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Operação Lake cumpre mandados judiciais contra alvos investigados pela morte de engenheiro de Juscimeira

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil em Juscimeira deflagrou nesta semana a Operação Lake para cumprimento de mandados judiciais dentro da investigação que apura o homicídio do engenheiro Edllyn da Silva Mascarenhas Sales, 35 anos, ocorrido em abril deste ano, no município.

Foram cumpridos em Rondonópolis três mandados de busca e apreensão em endereços residenciais de alvos investigados. Outras duas prisões também foram efetuadas dentro da operação coordenada pelo delegado de Juscimeira, Ricardo de Oliveira Franco.

Edllyn Sales, que tinha o apelido de ‘Buda’, foi morto no dia 3 de abril deste ano, durante uma briga generalizada em uma propriedade rural, às margens de um lago do rio São Lourenço. A vítima, bastante conhecida na cidade, foi atingida com três disparos de arma de fogo e morreu a caminho de uma unidade de saúde.

O crime ocorreu em um rancho que dá acesso ao lago, onde há várias propriedades. Na ocasião, havia várias pessoas no local, em desacordo com medidas sanitárias decretadas do município de combate à disseminação da covid. Ocorreu uma colisão entre duas embarcações que estavam no lago, um jet ski e um barco, e uma discussão entre as partes envolvidas. 

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Quando os ocupantes das embarcações retornaram para a margem do rio, houve uma briga envolvendo diversas pessoas, com lesão corporal e disparos de arma de fogo. A vítima, que estava no local como convidada, foi tentar apartar a discussão e acabou atingida por três disparos, sendo dois na cabeça e um no tórax. O engenheiro foi socorrido, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Hospital de Rondonópolis.

A equipe da Delegacia da Polícia Civil de Juscimeira iniciou as investigações e apurou informações sobre a arma utilizada no crime, que em princípio e também realizou diversas oitivas com diversas pessoas, entre elas possíveis suspeitos, testemunhas e parentes da vítima que estavam no local. 

A operação contou com apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Rondonópolis e da Delegacia de Jaciara.

Fonte: PJC MT

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Helicóptero que caiu com quase 300 kg de cocaína em MT está em nome de policial civil

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Cocaína apreendida em aeronave, em Poconé - Foto: CIOPAER

O papiloscopista Ronney José Barbosa Sampaio, do Distrito Federal, afirmou que o helicóptero foi vendido em maio, mas o comprador não concluiu a transferência.

A aeronave que caiu numa fazenda da zona rural de Poconé (100 km da Capital) no domingo (1º), apreendida com quase 300 kg de cloridrato de cocaína, está no nome do policial civil do Distrito Federal Ronney José Barbosa Sampaio.

A aeronave de asa rotativa, modelo Robson R44, foi encontrada durante uma operação deflagrada pela Polícia Federal com apoio do Grupo Estadual de Segurança na Fronteira (Gefron), Polícia Militar (PM) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Foi constatado o nome do servidor como proprietário da aeronave após verificação da matrícula do helicóptero junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O G1 do Distrito Federal conseguiu contato com Ronney, que respondeu ter vendido a aeronave em maio e possuir toda documentação para provar, com recibo registrado no dia 25 de maio de 2021.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual venda de carro. Se o comprador não fizer a transferência para ele também, vai continuar no meu nome”, disse o policial.

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Questionado quem seria o comprador, o policial respondeu que foi um morador do Mato Grosso do Sul (MS).

Ronney ressaltou que comprou o helicóptero a cerca de um ano, mas não teve condições financeiras para ‘acertar’ a documentação, então, decidiu vender.

Ele explicou ainda que o helicóptero não poderia estar sendo usado, pois, “não estava aero navegável e não tinha autorização para voar”.

Olho no Araguaia – (com informações G1/DF).

 

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