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Em Belém, Cruzeiro perde para Remo

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Na noite desta terça-feira, o Cruzeiro entrou em campo pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e foi superado pelo Remo, por 1 a 0. O gol da partida, realizada no estádio Baenão, em Belém (PA), foi marcado por Victor Andrade, aos 22 minutos do primeiro tempo.

Agora, a  Raposa continua fora de Belo Horizonte, já que no próximo sábado enfrentará o Vila Nova, às 16h30, em Goiânia (GO), também pela competição nacional.

O jogo

O início da partida foi marcado pelo equilíbrio no meio-campo, sem a criação de lances agudos. Aos 12 minutos, Eduardo Brock fez ótimo lançamento para Bruno José, que passou pela marcação, entrou na área e tentou o toque, mas que foi bloqueado pela marcação.

A resposta do Remo aconteceu dois minutos depois, com Victor Andrade, que recebeu o passe na ponta esquerda e cruzou rasteiro, para boa intervenção de Fábio.

Já aos 22 minutos, Thiago Gomes foi à linha de fundo e cruzou na medida para Victor Andrade, que acertou um voleio no ângulo esquerdo, indefensável. Remo 1 x 0.

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Em busca do empate, o Cruzeiro começou a arriscar mais. Aos 30 minutos, Jean Victor acionou Matheus Barbosa, que finalizou de fora da área, mas o chute saiu à esquerda da meta paraense.

2º tempo

No começo da segunda etapa, aos 2 minutos, Bruno José fez boa jogada individual, foi na linha de fundo e passou para Rafael Sóbis, que chegou batendo de primeira, com a perna esquerda, para fora.

Já aos 6 minutos, Rômulo tentou o cruzamento, mas a bola foi direto para o gol e acertou o travessão. Logo depois, Erick Flores se livrou dos marcadores e encontrou Felipe Gedoz, que bateu cruzado, levando perigo à meta cruzeirense.

Aos 23 minutos, o Cruzeiro ficou com um atleta a menos em campo, após Matheus Barbosa levar o segundo cartão amarelo, em falta cometida sobre Felipe Gedoz.

Na reta final, a Raposa adotou uma formação mais ofensiva, mais quem chegou com perigo foi o Remo, aos 39 minutos, com Gedoz, que recebeu de Wellington Silva e chutou forte, para ótima defesa de Fábio.

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REMO 1 x 0 CRUZEIRO

Motivo: 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro

Data: 20/07/2021 (terça-feira)

Local: Baenão, em Belém (PA)

Árbitro: Daniel Nobre Bins – AB (RS)

Remo: Vinícius;Thiago Gomes, Romércio, Kevem e Igor Fernandes (Marlon); Anderson Uchôa, Lucas Siqueira, Dioguinho (Wallace) e Felipe Gedoz; Erick Flores (Arthur) e Victor Andrade (Wellington Silva).

Técnico: Felipe Conceição

Cruzeiro: Fábio; Norberto, Eduardo Brock, Rhodolfo e Jean Victor; Rômulo (Flávio), Matheus Barbosa e Marcinho (Guilherme Bissoli); Bruno José (Wellington Nem), Felipe Augusto (Dudu) e Rafael Sóbis (Thiago).

Técnico: Mozart

Gol: Victor Andrade, aos 22 min. do 1º tempo.

Cartões amarelos: Victor Andrade e Igor Fernandes (Remo); Rafael Sóbis e Matheus Barbosa (Cruzeiro)

Cartão vermelho: Matheus Barbosa (Cruzeiro)

fonte: https://www.cruzeiro.com.br/noticia/show/19063/em-belem-cruzeiro-perde-para-o-remo-por-1-a-0-em-duelo-valido-pela-13a-rodada-da-serie-b

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Tóquio: atletismo olímpico tem dia incrível com quebra de recordes

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Elaine Thompson-Herah completou a segunda dobradinha olímpica consecutiva nos 100 metros (m) e 200 m rasos; Karsten Warholm venceu os 400 m com barreiras com um novo recorde mundial, e a adolescente norte-americana Athing Mu atropelou nos 800 m, em um dia incrível nas disputas de atletismo dos Jogos de Tóquio, nesta terça-feira (3).

Somando uma vitória no último salto em distância de Malaika Mihambo, um quase recorde mundial no salto com vara para Mondo Duplantis, um terceiro ouro consecutivo no martelo para Anita Wlodarczyk e uma disputa brilhante na semifinal masculina dos 200 m, o dia foi espetacular para o atletismo olímpico na capital japonesa.

A jamaicana Thompson-Herah teve o controle total da final dos 200 m, fechando em 21s53, o segundo tempo mais rápido da história, após vencer também os 100 m, repetindo a dobradinha conquistada também no Rio de Janeiro em 2016. “É uma sensação incrível ganhar duas medalhas de ouro novamente. Tive uma semana difícil. Não dormi depois da final dos 100 metros”, disse ela a repórteres. “Honestamente, estou tão cansada, minhas pernas só precisam de um descanso. Já fiz tantas corridas nos últimos dias, mas estou muito grata.”

Tão brilhante quanto Thompson-Herah foi o que aconteceu logo atrás dela — Christine Mboma, de 18 anos, da Namíbia, produziu incríveis 30 metros finais para ganhar quatro posições e levar a prata em 21s81.

Esse foi o terceiro recorde mundial consecutivo sub-20 dos Jogos de Tóquio para a adolescente, que no mês passado foi retirada dos 400m por excesso de testosterona.

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Gabby Thomas, dos Estados Unidos, ficou com o bronze, superando a medalhista de prata dos 100m, Shelly-Ann Fraser-Pryce.

Houve uma mudança brusca nos 800 m femininos, onde as três medalhistas de 2016 foram banidas pelas mesmas regras de testosterona, deixando o caminho livre para duas jovens de 19 anos levarem o ouro e a prata.

Athing liderou desde antes do sino da última volta até obter uma vitória dominante com um recorde norte-americano de 1m55s21, e a britânica Keely Hodgkinson também bateu um recorde nacional de 1min55s88 para levar a medalha de prata.

Pista Rápida

Qualquer preocupação de que realizar algumas finais pela manhã pudesse prejudicar o nível foi dissipada por outra competição emocionante de salto em distância e uma das maiores corridas olímpicas de todos os tempos.

Um recorde mundial era amplamente esperado nos 400 m com barreiras, mas o norueguês Warholm destruiu totalmente sua própria marca de 46s70 com um tempo de 45s94 difícil de ser compreendida.

O norte-americano Rai Benjamin ficou se perguntando como ele próprio tirou meio segundo do recorde mundial, mas acabou com a medalha de prata, em uma corrida onde seis dos sete primeiros estabeleceram recordes nacionais ou continentais. O brasileiro Alison dos Santos levou a medalha de bronze.

Especialistas em todo o mundo passaram o dia festejando o desempenho, com o ex-campeão olímpico do decatlo Daley Thompson chamando de “um salto para a humanidade”.

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Outros responsabilizaram tecnologia de calçados de carbono que, segundo eles, está tornando as comparações históricas sem sentido.

Sem dúvida, contribuindo para os tempos rápidos, no entanto, está a pista de Tóquio.

“É incrível. Ao longo da corrida não parecia que estava correndo na pista”, disse Kyron McMaster, que tirou quase meio segundo de seu recorde pessoal para terminar em quarto nos 400m com barreiras.

No salto com vara, o sueco Duplantis, dono do recorde mundial, adicionou o ouro olímpico ao currículo depois de passar acima de 6,02 metros, enquanto Chris Nilsen ficou com a prata para os Estados Unidos com 5,97 m. O bronze ficou com o brasileiro Thiago Braz, campeão olímpico na Rio 2016.

O bicampeão mundial Sam Kendricks, dos Estados Unidos, não disputou a prova após contrair Covid-19.

Com o ouro garantido, Duplantis chegou duas vezes muito perto de estabelecer um novo recorde mundial de 6,19.

A alemã campeã mundial Mihambo triunfou no salto em distância, ecoando o evento masculino ao arrebatar o ouro com seu salto final de 7,00 metros para ficar à frente da norte-americana Brittney Reese.

No arremesso do martelo, a detentora do recorde mundial Wlodarczyk foi a força dominante, e seu arremesso de 78,48 metros na quarta rodada fez da polonesa a primeira mulher a vencer um evento olímpico de atletismo três vezes consecutivas.

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