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United Airlines promete viagem entre EUA e Japão em 6 horas; conheça

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United Airlines anuncia compra de 15 aeronaves supersônicas
Gabriel Araújo

United Airlines anuncia compra de 15 aeronaves supersônicas

A americana United Airlines fechou uma encomenda de jatos ultrarrápidos da Boom Supersonic , podendo trazer de volta as viagens supersônicas para passageiros, interrompidas após a aposentadoria do Concorde, em 2003.

Pelo acordo, a companhia aérea vai adquirir 15 aviões Overture , com opção de compra de outros 35, assim que o modelo da start-up cumprir as exigências de segurança, operacionais e de sustentabilidade da United.

Pelo preço de US$ 200 milhões por avião , o acordo é avaliado em US$ 3 bilhões pelo preço de balcão, e a Boom não trabalha com descontos, disse Black Scholl, diretor-executivo e fundador da empresa, segundo a Bloomberg News.

O anúncio feito na quinta-feira ocorre menos de duas semanas depois que os planos da Aerion de produzir um jato executivo supersônico fracassaram, devido à falta de financiamento para a produção.

Esses aviões se tornaram alvo de crítica de ambientalistas por queimarem mais combustível por passageiro do que seus equivalentes subsônicos.

A United, que se comprometeu em reduzir suas emissões de gases de efeito estufa por completo até 2050, disse que o avião seria ajustado para usar combustível para aviação 100% sustentável já a partir do início das operações, que estão previstas para 2029.

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Atualmente, os motores de aviões comerciais estão autorizados a voar com 50% de combustível alternativo, completando o restante com querosene de aviação, mas o volume disponível está muito abaixo desse nível.

O Overture da Boom, um avião supersônico com capacidade para 65 a 88 passageiros e que terá bilhetes inicialmente com tarifas de classe executiva, poderiam reduzir o tempo de voo de viagens transatlânticas pela metade, para cerca de três horas e meia.

Para a United, esse seria o tempo de uma viagem entre Londres e Newark, em Nova Jersey, colado a Nova York. A ligação entre Tóquio e São Francisco poderia ser feita em apenas seis horas.

“Ele tem um valor tremendo para uma grande parte de nossos clientes corporativos de ponta”, disse Mike Leskinen, vice-presidente de desenvolvimento corporativo da United. “Estamos focando firmemente em Nova York-Londres para o serviço inaugural e avaliaremos as outras oportunidades.”

A era dos voos comerciais supersônicos chegou ao fim em 2003, quando o franco-britânico Concorde, então usado pela Air France e pela British Airways, foi aposentado depois de 27 anos de atividades.

Pelo forte ruído que emitia, o Concorde foi proibido de voar em rotas que passavam sobre trechos terrestres, tendo sofrido um golpe ainda mais duro após um acidente fatal ocorrido em Paris em 2000, além do revés na indústria de aviação causado pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

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A volta dos jatos supersônicos, porém, ainda enfrenta barreiras de reguladores como a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês), que precisa aprovar a operação de voos sobre áreas terrestres, havendo ainda pressão de grupos como de aeroportos que demandam que esses aviões façam o mesmo nível de barulho que os subsônicos de igual porte.

A Boom, que tem sede nos arredores de Denver, no estado americano do Colorado, ainda tem uma longa estrada pela frente. Até aqui, a empresa já levantou mais de US$ 250 milhões, mas os custos de desenvolvimento e para realizar o primeiro voo do Overture estão previstos em até US$ 8 bilhões, conta Scholl.

A United não revelou detalhes financeiros da operação, embora um porta-voz da companhia tenha afirmado que o acordo está feito e já foi realizado um depósito.

Um porta-voz da Boom informou que a encomenda está de acordo com os termos de um acordo comercial.

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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