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Contra Atlético-GO, Palmeiras busca igualar recorde com Abel Ferreira

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São seis vitórias seguidas. Se chegar a sétima, o Palmeiras iguala a série mais vencedora desde a chegada de Abel Ferreira, em novembro do ano passado. O Verdão tem a chance de atingir a marca neste domingo (18), diante do Atlético-GO, pela 12ª rodada da Série A Campeonato Brasileiro. A bola rola no estádio Antônio Accioly, em Goiânia, a partida das 16h (horário de Brasília).

O triunfo mais recente foi conquistado na última quarta-feira (14): 1 a 0 sobre a Universidad Católica (Chile), no estádio San Carlos de Apoquindo, na capital chilena Santiago, no duelo de ida pelas oitavas de final da Libertadores. A melhor sequência de Abel pelo clube, até o momento, é a de sete vitórias seguidas entre 2 e 16 de maio deste ano.

O Alviverde lidera o Brasileiro com 25 pontos e ostenta estatísticas relevantes. Além do segundo melhor ataque da competição, com 21 gols, o time paulista é o terceiro que mais criou grandes chances (25) e o que mais finalizou à meta (60) e chutou de dentro da área (91), segundo o Sofascore, site especializado em estatísticas. Individualmente, o protagonista é Gustavo Scarpa. Líder de assistências do torneio nacional (sete), o meia é também o jogador com mais participação em gols (nove) e que mais oportunidades claras criou (seis).

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O lateral Gabriel Menino, que está com a seleção olímpica, e o goleiro Jailson, suspenso, são desfalques certos no Palmeiras, que também não deve ter a dupla de atacantes Rony e Luiz Adriano, que se recuperam de lesões. Caso Abel escale força máxima no domingo, o provável Verdão terá: Weverton, Marcos Rocha, Felipe Melo (Luan), Gustavo Gómez e Matías Viña; Danilo, Zé Rafael, Gustavo Scarpa e Raphael Veiga; Breno Lopes e Deyverson. Com exceção de Weverton, a formação é a mesma que alinhou na vitória por 3 a 2 sobre o Santos, no Allianz Parque, no sábado passado (10), pela 11ª rodada.

O Atlético-GO soma 15 pontos, aparece no meio da tabela e busca a reabilitação após dois jogos sem vitórias. O Dragão vem de dois empates por 1 a 1, contra Sport e Juventude – este último no domingo passado (12), no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS). O técnico Eduardo Barroca segue sem o meia João Paulo contundido, mas pode ter novidade na frente. O atacante Ronald se recuperou de uma pubalgia (lesão na púbis) e está novamente à disposição. Com isso, o lateral Natanael deve retornar a posição de ofício, após atuar improvisado no ataque na rodada passada, e Igor Cárius voltar ao banco de reservas.

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O Rubro-Negro goiano deve alinhar contra o Palmeiras com Fernando Miguel; Dudu, Oliveira, Éder e Natanael; Marlon Freitas, Willian Maranhão e Arthur Gomes; Ronald, Lucão (Zé Roberto) e André Luís.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Inspirados por Ítalo, surfistas mirins sonham com medalha olímpica

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O brasileiro Ítalo Ferreira conquistou o primeiro ouro olímpico do surfe em Tóquio e, se a reação em sua cidade-natal servir de referência, não será o último de uma das nações mais destacadas no esporte, onde muitos se sentem em casa no meio das ondas.

Os surfistas mirins de Baía Formosa, uma pequena cidade litorânea do Rio Grande do Norte, se inspiram há tempos no novo campeão olímpico, e sua medalha só aumenta a motivação em progredir no esporte.

“Foi muito interessante notar o quanto essa medalha do Ítalo trouxe um novo fôlego para o surfe e uma nova inspiração para essas gerações que estão vindo”, disse Daniel Grubba, um agente de surfistas da One Sports Agency.

Grubba estava em Baía Formosa na semana passada em busca de jovens talentos para contratar, e um deles era Maria Clara Dornelas, uma moradora local de 12 anos.

Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe. Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe.

Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe. – Rodolfo Buhrer/Reuters/Direitos reservados

“Eu me inspirei nele (Ítalo) muitas vezes, quando estou competindo em um campeonato lembro dele e faço mais ou menos o que ele fez”, disse Maria Clara depois de vencer o Maresia Pro, uma competição nacional na qual enfrentou rivais com o dobro de sua idade. “Alegria, porque estar levando uma medalha para sua cidade deve ser incrível, e imagine medalha de ouro!”, acrescentou.

Apesar do maior destaque alcançado pelo ouro olímpico, o sucesso do surfe não é novo no Brasil.

Os três principais surfistas do ranking masculino da World Surf League são todos brasileiros e uma das cinco melhores mulheres também.

Outra surfista, a carioca Maya Gabeira, quebrou no ano passado o recorde mundial de maior onda surfada: uma parede de água de 22,4 metros de altura no litoral português.

Mas a inclusão e o sucesso na Olimpíada dão ao esporte um impulso enorme.

“É legal poder inspirar as outras pessoas, não só as crianças, mas outras pessoas que têm um outro sonho, que não vivem diretamente do esporte, mas que têm grandes sonhos, que tentam conquistar algo”, disse Ítalo nesta semana pouco depois de voltar do Japão. “Ter a minha história como inspiração e motivação, acho que isso é muito gratificante”, afirmou.

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