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VÍTIMA DA COVID

Morre em SP o médico e ex-deputado José Tampinha, aos 72 anos

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Pandemia

José Augusto Curvo, que também era médico, estava internado desde sábado na capital paulista

Morreu nesta quinta-feira (20) em São Paulo o médico cuiabano e ex-deputado federal José Augusto Curvo, o Tampinha, de 72 anos.

Tampinha, que também foi vereador por Cuiabá, não resistiu a complicações da Covid. Ele estava internado no Hospital Oswaldo Cruz, na capital paulista, desde o sábado (15).

Curvo foi um dos primeiros vacinados contra a Covid-19 em Cuiabá, em janeiro do ano passado, e já havia tomado as três doses do imunizante.

Seu irmão, o empresário Joaquim Curvo, conhecido como Quinco, contou ao MidiaNews que ele contraiu a Covid no Réveillon, no Rio de Janeiro.

Segundo Quinco, a saúde de Tampinha já estava bastante debilitada antes mesmo da Covid. Ele teve diverticulite em setembro passado e passou 45 dias internado. Nesse período, perdeu muito sangue. A maior parte do seu estômago precisou ser retirado.

Além disso, conforme Quinco, há cinco anos ele também teve um aneurisma.

O corpo deverá ser traslado para Cuiabá nas próximas horas. Ainda não há informações sobre o velório.

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Carreira política

Tampinha começou sua carreira política em 1986 ao ser nomeado secretário de Saúde de Mato Grosso pelo governador Wilmar Peres de Faria. Permaneceu no cargo até 1987.

Foi eleito vereador de Cuiabá em 1988 e deputado federal em 1990.

Candidatou-se a prefeito da Capital em 1992, sendo derrotado por Dante de Oliveira. Após passar pelo PL, ingressou no PMDB. Neste partido concorreu a deputado federal em 1994 e a deputado estadual em 2002, sem êxito.

Candidatou-se a deputado federal em 2014 pelo PDT, chegando a ser primeiro suplente. Entre 20 de janeiro e 22 de dezembro de 2016, exerceu o mandato de deputado federal, ocupando a vaga de Ezequiel Fonseca.

Durante o governo de Michel Temer, ele foi nomeado assessor especial do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC).

 

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Pandemia

Fiocruz confirma: 90% dos casos de covid em MT são da variante ômicron

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A análise foi feita em 95 amostras de 40 municípios do Estado.

Pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Laboratório Central de Mato Grosso (Lacen-MT), confirmou que, em janeiro de 2022, 90% dos casos confirmados de covid-19 são fruto da variante Ômicron, ou seja, 9 em cada 10 casos.

A análise foi feita pela equipe coordenada pelo pesquisador da Fiocruz, Luiz Carlos Júnior Alcântara, que recebeu 95 amostras. Desse total, 48 foram enviadas pelos municípios do Estado ao Lacen e 47 foram provenientes da pesquisa realizada em pacientes assintomáticos e já vacinados.

Conforme resultado da análise, em agosto de 2021 cerca de 60% das variantes em circulação no estado eram Gamma e 40% eram Delta. Em dezembro de 2021, o estudo mostrou a prevalência de 75% da variante Delta e de 25% da variante Ômicron. Em janeiro de 2022, foi identificado nas amostras a predominância de 90% da variante Ômicron contra cerca de 10% da variante Delta.

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“Esses resultados evidenciam a importância de mantermos ativas as medidas não farmacológicas ao longo do processo de vacinação para que seja possível reduzir a transmissão sustentada do patógenos a nível nacional, prevenindo a potencial emergência de outras variantes de interesse e/ou preocupação internacional”, diz o pesquisador Luiz Carlos Júnior Alcântara no relatório da pesquisa.

As amostras são provenientes de pacientes dos municípios de Guarantã do Norte, Conquista D’Oeste, Lambari D’Oeste, Alto Araguaia, Chapada dos Guimarães,  Campo Novo do Parecis, Juscimeira, Alto Araguaia, Diamantino, Tangará da Serra,  Poconé,  Nova Santa Helena,  Tapurah,  Nova Canaã do Norte, Colíder, Nova Guarita, Gloria D’Oeste, Nova Brasilândia, Rondonópolis, Nova Ubiratã, Porto Esperidião, Rio Branco, Salto do Céu, Reserva do Cabaçal, Jaciara, Nova Lacerda, Planalto da Serra, Barra do Bugres, Santa Rita do Trivelato, Dom Aquino, Campo Novo do Parecis, Várzea Grande, Cuiabá, Nobres, Cáceres, Comodoro, São José Dos Quatro Marcos, Nossa Senhora Do Livramento, Alta Floresta e Santo Antônio do Leverger.

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A diretora do Lacen-MT, Elaine Cristina de Oliveira, avalia positivamente a pesquisa no sentindo de identificar as variantes em circulação no estado e analisar a predominância delas entre os casos confirmados do coronavírus. “Os esforços de sequenciamento são necessários para a geração de novos dados genômicos que permitirão o monitoramento das variantes do vírus SARS-CoV-2 circulantes. A partir dessa identificação os gestores conseguem trabalhar políticas públicas de enfrentamento a disseminação do vírus”, diz Elaine.

A diretora ainda explica que sobre as ações de vigilância genômica em Mato Grosso, o Lacen iniciou as atividades de sequenciamento genético em outubro de 2021 e até momento já sequenciamos 160 amostras e 64 amostras ainda estão em análise.

No período de 2020 e 2021, o laboratório envio aos laboratórios de referência 360 amostras. Desse total, 118 tiveram resultado sequenciados. Já para a equipe do projeto de pesquisa a unidade estadual enviou 256 amostras, das quais foram sequenciadas 158.

Olho no Araguaia – Repórter MT

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