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Sob pressão, São Paulo decide futuro na Libertadores contra Racing

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A empolgação pelo título paulista, conquistado após jejum de quase nove anos, é passado no São Paulo. Nesta terça-feira (20), o Tricolor visita o Racing (Argentina) no estádio El Cilindro, em Avellaneda, região metropolitana da capital Buenos Aires, no duelo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores. A bola rola a partir das 21h30 (horário de Brasília). Vale a sobrevivência da equipe dirigida por Hernán Crespo na competição continental.

O empate por 1 a 1 no jogo de ida, no Morumbi, há uma semana, deixa o São Paulo em desvantagem, já que gols marcados fora de casa valem como critério de desempate. Se a partida em Avellaneda não tiver gols, o Racing se classifica. Caso o  placar de 1 a 1 se repita, a vaga será decidida nos pênaltis. Já igualdades a partir de 2 a 2 dão vaga ao Tricolor. A vitória no tempo normal serve para qualquer um dos clubes.

Os paulistas vivem má fase. No último sábado (17), a derrota por 1 a 0 para o Fortaleza, em casa, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, finalizou uma série de duas vitórias consecutivas que, por sua vez, tinha sido precedida de uma sequência de nove jogos sem triunfos no torneio nacional. No dia seguinte, o presidente Júlio Casares reforçou o apoio da diretoria a Crespo, em publicação no Twitter.

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“Os problemas ficam e se resolvem aqui. Como se resolvem? Com potencial econômico, o tempo para resolver os problemas é mais curto. Não é o caso. Devemos trabalhar dia a dia, como temos feito, sabendo que vamos sofrer, passar por situações difíceis. Vamos seguir juntos. A diretoria pagando dívidas e nós provando sermos competitivos. O título paulista é muito pequeno para a história do São Paulo, mas muito importante para o presente. A única solução é trabalhar. A história do São Paulo é muito maior que a situação de hoje. Estamos passando por uma situação muito difícil para construir um São Paulo melhor. Estou aqui para isso. Precisamos de tempo, porque não teremos dinheiro”, declarou o técnico, na entrevista coletiva do último sábado (17), após o jogo com o Fortaleza.

O zagueiro Miranda e o atacante Emiliano Rigoni se recuperaram de lesões, viajaram com a delegação são-paulina para a Argentina e podem ser as novidades na equipe. Por outro lado, os atacantes Éder e Luciano seguem contundidos e não estão à disposição, assim como o lateral Daniel Alves, que está com a seleção olímpica. O provável Tricolor na noite desta terça (20) terá: Tiago Volpi; Robert Arboleda, Miranda e Léo; Igor Vinícius, Luan, Rodrigo Nestor, Igor Gomes e Wellington; Emiliano Rigoni e Pablo.

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Do lado do Racing, o zagueiro Joaquín Novillo, infectado pelo novo coronavírus (covid-19) é o desfalque. O técnico Juan Antonio Pizzi deve repetir o time que atuou na capital paulista. A possível formação terá: Gabriel Arias; Mauricio Martínez, Leonardo Sigali e Nery Domínguez; Juan José Cáceres, Leonel Miranda, Aníbal Moreno e Eugenio Mena; Ignacio Piatti; Tomás Chancalay e Enzo Copetti.

Quem se classificar, enfrenta o ganhador entre Palmeiras e Universidad Católica (Chile), que fazem amanhã (21) o segundo confronto das oitavas, no Allianz Parque, em São Paulo. O Verdão levou a melhor na partida de ida, na semana passada, ao vencer por 1 a 0 no estádio San Carlos de Apoquindo, na capital Santiago.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Paulo André decide vaga na final olímpica dos 100 m neste domingo

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O Brasil terá um representante nas semifinais dos 100 metros (m) rasos da Olimpíada de Tóquio (Japão). Neste sábado (31), Paulo André Camilo de Oliveira fez o terceiro melhor tempo da sexta bateria das eliminatórias da prova mais nobre do atletismo, com 10s17. A melhor marca pessoal do brasileiro é 10s02. No domingo (1º), a partir das 7h15 (horário de Brasília), o paulista de 22 anos, radicado no Espírito Santo, disputa um lugar na final, que será no mesmo dia, às 21h05, novamente no Estádio Olímpico da capital japonesa.

A bateria de Paulo André foi vencida pelo sul-africano Akani Simbine, com 10s08. No geral, o brasileiro fez a 26ª melhor marca. O canadense André de Grasse, que foi bronze nos 100 m nos Jogos do Rio de Janeiro, há cinco anos, foi o mais rápido da eliminatória, com 9s91.

“Tive uma boa saída, mas uma má aceleração, eles fugiram um pouco, mas eu me tranquilizei e consegui acompanhar e atacar no final e classificar. Entrei para fazer uma prova por tempo, mas no meio dela tive de ter paciência para mudar a estratégia e consegui. Agora é trabalhar mentalmente na minha recuperação para chegar à semifinal bem”, disse o velocista, em comunicado divulgado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

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Paulo André é filho do ex-velocista Carlos José Camilo de Oliveira, que representou o Brasil em competições internacionais e perdeu a Olimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 1984, por causa de uma lesão. Carlos é também o treinador do filho, mas não foi convocado para integrar a comissão técnica da seleção brasileira – o que gerou uma reclamação pública do atleta no Instagram, na ocasião.

“Não vou negar que estou sentindo falta, mas isso não é desculpa e estou em contato com ele a todo o momento. Tem internet para a gente ficar perto”, comentou Paulo André, que leva no peito, junto com o número, o nome “Camilo”, em homenagem ao pai.

Paulo André -  Representante nos100m Paulo André -  Representante nos100m

Paulo André – Representante nos100 m – Wagner Carmo/CABt

Outros dois brasileiros disputaram vagas na semifinal dos 100 m, mas não avançaram nas eliminatórias. O catarinense Rodrigo Nascimento ficou em sexto lugar na sétima bateria, com 10s24. O paulista Felipe Bardi foi o quinto na segunda série, com 10s26.

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Também neste sábado, o gaúcho Samory Uiki e o paranaense Alexsandro Melo não conseguiram classificação à final do salto em distância. Samory saltou 7,88 metros e ficou em 16º no geral, enquanto Alexsandro atingiu 6,95 m e terminou a eliminatória em 29º. Este último, porém, compete novamente no domingo, desta vez no salto triplo, prova em que é especialista.

Edição: Marcio Parente

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