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Quatro nadadores atingem marcas para Tóquio em seletiva paralímpica

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O primeiro dia da seletiva que define os representantes da natação brasileira na Paralimpíada de Tóquio (Japão) terminou com quatro atletas alcançando índice nas respectivas provas. Com as marcas desta quarta-feira (2), Phelipe Rodrigues, Talisson Glock, Susana Schnarndorf e Gabriel Cristiano aguardam o fim do evento, que acontece até sábado (5), no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, para verem seus nomes entre os 35 classificados da modalidade para os Jogos.

O primeiro foi Phelipe, da classe S10, que nadou a eliminatória dos 100 metros nado livre em 53s72. O tempo máximo era 54s44. Em seguida, na mesma prova e fase, mas pela classe S6, Talisson realizou o percurso em 1min07s55, marca também inferior ao índice (1min08s50). Ainda no período matutino, Susana (classe S4) cravou 3min05s75 na eliminatória dos 150 metros nado medley, tempo bastante folgado em relação aos 3min44s86 estabelecidos como critério. À noite, na final dos 100 metros livre da classe S8, Gabriel Cristiano anotou 1min00s43, 22 centésimos abaixo do índice da categoria, sendo o quarto nadador a garantir marca para Tóquio nesta quarta.

Na natação paralímpica, quanto menor o número das classes voltadas a atletas com deficiência físico-motora (1 e 10) ou visual (11 e 13), maior o grau de comprometimento. A classe S14 é dirigida a nadadores com deficiência intelectual.

O Brasil iniciou a seletiva com quatro atletas classificados para Tóquio: Edênia Garcia (S4), Daniel Dias (S5), Wendell Belarmino (S11) e Carol Santiago (S12), todos campeões mundiais em 2019. Apesar disso, o quarteto participa do evento como preparação. Nesta quarta-feira, Daniel e Carol caíram na água, com destaque à última, que fez 58s98 na final dos 100 metros estilo livre e estabeleceu o novo recorde das Américas, superando uma marca que ela própria havia atingido pela manhã (59s07) e ficando apenas 57 centésimos atrás do recorde mundial da russa Oxana Savchenko em 2012.

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Ruiter Silva, por sua vez, quebrou duas vezes recorde das Américas nos 100 metros estilo livre da classe S9, cravando 56s90 pela manhã e 56s64 à noite. A prova não faz parte do programa paralímpico, mas a marca do nadador será validada para composição da equipe do revezamento 4×100 metros estilo livre 34 pontos (em que a soma das classes dos quatro atletas não pode superar 34).

O evento continua nesta quinta-feira (2), a partir das 10h (horário de Brasília), com as provas dos 50 metros nado costas, 400 metros livre, 50 metros e 100 metros nado borboleta. O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) transmite as finais da seletiva no canal oficial do YouTube e na página da entidade no Facebook.

Edição: Fábio Lisboa

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Jogador da Dinamarca se recupera após síncope durante jogo da Euro 202

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O meia da seleção dinamarquesa, Christian Eriksen, está consciente no hospital, segundo autoridades do futebol, após um colapso durante o jogo do seu time contra a Finlândia, pela Eurocopa de 2020, neste sábado (12), e de ter recebido massagens cardíacas dentro do gramado do Estádio Parken, em Copenhague.

Eriksen desabou no gramado aos 42 minutos do primeiro tempo, no momento em que corria na linha lateral para receber uma cobrança de lateral. O silêncio tomou conta da arquibancada com 16 mil pessoas, enquanto seus companheiros formavam um círculo em torno de Eriksen, com os médicos trabalhando em seu peito.

Um fotógrafo da Reuters no jogo viu Eriksen levantar o braço enquanto era carregado para fora do gramado em uma maca. A Federação Dinamarquesa de Futebol informou posteriormente pelo Twitter que o jogador de 29 anos estava acordado no hospital Rigshospitalet, nas proximidades do estádio, onde era examinado.

Inicialmente suspenso, o jogo foi retomado horas depois, com vitória da Finlândia por 1 a 0.

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A partida estava com o placar zerado quando Eriksen, que defende a Internazionale, da Itália, desabou pouco antes do intervalo do jogo pelo Grupo B. Os companheiros Martin Braithwaite e Thomas Delaney correram para ajudá-lo. Delaney acenava furiosamente em busca de assistência médica.

Os dois times deixaram o gramado, com autoridades segurando lençóis para bloquear a visão da maca, e o auto-falante do estádio dizendo que a partida havia sido suspensa devido a uma emergência médica e que permanecessem em seus assentos.

A torcida no Estádio Parken cantou o hino nacional da Dinamarca e gritaram o nome de Christian Eriksen enquanto esperavam notícias sobre o jogador.

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