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FERROVIA

FICO começa a sair do papel em Mara Rosa/GO

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Foto: Reprodução - Ilustrativa

A estimativa é de que a obra esteja concluída em 5 anos

Técnicos da Vale e da Cavan continuam fazendo visitas periódicas em Mara Rosa/GO, de onde partirão os trilhos da Ferrovia de Integração Centro Oeste rumo a Água Boa/MT.

A Cavan é a empresa que fabricará dormentes para a FICO. A indústria vai se instalar nesta cidade goiana. A conexão da FICO com a Ferrovia Norte Sul será em Mara Rosa.

O secretário de administração de Mara Rosa, Lázaro Moreira Júnior, está otimista com toda a movimentação. Para ele, as obras da FICO movimentarão a economia local e regional. A Vale já reservou uma área de 6 hectares às margens da estrada que liga Mara Rosa com Alto Horizonte.

FICO

A ferrovia, projetada há mais de 10 anos, terá o projeto executado pela mineradora Vale. Serão investidos cerca de R$ 2,73 bilhões na FICO. As obras vão do estado de Goiás ao estado do Mato Grosso.

O projeto das obras terá início na cidade de Mara Rosa, Goiás, onde os trilhos se conectarão à já operacional malha ferroviária Norte-Sul. A partir daí, a Fico fará um percurso de 383 quilômetros em direção ao Mato Grosso até chegar à cidade de Água Boa.

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A mineradora Vale será a responsável pela execução das obras da ferrovia ligando Mato Grosso a Goiás. A empresa fechou contrato com o governo federal no final do ano passado e espera investir R$ 2,73 bilhões na FICO.

A estimativa é de que a obra esteja concluída em 5 anos quando o trem deverá apitar em Água Boa.

Olho no Araguaia – AGR Notícias

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GERAL

Bandeira tarifária continuará amarela em agosto

Manutenção reflete condições menos favoráveis de geração de energia

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A bandeira tarifária permanecerá amarela em agosto, informou nesta sexta-feira (31) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos nas contas de luz será mantido para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

É o quarto mês com a bandeira amarela. Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira se deve ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor, devido ao menor nível dos reservatórios, e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.

“A sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado”, esclarece a Aneel.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

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A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras.

As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

Os valores cobrados são os seguintes:

  • na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
  • na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
  • na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com a tarifa sofrendo acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos.
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