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Anvisa pede alteração na bula de vacinas Janssen e AstraZeneca

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A Agência Nacional de Vigilância Nacional (Anvisa) solicitou aos fabricantes das vacinas Janssen/Johnson & Johnson e AstraZeneca/Fiocruz que incluam na bula dos imunizantes contra a covid-19 a contraindicação de uso para pessoas com histórico de síndrome de extravasamento capilar.

Em nota, a Anvisa explicou que a síndrome de extravasamento capilar é uma “condição muito rara e grave” que causa vazamento de fluido de pequenos vasos sanguíneos (capilares), resultando em inchaço principalmente nos braços e pernas, baixa pressão arterial, espessamento do sangue e baixos níveis de albumina, uma importante proteína do sangue.

A Anvisa já recebeu relato de suspeita da síndrome após a vacinação e está avaliando o caso. “Os profissionais de saúde devem estar atentos aos sinais e sintomas da síndrome de extravasamento capilar e do risco de recorrência em pessoas que já foram diagnosticadas com a doença.”

De acordo com a Anvisa, as pessoas que receberam essa vacina devem procurar assistência médica imediata caso sintam inchaço nos braços e pernas ou aumento repentino de peso nos dias seguintes à vacinação. “Estes sintomas estão frequentemente associados à sensação de desmaio (devido à pressão arterial baixa)”, acrescentou.

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Ainda segundo a agência, há casos avaliados pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, em inglês) também apresentavam histórico familiar de síndrome de extravasamento capilar.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Rio: 24 cidades estão sem mortes por covid-19 há duas semanas    

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Dos 92 municípios do estado do Rio, 24 estão há duas semanas sem registrar mortes por covid-19. O levantamento é de técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta sexta-feira (30). A análise levou em consideração dados das semanas epidemiológicas 27 e 28, período de 4 a 17 de julho.

As cidades sem óbitos provocados pela doença são: Aperibé, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cambuci, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Duas Barras, Italva, Itaocara, Laje do Muriaé, Macuco, Miguel Pereira, Paracambi, Paty do Alferes, Rio das Flores, Santa Maria Madalena, São José de Ubá, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe disse que é importante destacar que essa análise não pode ser feita com semanas tão próximas. “É preciso respeitar 15 dias, ao menos, para que as informações estejam mais consolidadas. O resultado é consequência da vacinação no estado do Rio de Janeiro, que já atingiu mais de 50% de toda população fluminense adulta com ao menos uma dose da vacina”, avaliou.

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A secretaria informou ainda que muitos casos são notificados após a data do óbito. Por essa razão, desde o início da pandemia, recomenda-se que a análise das informações seja feita pela data de ocorrência da morte; e não pela data de notificação ou confirmação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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