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Quinta-feira (03): Mato Grosso registra 413.242 casos e 11.058 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quinta-feira (03.06), 413.242 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11.058 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.771 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 413.242 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.967 estão em isolamento domiciliar e 387.420 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 454 internações em UTIs públicas e 405 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 85,98% para UTIs adulto e em 45% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (86.969), Rondonópolis (29.912), Várzea Grande (28.652), Sinop (20.463), Sorriso (14.140), Tangará da Serra (14.135), Lucas do Rio Verde (12.641), Primavera do Leste (10.703), Cáceres (8.849) e Alta Floresta (7.901).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

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O documento ainda aponta que um total de 343.008 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 519 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na quarta-feira (02.06), o Governo Federal confirmou o total de 16.720.081 casos da Covid-19 no Brasil e 467.706 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 16.624.480 casos da Covid-19 no Brasil e 465.199 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quinta-feira (03.06).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

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– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Perícia toxicológica descarta a presença de veneno em restos mortais de avô de menina supostamente morta pela madrasta

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A Gerência de Perícias de Toxicologia Forense da Politec concluiu a perícia nos restos mortais coletados durante exumação realizada pela Diretoria Metropolitana de Medicina Legal do senhor Edson Emanoel Leite de Oliveira, 63 anos, avô de Mirella Poliane Chue. A criança, de 11 anos, morreu no dia 13 de junho de 2019, após ser supostamente envenenada pela madrasta.

O laudo foi concluído no dia 07 de maio deste ano, e não apontou nenhuma substância suspeita nos restos mortais, somente medicamentos corriqueiros, que possivelmente ele estava tomando por algum tratamento de saúde.

O trabalho investigativo havia apontado a suspeita de que a madrasta teria envenenado também o avô paterno da vítima. No curso das diligências, a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) de Cuiabá solicitou exames para a constatação da possibilidade da morte do homem ter sido causada por envenenamento – ocorrida em março de 2018. A vítima morava com o avô e, com a morte dele, a menina passou a ficar com a indiciada.

O perito oficial criminal Paulo Sérgio Vasconcelos de Oliveira destaca que o tipo de veneno que fora pesquisado é bastante resistente à decomposição, sendo empregado como princípio ativo encontrado em pesticidas utilizados para controle de pragas em lavouras, permanecendo no solo por longos períodos de tempo.

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“O exame pericial foi feito com uma técnica bastante sensível, que é a cromatografia gasosa associada à espectrometria de massas. Feito isso, nós repetimos as análises e conseguimos localizar a presença de fragmentos de benzodiazepínicos, característicos típicos de intervenções médica. O nosso alvo foi a procura de substâncias intoxicantes, como venenos, especialmente o carbofurano que foi encontrado inicialmente na análise da sua neta, no entanto esta substância não foi encontrada em seu avô. Se houvesse a presença desta substância, haja vista que foi encaminhada o material do baixo abdômen e da parte excretora, certamente nós o encontraríamos”, citou.

Caso Mirella

Mirella Poliane morreu de causa inicialmente indeterminada. A criança deu entrada em um hospital privado de Cuiabá, já em óbito, e como o hospital não quis declarar a morte, foi acionada a DHPP para liberação do corpo, que solicitou perícia por precaução, diante da falta de evidência de morte violenta. Em princípio, houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, mas exame de necropsia pelo Instituto Médico Legal descartou o abuso.

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A Politec coletou materiais para exames complementares e, conforme Pesquisa Toxicológica Geral realizada pelo Laboratório Forense, foram detectadas no sangue da vítima duas substâncias, uma delas um veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

O caso foi então remetido à Deddica, que durante as investigações desvendou o plano de envenenamento em virtude de a criança ter recebido uma indenização em decorrência da morte de sua mãe por erro médico, durante parto dela em um hospital de Cuiabá.

A equipe da Deddica concluiu que o crime foi premeditado e praticado em doses diárias, pelo período de dois meses. A indiciada causou a morte da menina usando o veneno, de venda proibida no Brasil, e ministrando gota a gota entre abril e junho de 2019.

Fonte: GOV MT

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