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“Sem ofensas, mas não tem nada lá gente”: População de Porto Alegre do Norte emite Nota de Repúdio após publicação de Assessora do Fórum da cidade

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A publicação que viralizou na internet, na sequência a postagem foi apagada pela usuária, que em seguida fez uma nova publicação dizendo “Apaguei o tweet polêmico pq longe de mim criar confusão gente, fiquem em paz”.

Nesta manhã de quarta-feira, pelas redes sociais da região Norte Araguaia tem ganhado espaço um assunto polêmico que envolve as cidades vizinhas de Porto Alegre do Norte e Confresa. A situação surgiu após uma moradora de Confresa que trabalha em Porto Alegre, realizar uma postagem em uma de suas redes sociais sobre a cidade vizinha.

Segundo informações apuradas pelo site Agência da Notícia, a responsável pela publicação, teria mencionado as seguintes falas “Eu vou para Porto Alegre todos os dias trabalhar há quase 3 anos e todos os dias me pergunto como alguém consegue morar naquela cidade (sem ofensas, mas não tem nada lá gente).

A mesma atua a quase 3 anos como Assessora do Comarca de Porto Alegre do Norte. Conforme apurado no Portal da Transparência, a remuneração da profissional ultrapassa o valor de R$ 8.000,00.

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A publicação que viralizou na internet, na sequência a postagem foi apagada pela usuária, que em seguida fez uma nova publicação dizendo “Apaguei o tweet polêmico pq longe de mim criar confusão gente, fiquem em paz”.

O assunto causou indignação por parte dos moradores de Porto Alegre do Norte, que emitiram a seguinte Nota de Repúdio ao Caso:

Além disso, a População de Porto Alegre do Norte exige que a Prefeitura e Câmara de Vereadores do município, emita uma Nota Oficial ao Fórum de Porto Alegre do Norte, repudiando a atitude da servidora pública.
Olho no Araguaia – Agência da Notícia

 

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Policiais federais: Insatisfeitos com governo federal, a classe realiza protestos em MT

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De acordo com o diretor regional da Associação dos Delegados da Polícia Federal em Mato Grosso, nesta terça-feira (16), Dia do Policial Federal, os policiais não têm motivos para comemoração

Delegados da Polícia Federal em Mato Grosso fazem protesto nesta terça-feira (16) por não estarem satisfeitos com o tratamento do governo federal com a PF.

“Protesto por só termos perdido direitos, por colocarem o elemento humano da polícia em segundo plano, por terem sido eleitos com a bandeira da segurança publica e terem desvalorizado quem a faz todos os dias, por não termos seguro de vida, entre outras coisas”, diz o diretor regional da Associação dos Delegados da Polícia Federal em Mato Grosso, Cristiano Nascimento dos Santos.

De acordo com o diretor, nesta terça-feira (16), Dia do Policial Federal, os policiais não têm motivos para comemoração.

“Nos últimos anos, perdemos direitos, tivemos salários reduzidos. O sentimento hoje é de indignação e insatisfação com a postura do governo federal, que não honrou as promessas que fez em sua campanha, no sentido de valorizar a PF”, diz Cristiano.

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A associação também afirma que no ano passado, no mesmo dia 16 de novembro, o então Ministro da Justiça e Segurança Pública, em nome do Presidente da República, prometeu valorização e reconhecimento do trabalho prestado pelo policial federal.

“Um ano depois, nada de concreto foi efetivado. Por isso, hoje ocorrem protestos em todas as unidades da Polícia Federal pelo país. O policial, seja delegado, escrivão, agente, perito até agentes administrativos não tem seguro de vida, não tem plano de saúde de auto gestão, apesar de ele ser obrigado por lei a colocar a sua própria vida e saúde em risco para proteger a sociedade e o patrimônio publico”, relata.

Além disso, eles cobram outras promessas, como o adicional de fronteira.

“Que é um acréscimo que permite que os os policiais sejam fixados em locais de difícil provimento. Cuiabá, assim como outras captais, não tem esse direito. Para completar, o policial federal trabalha em regime de plantão de até 30 horas, mas não tem sua remuneração pelo acionamento de plantão e sobre aviso, ou seja esse trabalho extraordinário não é remunerado financeiramente. Queremos valorização e respeito “, afirma.

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Olho no Araguaia – G1 MT

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