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Evento apresenta ‘Testes Automatizados em Abordagem ágil’ na melhoria de soluções tecnológicas

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O MTI Tech Talk, evento promovido pela Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), apresenta ‘Testes Automatizados em Abordagem ágil’como forma de facilitar a correção de bugs e a aplicação de melhorias aos sistemas e softwares. O evento online será realizado às 15h, horário de Cuiabá (MT), do próximo dia 20 de setembro. As inscrições são gratuitas.

Esta será a 12ª edição do evento e contará com a palestra do professor Evandro César Freiberge. Ele irá apresentar os testes ágeis como uma forma de validar as funcionalidades de soluções tecnológicas através da perspectiva dos clientes, facilitando assim a correção de bugs e a aplicação de melhorias.

Evandro é formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), mestre em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e doutor em Ciências pelo programa de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), área de concentração Engenharia de Computação. Atualmente, Evandro atua como professor do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) Campus Cuiabá.

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Para participar do MTI Tech Talk, aponte a câmera do seu celular para o QR code da arte ou se inscreva pelo seguinte link: clique aqui.

O MTI Tech Talks é um evento online promovido pela Unidade de Gestão Estratégica de Inovação (UGEIN) com o objetivo de compartilhar informações sobre diferentes temas de tecnologia e propagar novos conteúdos para os colaboradores e parceiros da MTI.

Fonte: GOV MT

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“Chegada da ferrovia vai impactar positivamente em toda a cadeia produtiva”, afirma presidente da Acrimat

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A 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso, cujas obras devem ter início a partir do 2º semestre de 2022, vai produzir uma economia em torno de R$ 8,3 bilhões nas despesas de produtores e empresários do Estado entre os anos de 2029 a 2079, período em que a empresa Rumo S/A fica autorizada a explorar o modal.

Os dados constam no projeto apresentado pela Rumo S/A, que habilitou a assinatura do contrato de adesão para a construção, implantação e exploração da ferrovia, junto à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra).

“Tornará nossos produtos mais competitivos no mercado internacional, diminuindo o custo de envio e proporcionando uma compra de insumos e equipamentos mais justa, tendo em vista a ampliação de nossa logística, com o aumento de interligações entre ferrovias, rodovias e hidrovias. A chegada da ferrovia vai impactar positivamente em toda a cadeia produtiva, trazendo inúmeros benefícios para o setor produtivo. A Acrimat, que representa o pecuarista mato-grossense, agradece por esta iniciativa”, destacou o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Pereira Ribeiro Jr.

Atualmente, o transporte de cargas em Mato Grosso é feito primordialmente por rodovias. Apesar de, se considerado o custo de cargas de alta densidade que são transportadas em longas distâncias, como é o caso das commodities, o custo operacional da ferrovia ser bem mais baixo.

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“Mato Grosso está no coração do Brasil e isso o coloca geograficamente distante, tanto dos nossos portos, que exportam para a maioria dos países que são parceiros comerciais do País, como também dos estados mais populosos, responsáveis por uma parcela representativa do consumo nacional. Portanto, a logística sempre foi um fator que impactou muito no preço final dos nossos produtos. Com a chegada da ferrovia, nossa malha rodoviária – que além de tímida é cara, vai experimentar uma transformação para melhor, tanto no custo por quilômetro como por tonelada”, ponderou o presidente da Acrimat.

O investimento em ferrovias é uma forma de buscar um menor custo do frete. Rodovias transportam três vezes mais cargas que ferrovias, mas o custo é seis vezes maior. Numa distância de 1 km, por exemplo, um caminhão consome 13 vezes mais energia que um trem para transportar uma tonelada de frete. Um único comboio de 200 vagões é capaz de transportar a mesma carga transportada por 400 carretas rodoviárias.

A ampliação da malha ferroviária do Estado é um sonho antigo que irá implicar em ganho para os mais diversos segmentos, além de gerar benefícios que vão desde a instalação de indústrias até a melhoria da qualidade de vida do cidadão mato-grossense, que terá acesso às oportunidades de geração de emprego e renda provenientes da construção das novas ferrovias.

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A Ferrovia Estadual de Mato Grosso terá 730 quilômetros de linha férrea, interligando os municípios de Rondonópolis a Cuiabá, além de Rondonópolis com Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, e vai se conectar à malha ferroviária nacional, em direção ao Porto de Santos (SP).

O investimento estimado para implantação da ferrovia é de R$ 11,2 bilhões e a expectativa é de que o empreendimento promova a geração de 230 mil empregos diretos e indiretos.

A previsão é de que o trecho entre Rondonópolis e Cuiabá estará concluído e em funcionamento no ano de 2025; enquanto a operação no trecho Cuiabá a Lucas do Rio Verde deverá começar em 2028.

Uma vez implantada a ferrovia, a Rumo S/A fica autorizada a explorar a ferrovia pelo prazo de 45 anos, sendo que a infraestrutura ferroviária poderá ser compartilhada pela empresa vencedora com outra empresa de transporte ferroviário que venha a prestar serviços no Estado.

Fonte: GOV MT

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