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Mato Grosso é estado mais eficiente do País na vacinação contra febre aftosa

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Mato Grosso é o estado pertencente à área habilitada para exportação à União Europeia que obteve o melhor resultado de eficiência de vacinação contra a febre aftosa – 99,99%. O resultado foi divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no “Estudo sorológico de avaliação da imunidade vacinal da população bovina contra a febre aftosa nas unidades federativas habilitadas para exportação de carne bovina à União Europeia”.

“Este resultado mostra que na pecuária de Mato Grosso todos ganham. Produtores rurais tem seu produto valorizado, os frigoríficos mantêm esse importante e exigente mercado aberto. Enfim, de maneira geral, as certificações sanitárias são fundamentais para o crescimento de Mato Grosso que hoje tem o maior rebanho do país e se aproxima de ser o maior exportador de carne bovina do Brasil”, afirma César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.

O mínimo de eficiência estipulado pelo bloco econômico é 85%. As amostras foram coletadas em 54 estabelecimentos rurais selecionados aleatoriamente em 54 municípios do estado. As equipes do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT) colheram amostras de bovinos de 13 a 24 meses de idade para análise sorológica em laboratório oficial do Mapa.

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Para a presidente do Indea MT, Emanuelle de Almeida, esta é uma certificação comemorada por todos. “Desde lojas veterinárias encarregadas da adequada conservação das vacinas armazenadas até o produtor rural, interessado em aplicar a vacina com todo cuidado para imunizar seu rebanho, todos têm sua parcela de participação neste resultado. Destacamos ainda a importante contribuição da Famato, Sindifrigo, Acrimat e Fesa, que sempre apoiaram a campanha”, diz.

O Ministério e o Indea MT são encarregados da normatização, controle, registro e fiscalização da comercialização de vacina e vacinação, bem como atividades de educação sanitária e comunicação.

Fonte: GOV MT

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Perícia toxicológica descarta a presença de veneno em restos mortais de avô de menina supostamente morta pela madrasta

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A Gerência de Perícias de Toxicologia Forense da Politec concluiu a perícia nos restos mortais coletados durante exumação realizada pela Diretoria Metropolitana de Medicina Legal do senhor Edson Emanoel Leite de Oliveira, 63 anos, avô de Mirella Poliane Chue. A criança, de 11 anos, morreu no dia 13 de junho de 2019, após ser supostamente envenenada pela madrasta.

O laudo foi concluído no dia 07 de maio deste ano, e não apontou nenhuma substância suspeita nos restos mortais, somente medicamentos corriqueiros, que possivelmente ele estava tomando por algum tratamento de saúde.

O trabalho investigativo havia apontado a suspeita de que a madrasta teria envenenado também o avô paterno da vítima. No curso das diligências, a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) de Cuiabá solicitou exames para a constatação da possibilidade da morte do homem ter sido causada por envenenamento – ocorrida em março de 2018. A vítima morava com o avô e, com a morte dele, a menina passou a ficar com a indiciada.

O perito oficial criminal Paulo Sérgio Vasconcelos de Oliveira destaca que o tipo de veneno que fora pesquisado é bastante resistente à decomposição, sendo empregado como princípio ativo encontrado em pesticidas utilizados para controle de pragas em lavouras, permanecendo no solo por longos períodos de tempo.

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“O exame pericial foi feito com uma técnica bastante sensível, que é a cromatografia gasosa associada à espectrometria de massas. Feito isso, nós repetimos as análises e conseguimos localizar a presença de fragmentos de benzodiazepínicos, característicos típicos de intervenções médica. O nosso alvo foi a procura de substâncias intoxicantes, como venenos, especialmente o carbofurano que foi encontrado inicialmente na análise da sua neta, no entanto esta substância não foi encontrada em seu avô. Se houvesse a presença desta substância, haja vista que foi encaminhada o material do baixo abdômen e da parte excretora, certamente nós o encontraríamos”, citou.

Caso Mirella

Mirella Poliane morreu de causa inicialmente indeterminada. A criança deu entrada em um hospital privado de Cuiabá, já em óbito, e como o hospital não quis declarar a morte, foi acionada a DHPP para liberação do corpo, que solicitou perícia por precaução, diante da falta de evidência de morte violenta. Em princípio, houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, mas exame de necropsia pelo Instituto Médico Legal descartou o abuso.

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A Politec coletou materiais para exames complementares e, conforme Pesquisa Toxicológica Geral realizada pelo Laboratório Forense, foram detectadas no sangue da vítima duas substâncias, uma delas um veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

O caso foi então remetido à Deddica, que durante as investigações desvendou o plano de envenenamento em virtude de a criança ter recebido uma indenização em decorrência da morte de sua mãe por erro médico, durante parto dela em um hospital de Cuiabá.

A equipe da Deddica concluiu que o crime foi premeditado e praticado em doses diárias, pelo período de dois meses. A indiciada causou a morte da menina usando o veneno, de venda proibida no Brasil, e ministrando gota a gota entre abril e junho de 2019.

Fonte: GOV MT

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