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Prazo para pagamento de inscrição de seletivo da Sinfra termina nesta quarta-feira

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Termina na quarta-feira (09.06) o prazo para o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 46, do processo seletivo simplificado realizado pela Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra) para a contratação temporária de profissionais das áreas de arquitetura e urbanismo e engenharias civil, elétrica, florestal, mecânica, sanitária e de segurança do trabalho.

O pagamento é necessário para confirmar a participação do candidato na seleção, que será realizada pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), e compreenderá a análise curricular e documental.  Ao todo, foram 1.356 inscrições cadastradas no site do Cebraspe, que só serão confirmadas mediante o pagamento da taxa.

Os inscritos disputarão um total de 62 vagas disponibilizadas no processo seletivo, sendo 57 vagas para ampla concorrência e mais cinco vagas reservadas para candidatos com deficiência. Os salários ofertados são de R$ 6.195,73 para uma jornada de trabalho de 40 horas na sede da secretaria em Cuiabá. 

A seleção se dará por meio de análise curricular e documental, com atribuição de pontos para os títulos e experiências do candidato. Estas últimas valerão, no máximo, 10 pontos, ainda que a soma dos valores dos títulos enviados seja superior à pontuação estabelecida. 

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A previsão é de que o resultado final da análise curricular e documental seja divulgado em 6 de julho.  Uma vez aprovados, os profissionais serão contratados como analistas de acordo com os perfis estabelecidos por áreas de formação e experiência técnica. O prazo do contrato temporário será de 24 meses, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período.

Fonte: GOV MT

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Perícia toxicológica descarta a presença de veneno em restos mortais de avô de menina supostamente morta pela madrasta

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A Gerência de Perícias de Toxicologia Forense da Politec concluiu a perícia nos restos mortais coletados durante exumação realizada pela Diretoria Metropolitana de Medicina Legal do senhor Edson Emanoel Leite de Oliveira, 63 anos, avô de Mirella Poliane Chue. A criança, de 11 anos, morreu no dia 13 de junho de 2019, após ser supostamente envenenada pela madrasta.

O laudo foi concluído no dia 07 de maio deste ano, e não apontou nenhuma substância suspeita nos restos mortais, somente medicamentos corriqueiros, que possivelmente ele estava tomando por algum tratamento de saúde.

O trabalho investigativo havia apontado a suspeita de que a madrasta teria envenenado também o avô paterno da vítima. No curso das diligências, a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) de Cuiabá solicitou exames para a constatação da possibilidade da morte do homem ter sido causada por envenenamento – ocorrida em março de 2018. A vítima morava com o avô e, com a morte dele, a menina passou a ficar com a indiciada.

O perito oficial criminal Paulo Sérgio Vasconcelos de Oliveira destaca que o tipo de veneno que fora pesquisado é bastante resistente à decomposição, sendo empregado como princípio ativo encontrado em pesticidas utilizados para controle de pragas em lavouras, permanecendo no solo por longos períodos de tempo.

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“O exame pericial foi feito com uma técnica bastante sensível, que é a cromatografia gasosa associada à espectrometria de massas. Feito isso, nós repetimos as análises e conseguimos localizar a presença de fragmentos de benzodiazepínicos, característicos típicos de intervenções médica. O nosso alvo foi a procura de substâncias intoxicantes, como venenos, especialmente o carbofurano que foi encontrado inicialmente na análise da sua neta, no entanto esta substância não foi encontrada em seu avô. Se houvesse a presença desta substância, haja vista que foi encaminhada o material do baixo abdômen e da parte excretora, certamente nós o encontraríamos”, citou.

Caso Mirella

Mirella Poliane morreu de causa inicialmente indeterminada. A criança deu entrada em um hospital privado de Cuiabá, já em óbito, e como o hospital não quis declarar a morte, foi acionada a DHPP para liberação do corpo, que solicitou perícia por precaução, diante da falta de evidência de morte violenta. Em princípio, houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, mas exame de necropsia pelo Instituto Médico Legal descartou o abuso.

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A Politec coletou materiais para exames complementares e, conforme Pesquisa Toxicológica Geral realizada pelo Laboratório Forense, foram detectadas no sangue da vítima duas substâncias, uma delas um veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

O caso foi então remetido à Deddica, que durante as investigações desvendou o plano de envenenamento em virtude de a criança ter recebido uma indenização em decorrência da morte de sua mãe por erro médico, durante parto dela em um hospital de Cuiabá.

A equipe da Deddica concluiu que o crime foi premeditado e praticado em doses diárias, pelo período de dois meses. A indiciada causou a morte da menina usando o veneno, de venda proibida no Brasil, e ministrando gota a gota entre abril e junho de 2019.

Fonte: GOV MT

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