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Hospital Regional de Sorriso volta a funcionar após denúncias do deputado Ulysses Moraes e vereadores

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Foto: Fernanda Trindade

Na última sexta-feira (10), o deputado Ulysses Moraes realizou uma fiscalização no Hospital Regional de Sorriso e constatou que as alas entregues há quase 30 dias pelo governo de Mato Grosso ainda não estavam funcionando. O parlamentar foi até o local e viu os leitos completamente vazios e sem atendimento aos pacientes. Logo após a intensa cobrança do parlamentar, as novas alas foram ativadas no domingo (12). 

Vale ainda destacar que com essa fiscalização com resultados, Moraes mostra que já está fazendo a diferença no município de Sorriso. O deputado inclusive já destinou R$ 700 mil em emendas para a cidade. Foram R$ 300 mil para aquisição de computadores para as escolas municipais de Sorriso, mais R$ 200 mil para aquisição de materiais esportivos à Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. Além de R$ 200 mil que já haviam sido destinados em maio para saúde.

“Muitas pessoas estavam reclamando que a entrega das alas do Hospital Regional de Sorriso havia sido feita, mas que não estavam funcionando. Então, fomos lá conferir isso de perto e, realmente, os leitos estavam vazios e sem atendimento na última sexta-feira (10). Mas graças as nossas intensas cobranças, as alas inauguradas há quase um mês foram finalmente ativadas no domingo (12)”, disse o parlamentar.

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O deputado Ulysses Moraes realizou a fiscalização em conjunto com o vereador de Sorriso, Diogo Kriguer e ambos foram informados pela gestora do hospital que na ocasião da fiscalização, os leitos antigos estavam lotados.

“Adentramos as alas para conferir se os equipamentos estavam funcionando e vimos que as enfermarias, Unidades de Tratamentos Intensivos (UTIs) e outros ambulatórios não estavam. Foi feito uma grande festa de inauguração há quase um mês, mas não foi entregue para população e nem ativado. E mais, o pronto atendimento não teve reforma, os corredores continuam cheios de macas espalhadas para todo lugar, ou seja, fizeram a propaganda como uma grande reforma, mas a história não é bem essa”, destacou Moraes.

 “Isso só mostra que uma boa fiscalização dá bons resultados. A população de Sorriso precisava imediatamente dessa ativação das alas. No dia dessa fiscalização tinham ainda dois pacientes na fila, esperando por um leito, enquanto isso novos leitos estavam vazios. Não dá para entender. Quem foi no hospital até a semana passada viu que não tinha nada funcionando. Mostramos a fiscalização ao vivo na sexta-feira (10) e dessa vez, após fortes cobranças a resposta foi rápida.”, finalizou o deputado.

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Fonte: ALMT

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Dal Molin convoca audiência pública para debater redução de carga tributária em Mato Grosso

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Foto: Marcos Lopes

Apontada por especialistas como o maior entrave para o desenvolvimento econômico, o valor da carga tributária praticada no estado será o tema de uma audiência pública prevista para o dia 15 de outubro na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O debate foi convocado nessa quarta-feira (15), pelo deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC) por meio do Requerimento 505/2021. 

A audiência pública será realizada de forma virtual, conforme estabelece as medidas administrativas adotadas pela ALMT a fim de prevenir a propagação da covid-19. 

Ao justificar o pedido, o parlamentar cita a complexidade do sistema tributário adotado pelo Estado e, que segundo ele, “resulta em gargalos logísticos e uma enorme insegurança jurídica para diferentes setores da economia”. 

“É urgente, e o ambiente é propício para que se discuta o “custo Mato Grosso”, se identifique mecanismos que possam auxiliar na retomada da atividade econômica, bem como na geração de emprego e renda”, avalia Dal Molin ao complementar que o setor de prestação de serviços, entre outros mais vulneráveis, ainda sente os efeitos causados pelas medidas restritivas impostas desde o início da pandemia. 

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Ainda de acordo com o parlamentar, o Estado apresenta um crescimento vertical contínuo, enquanto setores essenciais para o aquecimento da economia, como agricultura, agroindústria e mineração, evoluíram de forma horizontal.

 “Chegou a hora do Estado servir ao seu povo. O Estado não pode ficar rico em detrimento ao trabalhador. Chegou a hora de discutirmos a redução dos impostos que incidem nos combustíveis, energia elétrica, gás de cozinha e do ICMS (…). Temos a obrigação moral de reduzir o custo de vida do cidadão mato-grossense e daqueles que geram empregos em todas as áreas da economia”, assinala o autor da célebre frase: “Mais gestão, menos impostos”. 

Foram convidados para participar da audiência: o governador Mauro Mendes (DEM), o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Luiz Gallo, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Cesar Alberto Miranda dos Santos Costa, além de membros de entidades representativas como a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Mato Grosso, Associação dos Condutores e Transportadores de Mato Grosso (Acontrans), entre outros. 

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Aumento de arrecadação 

Segundo relatório emitido pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), no primeiro quadrimestre deste ano (2021), Mato Grosso registrou aumento na arrecadação de 26,2% se comparado com igual período do ano anterior. 

Já o faturamento total tributável saltou de R$ 119,5 milhões para R$ 172,5 milhões o que representa um acréscimo de quase 44%, gerando superávit e superando os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia da covid-19. 

Nessa mesma linha, a arrecadação sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aumentou 22%. Entre os setores que mais influenciaram no aumento da arrecadação estão: agropecuária (60%), indústria (40%) e comércio e serviços (25%).

Fonte: ALMT

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