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LEITOS VAZIOS

Exclusivo!!! UTI covid-19 do Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa a 72h vazia

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Pandemia

Uma ótima notícia que circula nos corredores do Hospital Regional Paulo Alemão em Água Boa, merece destaque por sua significância e traz um alívio que merece ser compartilhado.

Por tantas vezes, a covid-19 fez com que famílias vivessem momentos de tensão e dor, com a internação e perda de familiares ou amigos, ou a alegria, com a recuperação e consequentemente a alta hospitalar.

Por vezes, histórias que ficaram no passado, mas que de uma forma ou de outra deixaram sequelas.

Desde setembro de 2020, data em que a UTI covid-19 do Hospital Regional iniciou os atendimentos para a população dos municípios que compõe o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Araguaia, pela primeira vez, o setor chega a 72 horas sem a  ocupação de leitos, isto é, os leitos estão vazios.

Foi na última sexta feira (15), quando os dois últimos pacientes receberam alta da UTI e retornaram para casa.

Uma outra boa notícia, repassada pelo Secretário Executivo do Hospital Regional Rafael Salamoni, ao  , é que a enfermaria da ala covid, a cerca de 30 dias não recebe pacientes.

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São informações de destaque, que de certa forma tranquilizam a população, e que sem dúvida alguma, demonstran que a vacina esta dando resultado, porém, é importante que as pessoas ainda continuem mantendo os cuidados devidos sobre a pandemia.

Olho no Araguaia

 

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Covid-19: o que se sabe até agora da variante Ômicron

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A espingarda utilizada pela criança Foto: Olhar Alerta

Cientistas correm para decifrar genoma de vírus com 50 mutações.

O surgimento de uma variante no novo coronavírus confirmado em regiões da África preocupa especialistas internacionais de saúde. Batizada de Ômicron – letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode se tornar responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas.
Onde a variante foi identificada?

Além de países vizinhos a Botsuana – África do Sul, Lesoto, Namíbia, Zimbábue e Eswatini (ex-Suazilândia) -, casos da variante Ômicron também foram registrados em outras regiões: Hong Kong, na China, foi a primeira delas. Israel e Bélgica também tiveram registros, casos que seguem isolados.

O que há de diferente?

Nos casos analisados, constatou-se que a variante é portadora de dezenas de mutações genéticas que podem afetar os índices de contágio e de letalidade. A OMS, entretanto, afirmou que ainda não há estudos suficientes para afirmar as propriedades da Ômicron, mas que já existem esforços científicos acelerados para estudar as amostras. Um time de cientistas de universidades da África do Sul está decodificando o genoma da Ômicron, juntamente com dezenas de outras variantes do novo coronavírus.

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Tulio de Oliveira, diretor do Centro para Respostas e Inovações Epidêmicas da universidade de KwaZulu-Natal, afirmou em coletiva de imprensa que a variante Ômicron possui “uma constelação incomum de mutações”. A variante Delta, por exemplo, possuía duas mutações em relação à cepa original do novo coronavírus, enquanto a Ômicron possui cerca de 50 – 30 delas localizadas na proteína Spike, responsável por infectar células saudáveis, explicou o brasileiro.

Em reunião de emergência realizada na tarde de sexta-feira (26), representantes da OMS classificaram a Ômicron como variante de preocupação (VOC) – mesma categoria das variantes Delta e Gama.


Existem casos no Brasil?

O Brasil ainda não registrou nenhum caso da nova variante. Para tentar frear a chegada da Ômicron ao país, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, determinou que voos com origem de países do sul da África não poderão desembarcar no Brasil. Outros países, como a Inglaterra, também proibiram a chegada de voos vindos da região.

A Pfizer, responsável por uma das vacinas inovadoras contra o novo coronavírus, afirmou que espera conseguir colocar no mercado uma nova versão do imunizante que seja eficaz contra a variante Ômicron em um prazo de até 100 dias. A eficácia das vacinas existentes ainda não foi testada em relação à nova variante.

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Por que Ômicron?

A OMS usa letras do alfabeto grego para denominar as variantes importantes do novo coronavírus. A última variante registrada havia sido a Mu, que deveria ser seguida das letras gregas Nu (equivalente ao N) e Xi. As letras, no entanto, poderiam causar confusão, já que Nu em inglês tem pronúncia quase idêntica à palavra new (novo). Enquanto a letra Xi corresponde a um nome comum na Ásia, principalmente na China. A OMS decidiu, então, pular as duas letras.

Olho no Araguaia – Agência Brasil

 

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