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Libertadores: Atlético-MG e Boca Juniores lutam por vaga nas quartas

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Atlético-MG e Boca Juniors decidem nesta terça-feira (20), às 19h15min, no Mineirão, quem avança às quartas de final da Copa Libertadores da América. O jogo de ida terminou com o empate em 0 a 0, em Buenos Aires (Argentina). As duas equipes adotaram estratégias diferentes em seus respectivos compromissos nos campeonatos nacionais antes de se enfrentarem novamente.

O time argentino decidiu poupar todos os titulares no empate em 1 a 1 diante do Unión Santa Fé, na primeira rodada do Campeonato Argentino. Somente no decorrer da partida que o técnico Miguel Ángel Russo utilizou alguns atletas que vão começar o jogo desta terça-feira.

Por outro lado, Cuca decidiu utilizar praticamente o que tinha de melhor contra o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro, e derrotou o Timão por 2 a 1, de virada, alcançando a segunda posição. O técnico explicou o motivo.

“Se o jogador está saudável, está com predisposição para o jogo, não tem necessidade de você tirar o jogador porque ele vai cansar ou ficar em casa descansado. Não, é um campeonato importantíssimo que a gente não ganha há 50 anos. Nós temos que entrar com força máxima. Lógico que eu poupei alguns jogadores, mas os demais tinham condições de jogo e por isso nós fomos com a força máxima dentro do possível. A gente não pode abrir mão de qualquer jogo, o campeonato é muito difícil”, disse o treinador durante coletiva.

As escolhas de Cuca estão dando resultado. Mesmo com o clima favorável, o técnico não quer perder o foco.

“Eu acho que estamos fazendo tudo o que podemos. Lógico que sempre tem o que se melhorar, mas acho que o torcedor do Atlético, hoje, tem que comemorar e ficar muito feliz. A gente não, você ganhou um domingo de paz, mas a segunda-feira já tem concentração e tem o Boca pela frente. Se você tropeçar, tudo muda. Então temos que dar sequência a este momento que vivemos da melhor forma. A gente não sabe até onde vai, de que forma vai, mas a gente vai deixar tudo no campo. Esse é o nosso grande desafio”.

Para o confronto desta terça (20), Cuca deverá ter os retornos de Savarino e Nacho Fernández, poupados contra o Corinthianns. O zagueiro Igor Rabello cumpriu suspensão no último sábado e está à disposição de Cuca. Ainda no setor defensivo, Réver se recupera de uma inflamação no cotovelo esquerdo e não tem presença garantida, assim como Keno e Marrony, que voltam de lesão. Eduardo Vargas testou positivo para covid-19 e está fora da partida.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Inspirados por Ítalo, surfistas mirins sonham com medalha olímpica

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O brasileiro Ítalo Ferreira conquistou o primeiro ouro olímpico do surfe em Tóquio e, se a reação em sua cidade-natal servir de referência, não será o último de uma das nações mais destacadas no esporte, onde muitos se sentem em casa no meio das ondas.

Os surfistas mirins de Baía Formosa, uma pequena cidade litorânea do Rio Grande do Norte, se inspiram há tempos no novo campeão olímpico, e sua medalha só aumenta a motivação em progredir no esporte.

“Foi muito interessante notar o quanto essa medalha do Ítalo trouxe um novo fôlego para o surfe e uma nova inspiração para essas gerações que estão vindo”, disse Daniel Grubba, um agente de surfistas da One Sports Agency.

Grubba estava em Baía Formosa na semana passada em busca de jovens talentos para contratar, e um deles era Maria Clara Dornelas, uma moradora local de 12 anos.

Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe. Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe.

Maria Clara Dornelas, de 12 anos, já compete em torneios nacionais de surfe. – Rodolfo Buhrer/Reuters/Direitos reservados

“Eu me inspirei nele (Ítalo) muitas vezes, quando estou competindo em um campeonato lembro dele e faço mais ou menos o que ele fez”, disse Maria Clara depois de vencer o Maresia Pro, uma competição nacional na qual enfrentou rivais com o dobro de sua idade. “Alegria, porque estar levando uma medalha para sua cidade deve ser incrível, e imagine medalha de ouro!”, acrescentou.

Apesar do maior destaque alcançado pelo ouro olímpico, o sucesso do surfe não é novo no Brasil.

Os três principais surfistas do ranking masculino da World Surf League são todos brasileiros e uma das cinco melhores mulheres também.

Outra surfista, a carioca Maya Gabeira, quebrou no ano passado o recorde mundial de maior onda surfada: uma parede de água de 22,4 metros de altura no litoral português.

Mas a inclusão e o sucesso na Olimpíada dão ao esporte um impulso enorme.

“É legal poder inspirar as outras pessoas, não só as crianças, mas outras pessoas que têm um outro sonho, que não vivem diretamente do esporte, mas que têm grandes sonhos, que tentam conquistar algo”, disse Ítalo nesta semana pouco depois de voltar do Japão. “Ter a minha história como inspiração e motivação, acho que isso é muito gratificante”, afirmou.

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