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Vasco empata com o CSA pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro

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O Vasco da Gama empatou com o CSA em 2 a 2, nesta quarta-feira (21/07) pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols vascaínos foram anotados por Marquinhos Gabriel e Daniel Amorim. Com esse resultado, o Gigante da Colina chegou aos 19 pontos e está na 8ª colocação. O próximo compromisso da equipe será diante do Guarani, no próximo sábado (24), às 21h, em São Januário.

Marquinhos Gabriel comemora o primeiro gol vascaíno diante do CSA (Foto: Alisson Frazão)

O JOGO 

O Vasco começou a partida indo para cima da marcação e buscando abrir o placar logo cedo. A primeira chegada vascaína veio aos 4 minutos, Germán Cano recebeu lançamento pela esquerda, cortou para o meio e arriscou a finalização de fora da área. A bola chegou a quicar no gramado e parou na defesa do goleiro Lucas Frigeri, que cedeu rebote. Na sobra, Gabriel Pec acabou chegando atrasado mas conseguiu tocar para o meio, onde estava Marquinhos Gabriel. O camisa 31 sem marcação abriu o placar: VASCO 1 a 0.

No decorrer da primeira primeira etapa o gramado bastante encharcado acabou trazendo algumas dificuldades para as equipes criarem jogadas. Aos 28, o atacante Gabriel recebeu um bola enfiada, invadiu a área e empatou a partida: 1 a 1. A resposta vascaína veio aos 31 minutos, Gabriel Pec avançou pela direita, cortou para o meio e arriscou a finalização de longa distância. O goleiro adversário se esticou todo e fez boa defesa.

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No início da segunda etapa, o Gigante da Colina buscou sair em velocidade ao ataque. Porém foi o CSA quem chegou ao ataque primeiro. Aos 7 minutos após cobrança de falta do meia Silas, o goleiro Vanderlei fez boa defesa e acabou cedendo o rebote. Na sobra, Ernandes completou: 2 a 1. A primeira investida vascaína no segundo tempo veio aos 27 minutos, Zeca avançou pela direita, chegou próximo a linha de fundo e cruzou para a área. A bola chegou em Daniel Amorim, que ganhou da marcação, cabeceou firme e empatou o jogo 2 a 2.

FICHA TÉCNICA

CSA 2 X 2 VASCO

Campeonato Brasileiro – 13ª rodada 

Local: Estádio Rei Pelé (AL)

Data: Quarta-feira, 21/07/2021

Horário: 21h30 (Brasília)

Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)

Assistentes: Henrique Neu Ribeiro (SC) e Thiaggo Americano Labes (SC)

Cartões Amarelos: Germán Cano, Bruno Gomes e MT (Vasco) / Silas (CSA)

Gols: Marquinhos Gabriel 4’/1T; Gabriel 28’/1T; Ernandes 7’/2T; Daniel Amorim 27’/2T

VASCO DA GAMA: Vanderlei, Riquelme (Léo Jabá), Leandro Castan, Ernando e Zeca; Bruno Gomes (Juninho), Matías, MT e Marquinhos Gabriel (Daniel Amorim); Gabriel Pec (Morato) e Germán Cano – Técnico: Alexandre Gomes

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CSA: Lucas Frigeri, Yuri, Matheus Felipe, Lucão e Ernandes; Geovane, Silas (Reinaldo), Gabriel (Ewerthon), Renato Cajá (Dudu Beberibe) e Bruno Mota; Dellatorre (Yago) – Técnico: Ney Franco]

fonte: https://vasco.com.br/vasco-empata-com-o-csa-pela-13a-rodada-do-campeonato-brasileiro/

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Tóquio: atletismo olímpico tem dia incrível com quebra de recordes

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Elaine Thompson-Herah completou a segunda dobradinha olímpica consecutiva nos 100 metros (m) e 200 m rasos; Karsten Warholm venceu os 400 m com barreiras com um novo recorde mundial, e a adolescente norte-americana Athing Mu atropelou nos 800 m, em um dia incrível nas disputas de atletismo dos Jogos de Tóquio, nesta terça-feira (3).

Somando uma vitória no último salto em distância de Malaika Mihambo, um quase recorde mundial no salto com vara para Mondo Duplantis, um terceiro ouro consecutivo no martelo para Anita Wlodarczyk e uma disputa brilhante na semifinal masculina dos 200 m, o dia foi espetacular para o atletismo olímpico na capital japonesa.

A jamaicana Thompson-Herah teve o controle total da final dos 200 m, fechando em 21s53, o segundo tempo mais rápido da história, após vencer também os 100 m, repetindo a dobradinha conquistada também no Rio de Janeiro em 2016. “É uma sensação incrível ganhar duas medalhas de ouro novamente. Tive uma semana difícil. Não dormi depois da final dos 100 metros”, disse ela a repórteres. “Honestamente, estou tão cansada, minhas pernas só precisam de um descanso. Já fiz tantas corridas nos últimos dias, mas estou muito grata.”

Tão brilhante quanto Thompson-Herah foi o que aconteceu logo atrás dela — Christine Mboma, de 18 anos, da Namíbia, produziu incríveis 30 metros finais para ganhar quatro posições e levar a prata em 21s81.

Esse foi o terceiro recorde mundial consecutivo sub-20 dos Jogos de Tóquio para a adolescente, que no mês passado foi retirada dos 400m por excesso de testosterona.

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Gabby Thomas, dos Estados Unidos, ficou com o bronze, superando a medalhista de prata dos 100m, Shelly-Ann Fraser-Pryce.

Houve uma mudança brusca nos 800 m femininos, onde as três medalhistas de 2016 foram banidas pelas mesmas regras de testosterona, deixando o caminho livre para duas jovens de 19 anos levarem o ouro e a prata.

Athing liderou desde antes do sino da última volta até obter uma vitória dominante com um recorde norte-americano de 1m55s21, e a britânica Keely Hodgkinson também bateu um recorde nacional de 1min55s88 para levar a medalha de prata.

Pista Rápida

Qualquer preocupação de que realizar algumas finais pela manhã pudesse prejudicar o nível foi dissipada por outra competição emocionante de salto em distância e uma das maiores corridas olímpicas de todos os tempos.

Um recorde mundial era amplamente esperado nos 400 m com barreiras, mas o norueguês Warholm destruiu totalmente sua própria marca de 46s70 com um tempo de 45s94 difícil de ser compreendida.

O norte-americano Rai Benjamin ficou se perguntando como ele próprio tirou meio segundo do recorde mundial, mas acabou com a medalha de prata, em uma corrida onde seis dos sete primeiros estabeleceram recordes nacionais ou continentais. O brasileiro Alison dos Santos levou a medalha de bronze.

Especialistas em todo o mundo passaram o dia festejando o desempenho, com o ex-campeão olímpico do decatlo Daley Thompson chamando de “um salto para a humanidade”.

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Outros responsabilizaram tecnologia de calçados de carbono que, segundo eles, está tornando as comparações históricas sem sentido.

Sem dúvida, contribuindo para os tempos rápidos, no entanto, está a pista de Tóquio.

“É incrível. Ao longo da corrida não parecia que estava correndo na pista”, disse Kyron McMaster, que tirou quase meio segundo de seu recorde pessoal para terminar em quarto nos 400m com barreiras.

No salto com vara, o sueco Duplantis, dono do recorde mundial, adicionou o ouro olímpico ao currículo depois de passar acima de 6,02 metros, enquanto Chris Nilsen ficou com a prata para os Estados Unidos com 5,97 m. O bronze ficou com o brasileiro Thiago Braz, campeão olímpico na Rio 2016.

O bicampeão mundial Sam Kendricks, dos Estados Unidos, não disputou a prova após contrair Covid-19.

Com o ouro garantido, Duplantis chegou duas vezes muito perto de estabelecer um novo recorde mundial de 6,19.

A alemã campeã mundial Mihambo triunfou no salto em distância, ecoando o evento masculino ao arrebatar o ouro com seu salto final de 7,00 metros para ficar à frente da norte-americana Brittney Reese.

No arremesso do martelo, a detentora do recorde mundial Wlodarczyk foi a força dominante, e seu arremesso de 78,48 metros na quarta rodada fez da polonesa a primeira mulher a vencer um evento olímpico de atletismo três vezes consecutivas.

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