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Tocantins registra novamente mais de 200 casos de covid; 104 apenas nas últimas 24h

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Pequena cidade de Rio Sono registrou maior número de novos casos: 25 no total / Foto: Divulgação

População deve continuar mantendo os cuidados e medidas sanitárias.

O Tocantins contabilizou mais 202 novos casos confirmados de Covid-19, sendo 104 das últimas 24 horas, conforme o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (23/11).

Atualmente, há 537 casos ativos em todo o estado, sendo que 76 pessoas estão hospitalizadas. Destas, 41 estão em leitos de UTI em hospitais públicos e privados.

As cidades que mais registraram novos casos foram: Rio Sono (25); Augustinópolis (15) e Araguatins (14). Araguaína teve apenas sete novos casos.

ÓBITOS

O boletim também confirmou mais duas mortes causadas por complicações da doença, mas são de pessoas que faleceram em meses anteriores e que só agora foram confirmadas pela Secretaria da Saúde.

Uma das vítimas fatais é uma mulher de 77 anos, moradora de Dianópolis, que faleceu no dia 22 de setembro no Hospital Regional de Gurupi. A outra vítima da doença é um homem de 63 anos, também de Dianópolis, que faleceu no Hospital Regional de Porto Nacional, no dia 09 de junho.

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TOTAL DE CASOS E ÓBITOS POR CIDADE

DADOS GERAIS

Atualmente, o Tocantins acumula 231.561 casos confirmados. Destes, 227.112 estão recuperados, 537 pacientes seguem em isolamento domiciliar ou hospitalar e 3.912 foram a óbito.

O Estado possui uma plataforma onde todos podem acompanhar os números da Covid-19 no Tocantins: http://integra.saude.to.gov.br/covid19

Olho no Araguaia – AF Notícias

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Covid-19: o que se sabe até agora da variante Ômicron

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A espingarda utilizada pela criança Foto: Olhar Alerta

Cientistas correm para decifrar genoma de vírus com 50 mutações.

O surgimento de uma variante no novo coronavírus confirmado em regiões da África preocupa especialistas internacionais de saúde. Batizada de Ômicron – letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode se tornar responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas.
Onde a variante foi identificada?

Além de países vizinhos a Botsuana – África do Sul, Lesoto, Namíbia, Zimbábue e Eswatini (ex-Suazilândia) -, casos da variante Ômicron também foram registrados em outras regiões: Hong Kong, na China, foi a primeira delas. Israel e Bélgica também tiveram registros, casos que seguem isolados.

O que há de diferente?

Nos casos analisados, constatou-se que a variante é portadora de dezenas de mutações genéticas que podem afetar os índices de contágio e de letalidade. A OMS, entretanto, afirmou que ainda não há estudos suficientes para afirmar as propriedades da Ômicron, mas que já existem esforços científicos acelerados para estudar as amostras. Um time de cientistas de universidades da África do Sul está decodificando o genoma da Ômicron, juntamente com dezenas de outras variantes do novo coronavírus.

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Tulio de Oliveira, diretor do Centro para Respostas e Inovações Epidêmicas da universidade de KwaZulu-Natal, afirmou em coletiva de imprensa que a variante Ômicron possui “uma constelação incomum de mutações”. A variante Delta, por exemplo, possuía duas mutações em relação à cepa original do novo coronavírus, enquanto a Ômicron possui cerca de 50 – 30 delas localizadas na proteína Spike, responsável por infectar células saudáveis, explicou o brasileiro.

Em reunião de emergência realizada na tarde de sexta-feira (26), representantes da OMS classificaram a Ômicron como variante de preocupação (VOC) – mesma categoria das variantes Delta e Gama.


Existem casos no Brasil?

O Brasil ainda não registrou nenhum caso da nova variante. Para tentar frear a chegada da Ômicron ao país, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, determinou que voos com origem de países do sul da África não poderão desembarcar no Brasil. Outros países, como a Inglaterra, também proibiram a chegada de voos vindos da região.

A Pfizer, responsável por uma das vacinas inovadoras contra o novo coronavírus, afirmou que espera conseguir colocar no mercado uma nova versão do imunizante que seja eficaz contra a variante Ômicron em um prazo de até 100 dias. A eficácia das vacinas existentes ainda não foi testada em relação à nova variante.

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Por que Ômicron?

A OMS usa letras do alfabeto grego para denominar as variantes importantes do novo coronavírus. A última variante registrada havia sido a Mu, que deveria ser seguida das letras gregas Nu (equivalente ao N) e Xi. As letras, no entanto, poderiam causar confusão, já que Nu em inglês tem pronúncia quase idêntica à palavra new (novo). Enquanto a letra Xi corresponde a um nome comum na Ásia, principalmente na China. A OMS decidiu, então, pular as duas letras.

Olho no Araguaia – Agência Brasil

 

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