticos, e possuem corpo técnico qualificado.”

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Como exemplo, ela citou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

“Muito foi acusado pela mídia que a Anvisa havia sido capturada pelo governo Bolsonaro, ao indicar os cargos do Conselho diretor. Na prática, isso não aconteceu. A agência continua técnica, profissional, e a população confia, independente da vacina ser chinesa, indiana, ou que vira jacaré”, salientou a especialista.

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