ÁGUA BOA

LEITOS VAZIOS

Exclusivo!!! UTI covid-19 do Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa a 72h vazia

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Pandemia

Uma ótima notícia que circula nos corredores do Hospital Regional Paulo Alemão em Água Boa, merece destaque por sua significância e traz um alívio que merece ser compartilhado.

Por tantas vezes, a covid-19 fez com que famílias vivessem momentos de tensão e dor, com a internação e perda de familiares ou amigos, ou a alegria, com a recuperação e consequentemente a alta hospitalar.

Por vezes, histórias que ficaram no passado, mas que de uma forma ou de outra deixaram sequelas.

Desde setembro de 2020, data em que a UTI covid-19 do Hospital Regional iniciou os atendimentos para a população dos municípios que compõe o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Araguaia, pela primeira vez, o setor chega a 72 horas sem a  ocupação de leitos, isto é, os leitos estão vazios.

Foi na última sexta feira (15), quando os dois últimos pacientes receberam alta da UTI e retornaram para casa.

Uma outra boa notícia, repassada pelo Secretário Executivo do Hospital Regional Rafael Salamoni, ao  , é que a enfermaria da ala covid, a cerca de 30 dias não recebe pacientes.

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São informações de destaque, que de certa forma tranquilizam a população, e que sem dúvida alguma, demonstran que a vacina esta dando resultado, porém, é importante que as pessoas ainda continuem mantendo os cuidados devidos sobre a pandemia.

Olho no Araguaia

 

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Pandemia

Fiocruz confirma: 90% dos casos de covid em MT são da variante ômicron

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A análise foi feita em 95 amostras de 40 municípios do Estado.

Pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Laboratório Central de Mato Grosso (Lacen-MT), confirmou que, em janeiro de 2022, 90% dos casos confirmados de covid-19 são fruto da variante Ômicron, ou seja, 9 em cada 10 casos.

A análise foi feita pela equipe coordenada pelo pesquisador da Fiocruz, Luiz Carlos Júnior Alcântara, que recebeu 95 amostras. Desse total, 48 foram enviadas pelos municípios do Estado ao Lacen e 47 foram provenientes da pesquisa realizada em pacientes assintomáticos e já vacinados.

Conforme resultado da análise, em agosto de 2021 cerca de 60% das variantes em circulação no estado eram Gamma e 40% eram Delta. Em dezembro de 2021, o estudo mostrou a prevalência de 75% da variante Delta e de 25% da variante Ômicron. Em janeiro de 2022, foi identificado nas amostras a predominância de 90% da variante Ômicron contra cerca de 10% da variante Delta.

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“Esses resultados evidenciam a importância de mantermos ativas as medidas não farmacológicas ao longo do processo de vacinação para que seja possível reduzir a transmissão sustentada do patógenos a nível nacional, prevenindo a potencial emergência de outras variantes de interesse e/ou preocupação internacional”, diz o pesquisador Luiz Carlos Júnior Alcântara no relatório da pesquisa.

As amostras são provenientes de pacientes dos municípios de Guarantã do Norte, Conquista D’Oeste, Lambari D’Oeste, Alto Araguaia, Chapada dos Guimarães,  Campo Novo do Parecis, Juscimeira, Alto Araguaia, Diamantino, Tangará da Serra,  Poconé,  Nova Santa Helena,  Tapurah,  Nova Canaã do Norte, Colíder, Nova Guarita, Gloria D’Oeste, Nova Brasilândia, Rondonópolis, Nova Ubiratã, Porto Esperidião, Rio Branco, Salto do Céu, Reserva do Cabaçal, Jaciara, Nova Lacerda, Planalto da Serra, Barra do Bugres, Santa Rita do Trivelato, Dom Aquino, Campo Novo do Parecis, Várzea Grande, Cuiabá, Nobres, Cáceres, Comodoro, São José Dos Quatro Marcos, Nossa Senhora Do Livramento, Alta Floresta e Santo Antônio do Leverger.

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A diretora do Lacen-MT, Elaine Cristina de Oliveira, avalia positivamente a pesquisa no sentindo de identificar as variantes em circulação no estado e analisar a predominância delas entre os casos confirmados do coronavírus. “Os esforços de sequenciamento são necessários para a geração de novos dados genômicos que permitirão o monitoramento das variantes do vírus SARS-CoV-2 circulantes. A partir dessa identificação os gestores conseguem trabalhar políticas públicas de enfrentamento a disseminação do vírus”, diz Elaine.

A diretora ainda explica que sobre as ações de vigilância genômica em Mato Grosso, o Lacen iniciou as atividades de sequenciamento genético em outubro de 2021 e até momento já sequenciamos 160 amostras e 64 amostras ainda estão em análise.

No período de 2020 e 2021, o laboratório envio aos laboratórios de referência 360 amostras. Desse total, 118 tiveram resultado sequenciados. Já para a equipe do projeto de pesquisa a unidade estadual enviou 256 amostras, das quais foram sequenciadas 158.

Olho no Araguaia – Repórter MT

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