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Cuiabá bate a Chapecoense e conquista a primeira vitória no Brasileirão Assaí

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Fora de casa, Dourado virou sobre a Chape e triunfou por 3 a 2 na 12ª rodada da Série A

Cuiabá faturou a primeira vitória no Brasileirão Assaí 2021. Na manhã deste domingo (18), na Arena Condá, o Dourado venceu, de virada, a Chapecoense por 3 a 2 e comemorou na 12ª rodada o primeiro triunfo na Série A. Com o resultado, o Dourado subiu para a 17ª colocação, com nove pontos. Já a Chapecoense aparece em 20º, com quatro

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foto:  cuiaba/fc

O jogo

Primeiro tempo animado e com quatro gols na Arena Condá. Quem pulou na frente foi o time da casa. Na marca dos 16, Geuvânio recebeu na área, limpou a marcação e chutou por cima do goleiro João Carlos.

Só que a resposta da Chape foi rápida. No ataque seguinte, aos 18, Felipe Marques pegou sobra na área e finalizou no travessão. Mas Jenison estava ligado no rebote e completou para deixar tudo igual.

De forma alucinante, a Chapecoense virou a partida quatro minutos depois, quando Ignácio aproveitou rebote do goleiro João Carlos para colocar o Verdão de novo em vantagem.

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Entretanto, o Dourado chegaria outra vez ao empate. Já nos acréscimos da etapa inicial, aos 47, Danilo Gomes deu bom passe para João Lucas, que invadiu a área e cruzou na medida para Felipe Marques bater de primeira e empatar.

O duelo passou a ficar mais truncado na segunda etapa. A Chape assustou aos nove, com Matheus Ribeiro. Depois, aos 12, Marllon teve a chance de fazer o terceiro dos visitantes.

Buscando a vitória em casa, a Chapecoense tentou sufocar mais o Cuiabá, e até exigiu bastante do goleiro João Carlos. Mas acabou sendo o Dourado quem conseguiu marcar. Aos 42, João Lucas cruzou para cabeceio certeiro de Elton: 3 a 2.

Fonte: https://www.cbf.com.br/futebol-brasileiro/competicoes/campeonato-brasileiro-serie-a-jogos/2021-42-1-119

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Inspirados por Ítalo, surfistas mirins sonham com medalha olímpica

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O brasileiro Ítalo Ferreira conquistou o primeiro ouro olímpico do surfe em Tóquio e, se a reação em sua cidade-natal servir de referência, não será o último de uma das nações mais destacadas no esporte, onde muitos se sentem em casa no meio das ondas.

Os surfistas mirins de Baía Formosa, uma pequena cidade litorânea do Rio Grande do Norte, se inspiram há tempos no novo campeão olímpico, e sua medalha só aumenta a motivação em progredir no esporte.

“Foi muito interessante notar o quanto essa medalha do Ítalo trouxe um novo fôlego para o surfe e uma nova inspiração para essas gerações que estão vindo”, disse Daniel Grubba, um agente de surfistas da One Sports Agency.

Grubba estava em Baía Formosa na semana passada em busca de jovens talentos para contratar, e um deles era Maria Clara Dornelas, uma moradora local de 12 anos.

Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe. Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe.

Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe. – Rodolfo Buhrer/Reuters/Direitos reservados

“Eu me inspirei nele (Ítalo) muitas vezes, quando estou competindo em um campeonato lembro dele e faço mais ou menos o que ele fez”, disse Maria Clara depois de vencer o Maresia Pro, uma competição nacional na qual enfrentou rivais com o dobro de sua idade. “Alegria, porque estar levando uma medalha para sua cidade deve ser incrível, e imagine medalha de ouro!”, acrescentou.

Apesar do maior destaque alcançado pelo ouro olímpico, o sucesso do surfe não é novo no Brasil.

Os três principais surfistas do ranking masculino da World Surf League são todos brasileiros e uma das cinco melhores mulheres também.

Outra surfista, a carioca Maya Gabeira, quebrou no ano passado o recorde mundial de maior onda surfada: uma parede de água de 22,4 metros de altura no litoral português.

Mas a inclusão e o sucesso na Olimpíada dão ao esporte um impulso enorme.

“É legal poder inspirar as outras pessoas, não só as crianças, mas outras pessoas que têm um outro sonho, que não vivem diretamente do esporte, mas que têm grandes sonhos, que tentam conquistar algo”, disse Ítalo nesta semana pouco depois de voltar do Japão. “Ter a minha história como inspiração e motivação, acho que isso é muito gratificante”, afirmou.

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