ÁGUA BOA

SELETIVO

Sema abre processo seletivo para contratação com salários de R$ 8,5 mil em MT

Publicado em

GERAL

Inscrições para participar do exame seguem abertas até domingo (3).

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema-MT), com vagas para profissionais de nível superior e salários de R$ 8.579,69.

O concurso conta com vagas para engenheiro florestal; engenheiro agrônomo; biólogo; geógrafo e engenheiro ambiental. As inscrições poderão ser realizada até domingo (03/04/22), no site da Selecon.

  • Engenheiro Florestal – 23 vagas
  • Engenheiro Agrônomo – 8 vagas
  • Biólogo – 8 vagas
  • Geógrafo – 8 vagas
  • Engenheiro Ambiental – 8 vagas
Ainda haverá formação de cadastro de reserva. Em todos os cargos há vaga para pessoas com deficiência (PcD).

Segundo o edital, os contratados irão promover e realizar o cadastro ambiental rural, analisar e monitorar as informações prestadas.

Cabe ao profissional também gerar informações e iniciativas que otimizem o cadastro, bem como avaliar e aprovar a regularização ambiental das propriedades e posses rurais localizados em Mato Grosso.

Segundo a Sema, os contratos serão regidos pelo Regime Administrativo Especial (Estatuto dos Servidores de MT) e serão vinculados ao Regime Geral da Previdência Social (RGPS), através do INSS, para o qual o contratado contribuirá obrigatoriamente.

Leia Também:  Operação Ráquis cumpre 19 mandados judiciais contra investigados por tráfico de drogas e crimes relacionados

Neste seletivo, a contratação será em duas etapas de avaliação.

  • Avaliação da Habilitação, de caráter eliminatório.
  • Apresentação de Títulos, de caráter eliminatório e classificatório.
Os aprovados no seletivo serão contratados por até 36 meses. A carga horária semanal é de 40h.
Olho no Araguaia –  Olhar Alerta
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Petrobras tenta evitar que Centrão escolha novos conselheiros

Publicados

em

Petrobras: Após reajuste dos combustíveis, troca da diretoria é o novo 'front'

Com a forte reação desencadeada em Brasília pelo último aumento dos preços dos combustíveis, anunciado na sexta-feira (17), parte do Conselho de Administração da Petrobras já está discutindo formas de blindar a atual diretoria na troca de comando da estatal.

Nos bastidores da empresa, parte dos conselheiros — que deram o sinal verde para a diretoria fazer reajustes na quinta-feira (16) — discute uma maneira de impedir que parlamentares do Centrão voltem a indicar diretores da estatal, como acontecia antes do escândalo de corrupção detonado pela Operação Lava-Jato, mesmo depois da renovação do conselho e da troca de Coelho por Caio Paes de Andrade, auxiliar do ministro Paulo Guedes indicado por Bolsonaro para o cargo na terceira troca de comando da estatal em seu governo.

Pelas regras de governança atuais da Petrobras, o presidente da companhia precisa do aval do conselho para trocar diretores. E hoje, segundo fontes, já há uma sinalização interna de que mudanças só serão aprovadas com justificativa plausível.

Além disso, alguns conselheiros já preparam documentos com base na Lei das Estatais para bloquear tentativas do governo de alterar regras internas da Petrobras.

Leia Também:  Casos de varíola dos macacos chegam a 76 em todo o país

Uma fonte destacou que o artigo 17 da legislação para empresas públicas, aponta que um diretor precisa ter experiência de dez anos na área de atuação da empresa e quatro anos ocupando cargo de direção ou de chefia superior em companhia de porte.

Mas há quem considere a iniciativa inócua porque a maior parte dos integrantes do conselho será trocada na assembleia de acionistas que deve ocorrer entre julho e agosto para efetivar Andrade.

Uma outra fonte avalia que a intenção do governo é trocar toda a diretoria e congelar os preços até as eleições de forma a não prejudicar a campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Possíveis nomes já chegaram a circular como o de Paulo Palaia, ex-diretor da GOL e próximo ao presidente, segundo a colunista Malu Gaspar.

Dos dez indicados pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para integrar o novo Conselho de Administração da Petrobras, dois nomes já são tidos como inelegíveis, como Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro, que hoje é secretário-executivo da Casa Civil da Presidência da República, e Ricardo Soriano de Alencar, procurador-geral da Fazenda Nacional.

Leia Também:  Polícia Civil entrega equipamentos e viaturas à delegacia de Água Boa e mais sete regionais em MT

Isso pode abrir espaço para que dois dos atuais nomes continuem, como Márcio Andrade Weber e Ruy Flaks Schneider.

Porém, uma fonte lembra que, embora seja uma missão “difícil”, haverá muitos embates e impasses para as aprovações. Uma outra pessoa ligada ao alto escalão da companhia avalia que a batalha não está exatamente nos preços, mas a composição da diretoria.

Na leitura de muitos executivos da Petrobras, há uma disputa acirrada em Brasília pelas diretorias da companhia, com os políticos vendo a possibilidade de voltar a influenciar a estatal.

Essa foi uma das interpretações do alto comando da estatal do artigo escrito pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), no jornal “Folha de S.Paulo” com ataques a Coelho e seus diretores.

Há quem não tenha entendido as críticas em relação a gastos de diretores. Para especialistas, a estatal hoje já é alvo de fiscalização de diversos órgãos como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Tribunal de Contas da União (TCU), a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e os órgãos dos EUA por ter ações no mercado americano.

Olho no Araguaia/IG ECONOMIA

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

AGUA BOA

VALE DO ARAGUAIA

MATO GROSSO

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA