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Coelho ficou 40 dias à frente da Petrobras. Foi o período mais curto?

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José Mauro Coelho

José Mauro Coelho ficou apenas 40 dias à frente da Petrobras, o que levou alguns especialistas do setor de petróleo e gás a afirmarem que foi a gestão mais curta no comando da estatal. Porém, na história da companhia, outros dois presidentes se destacaram pela brevidade em que estiveram no cargo.

Exceto o interino José Coutinho Barbosa, que assumiu a presidência da empresa em 1999 e durou apenas 16 dias, o presidente com passagem mais rápida pela estatal até a saída de José Mauro Ferreira Coelho foi Osvino Ferreira Alves, que ficou à frente da empresa por 66 dias. O marechal assumiu o cargo no dia 28 de janeiro de 1964 durante o governo João Goulart e saiu no dia 3 de abril, pouco depois do golpe militar.

No governo Bolsonaro, a presidência da Petrobras tem sido marcada pela rotatividade de dirigentes. Caio Paes de Andrade será o quarto no comando da estatal em quase quatro anos de mandato.

Na gestão Bolsonaro, o primeiro presidente foi Roberto Castello Branco, que deixou o cargo em fevereiro de 2021. Em seu lugar, entrou o general da reserva Silva e Luna, seguido por José Mauro Coelho. Agora assume Caio Paes de Andrade.

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O pano de fundo de todas essas trocas é a política de preços dos combustíveis da Petrobras, que pode tirar votos do presidente em sua tentativa de reeleição.

Olho no Araguaia/IG ECONOMIA

 

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STF vota nesta quarta (10) reajuste de salários de ministros e juízes, que pode superar R$ 46 mil

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Proposta de reajuste é de 18% e sessão será virtual

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, marcou para esta quarta-feira (10) sessão aministrativa virtual, das 8h às 15h, para votar o orçamento da Corte para 2023 e a proposta de reajuste de 18% no salário de todos os servidores e magistrados da Justiça.

Se aprovado, o reajuste valerá também para os próprios salários dos ministros do Supremo. O valor hoje é de R$ 39.293,32, podendo superar os R$ 46 mil.

Por servir como teto para os salários de todo o funcionalismo público, sempre que a remuneração dos ministros do Supremo é reajustada, tem o potencial de gerar efeito cascata, com impacto também no orçamento do Executivo e do Legislativo.

O último aumento de salário dos ministros do Supremo ocorreu em 2018, com percentual de reajuste de 16,38%. Na época, estudos da Câmara e do Senado projetaram que somente a correção automática nos vencimentos de todos os juízes teria impacto de R$ 4 bilhões. Na ocasião, o impacto foi compensado em parte com o fim do auxílio-moradia, que era pago indiscriminadamente a todos os juízes do país. Desde então, o benefício foi regulamentado e passou a ser bem mais restrito.

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Pela regra do teto constitucional de gastos, o orçamento do Judiciário para o ano que vem pode chegar aos R$ 850 milhões, 10,9% maior que os R$ 767 milhões previstos no orçamento deste ano. O percentual é o mesmo da inflação oficial registrada em 2021. A previsão é que os reajustes sejam absorvidos por esse espaço maior.

O aumento de 18% foi proposto por associações de magistrados e sindicatos de servidores, segundo o Supremo. Em comum, as entidades alegam que os salários encontram-se há mais de três anos sem reajuste, e que a proposta atual seria apenas uma recomposição da inflação, não havendo aumento real nos vencimentos.

Se for aprovado pelos ministros do Supremo, o reajuste será encaminhado ao Congresso, que deve votar a proposta, tendo a palavra final sobre o orçamento do Judiciário.

Olho no Araguaia – Semana 7

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