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Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra investigado por feminicídio de ex-companheira

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil em Lucas do Rio Verde (354 km a norte de Cuiabá) cumpriu na manhã desta terça-feira (30.06) o segundo mandado de prisão temporária em desfavor de um dos investigados no crime de feminicídio que vitimou Indiana Geraldo Tardett, 42 anos, e chocou a população do município.

O ex-convivente da vítima apresentou-se na Delegacia de Lucas do Rio Verde, foi ouvido pelo delegado Eugênio Rudy Junior e depois teve formalizado o mandado de prisão.

A equipe da Delegacia permanece com as diligências para prender o terceiro envolvido no crime, que é considerado foragido e estaria em Campinas, no estado de São Paulo.

“Estamos em contato diário com a Polícia Civil de Campinas e temos certeza de que o prenderemos em breve”, acrescentou o delegado.

Na semana passada, a Delegacia de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Encruzilhada para cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão contra os três alvos da investigação. Uma mulher foi presa na sexta-feira (26) e mandados de busca e apreensão cumpridos nas residências dos envolvidos.

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Conforme a investigação presidida pelo delegado Eugênio Rudy Junior, foram identificadas três pessoas – o ex-marido da vítima, de 48 anos, e um casal, que teria executado o crime sob encomenda do ex-companheiro de Indiana. A vítima teve um relacionamento durante cinco anos com o investigado e estava separada dele.

Crime

No dia 1º de junho, a filha de Indiana Tardett procurou a Polícia Civil informando que não estava conseguindo contato com a mãe desde o domingo, 30 de maio.

As investigadoras do Núcleo de Atendimento a Mulher Vítima de Violência foram até residência da vítima e verificaram que o veículo dela estava na garagem e a porta encontrava-se apenas encostada. Ao entrar na residência, a equipe policial avistou o corpo de Indiana no quarto, com a cabeça enrolada em um cobertor. Uma faca estava na mão direita da vítima e o pulso apresentava um corte.

Diante do cenário encontrado, o delegado instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Indiana e com as informações coletadas no decorrer da investigação foi apurado que os envolvidos tentaram, claramente, fraudar o local do crime simulando que se tratava de um suicídio.“A perspicácia e experiência dos investigadores, aliada ao entendimento da perícia, demonstrou que se tratava de um homicídio”, pontuou Eugênio Rudy.

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As investigações avançaram e a Polícia Civil conseguiu esclarecer que o ex-marido de Indiana teria planejado toda a ação criminosa, contratando outras duas pessoas para executar o crime. O casal contratado era conhecido da vítima e do ex-marido dela. 

Para atrair Indiana e impossibilitar qualquer forma de resistência, o casal simulou que faria um ritual de magia com ela. Porém, tratava-se apenas de uma simulação para tirar qualquer chance de defesa da vítima. A vítima foi morta com um golpe certeiro na cabeça, que pela posição, evidencia que ela possivelmente estava de joelhos quando foi atingida.

Com o objetivo de confundir a Polícia, os envolvidos cortaram os pulsos e pescoço da vítima, situação que poderia levar a polícia a crer que se tratava de um suicídio.

Fonte: PJC MT

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Helicóptero que caiu com quase 300 kg de cocaína em MT está em nome de policial civil

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Cocaína apreendida em aeronave, em Poconé - Foto: CIOPAER

O papiloscopista Ronney José Barbosa Sampaio, do Distrito Federal, afirmou que o helicóptero foi vendido em maio, mas o comprador não concluiu a transferência.

A aeronave que caiu numa fazenda da zona rural de Poconé (100 km da Capital) no domingo (1º), apreendida com quase 300 kg de cloridrato de cocaína, está no nome do policial civil do Distrito Federal Ronney José Barbosa Sampaio.

A aeronave de asa rotativa, modelo Robson R44, foi encontrada durante uma operação deflagrada pela Polícia Federal com apoio do Grupo Estadual de Segurança na Fronteira (Gefron), Polícia Militar (PM) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Foi constatado o nome do servidor como proprietário da aeronave após verificação da matrícula do helicóptero junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O G1 do Distrito Federal conseguiu contato com Ronney, que respondeu ter vendido a aeronave em maio e possuir toda documentação para provar, com recibo registrado no dia 25 de maio de 2021.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual venda de carro. Se o comprador não fizer a transferência para ele também, vai continuar no meu nome”, disse o policial.

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Questionado quem seria o comprador, o policial respondeu que foi um morador do Mato Grosso do Sul (MS).

Ronney ressaltou que comprou o helicóptero a cerca de um ano, mas não teve condições financeiras para ‘acertar’ a documentação, então, decidiu vender.

Ele explicou ainda que o helicóptero não poderia estar sendo usado, pois, “não estava aero navegável e não tinha autorização para voar”.

Olho no Araguaia – (com informações G1/DF).

 

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