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Polícia Civil intensifica o combate à criminalidade, prende suspeitos e apreende grande quantidade de drogas

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Oito pessoas envolvidas em diferentes crimes no município de Juara (709 km a médio norte de Cuiabá) foram presas pela Polícia Civil, nesta semana, durante investigações de combate à criminalidade deflagradas na região. Além das prisões, as ações resultaram na apreensão de drogas, como maconha e cocaína, e dinheiro.

Na quinta-feira (11.06) um jovem de 23 anos e com várias passagens pela polícia, foi preso e autuado em flagrante por tráfico de drogas. Na casa do suspeito no bairro Jardim Aeroporto foram apreendidas 1 quilo de pasta base de cocaína e mais 2 quilos de maconha. 

Nas diligências os policiais civis identificaram que o suspeito estaria com grande quantidade de entorpecente para a venda em sua residência, razão pela qual passou a ser monitorado. Quando na tarde de quinta-feira (11) a equipe avistou o investigado em atitude suspeita e realizou a abordagem do mesmo. 

Perguntado sobre a possível prática ilícita ele inicialmente negou, porém ao perceber que os policiais civis tinham informações precisas sobre sua atuação no tráfico, assumiu que estava com certa quantidade de drogas. Na casa do jovem foram apreendidas as três peças de entorpecentes e uma balança de precisão. Ainda na entrevista ele alegou que iria receber o valor de R$ 2 mil para guardar as substancias ilícitas no local.

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Diante do flagrante o jovem foi conduzido até a Delegacia de Juara, interrogado e autuado pelo crime de tráfico de drogas. Em seguida o preso foi colocado à disposição da Justiça.

FURTO E TRÁFICO

Em outra ação na terça-feira (08.06) a Polícia Civil de Juara realizou a prisão de dois indivíduos durante investigação para esclarecer uma ocorrência de furto mediante arrombamento. Os dois suspeitos, ambos de 25 anos, foram presos em flagrante sendo um por furto e o outro por tráfico de drogas.

A vítima procurou a Delegacia de Polícia informando que havia viajado e logo que voltou percebeu que sua residência no bairro Cruzeiro do Sul, tinha sido arrombada e do local sido subtraído um tablete, joias e dinheiro.

Durante as diligências os policiais civis identificaram o vizinho da vítima como sendo o autor do furto. Ao ser abordado este assumiu os fatos, bem como indiciou o local onde havia trocado os produtos por drogas. De imediato a equipe foi até o endereço apontado na Estrada Água da Abelha, onde o segundo suspeito foi surpreendido com certa quantidade de maconha. 

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Em seguida os dois envolvidos foram encaminhados para a delegacia, interrogados e presos em flagrante por furto e tráfico de drogas, respectivamente. Após a confecção dos autos eles foram colocado à disposição da Justiça.

TORTURA

Cinco indivíduos investigados por integrarem um grupo criminoso, foram presos pela Polícia Civil de Juara por praticarem crime de tortura. Todos os suspeitos foram interrogados pelo delegado Carlos Henrique Engelmann e responderão pelos crimes de tortura e associação criminosa.

Fonte: PJC MT

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Helicóptero que caiu com quase 300 kg de cocaína em MT está em nome de policial civil

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Cocaína apreendida em aeronave, em Poconé - Foto: CIOPAER

O papiloscopista Ronney José Barbosa Sampaio, do Distrito Federal, afirmou que o helicóptero foi vendido em maio, mas o comprador não concluiu a transferência.

A aeronave que caiu numa fazenda da zona rural de Poconé (100 km da Capital) no domingo (1º), apreendida com quase 300 kg de cloridrato de cocaína, está no nome do policial civil do Distrito Federal Ronney José Barbosa Sampaio.

A aeronave de asa rotativa, modelo Robson R44, foi encontrada durante uma operação deflagrada pela Polícia Federal com apoio do Grupo Estadual de Segurança na Fronteira (Gefron), Polícia Militar (PM) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Foi constatado o nome do servidor como proprietário da aeronave após verificação da matrícula do helicóptero junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O G1 do Distrito Federal conseguiu contato com Ronney, que respondeu ter vendido a aeronave em maio e possuir toda documentação para provar, com recibo registrado no dia 25 de maio de 2021.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual venda de carro. Se o comprador não fizer a transferência para ele também, vai continuar no meu nome”, disse o policial.

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Questionado quem seria o comprador, o policial respondeu que foi um morador do Mato Grosso do Sul (MS).

Ronney ressaltou que comprou o helicóptero a cerca de um ano, mas não teve condições financeiras para ‘acertar’ a documentação, então, decidiu vender.

Ele explicou ainda que o helicóptero não poderia estar sendo usado, pois, “não estava aero navegável e não tinha autorização para voar”.

Olho no Araguaia – (com informações G1/DF).

 

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