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Com olímpicos, Brasil participa de torneio de Canoagem na Europa

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A partir de sexta-feira (11), a seleção brasileira, integrada por sete atletas, inicia a disputa da etapa de Praga, na República Tcheca, da Copa do Mundo de Canoagem Slalom. Os principais nomes do Brasil são Ana Sátila e Pedro Gonçalves. A dupla está classificada para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Além dos brasileiros, mais de 200 atletas de 34 países estarão no evento até domingo (13). Esta será uma das últimas competições importantes antes da Olimpíada.

Ana Sátila, que treina desde abril na Europa, assim como Pedro Gonçalves, sente-se no seu melhor momento. “Estou muito feliz com a minha preparação e o nosso árduo trabalho rumo a Tóquio. Posso dizer que nunca me senti tão bem em toda a minha carreira e saber que estamos no caminho certo é muito gratificante”, disse a atleta que disputará as provas do K1 e C1, além do Canoagem Slalom Extremo.

Pedro Gonçalves também acredita que essa prova será um bom desafio para avaliar o nível dos adversários. “Eu sempre sonhei estar onde estou hoje e todos os dias procuro com felicidade e foco honrar os meus sonhos do passado”, comentou.

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As finais do K1 e do C1 nos dois naipes serão transmitidas pelo Canal Olímpico do Brasil http://https://www.canalolimpicodobrasil.com.br/. As transmissões acontecem no sábado (12) a partir das 07h00 da manhã e no domingo (13) a partir das 06h33.
 
Atletas na Europa:

K1 e C1 Feminino + Canoagem Slalom Extremo
Ana Sátila
Omira Estácia
 
K1 e Canoagem Slalom Extremo
Pedro Gonçalves
Guilherme Rodrigues
Mathieu Desnos
 
C1 Masculino
Felipe Borges
Kauã da Silva

Edição: Marcio Parente

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Olimpíada sem público é opção “menos arriscada”, dizem especialistas

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Especialistas médicos do Japão disseram nesta sexta-feira (18) que proibir espectadores na Olimpíada é a opção menos arriscada para se realizar os Jogos, apesar de parecerem resignados com a possibilidade da presença de torcedores nos locais de competição em plena pandemia de covid-19.

Há meses o governo e os organizadores da Tóquio 2020 postergam uma decisão sobre a permissão para espectadores locais – os torcedores estrangeiros já estão proibidos -, sublinhando seu desejo de salvar o evento em meio a uma oposição pública profunda.

O Japão tem evitado o tipo de surtos de coronavírus explosivos que abalaram muitos outros países, mas a distribuição de vacinas está lenta e o sistema médico está no limite em partes do país.

A insistência do governo em sediar os Jogos é criticada por hospitais e por sindicatos de médicos.

“Existe um risco de a movimentação das pessoas e as oportunidades de interagir durante a Olimpíada disseminarem infecções e pressionarem o sistema médico”, disseram os especialistas, liderados pelo principal conselheiro de saúde, Shigeru Omi, em um relatório divulgado nesta sexta-feira (18).

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Eles disseram que realizar os Jogos sem espectadores é a opção “menos arriscada” e a desejável.

Mas os especialistas de Omi já aventam a possibilidade de os locais de competição receberem até 10 mil torcedores em áreas nas quais medidas de “quase-emergência”, como horários reduzidos de funcionamento de restaurantes, foram suspensas – o que aumentou a percepção de que a Olimpíada pode muito bem acontecer com público.

A decisão final é esperada após uma reunião entre organizadores, como a Tóquio 2020 e o Comitê Olímpico Internacional (COI), e representantes dos governos nacional e de Tóquio marcada para segunda-feira (21).

A presidente da Tóquio 2020, Seiko Hashimoto, disse que, embora admita que a Olimpíada seria mais segura sem espectadores, os organizadores continuam procurando maneiras de receber torcedores com segurança nos locais de competição, assim como em outros eventos.

“Dado que outros eventos esportivos estão sendo realizados com espectadores, acho que também é trabalho da Tóquio 2020 continuar procurando maneiras de entender e diminuir os riscos de infecções na Olimpíada até termos esgotado todas as possibilidades”, disse ela em uma coletiva de imprensa após a divulgação do relatório de Omi.

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Os Jogos foram adiados no ano passado por causa da pandemia. Um cancelamento definitivo custaria caro aos organizadores, ao governo de Tóquio, a patrocinadores e seguradoras.

* Reportagem adicional de Antoni Slodkowski

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