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Brasil recebe mais de 5 milhões de doses da vacina contra covid-19

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O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde recebeu neste domingo (12) o total de 5,1 milhões de doses da Pfizer/BioNTech. Os lotes desembarcaram pelo Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Essa é a maior remessa já entregue pela farmacêutica em um dia desde o começo da campanha de vacinação.

Os lotes com as doses foram divididas em quatro voos ao longo do dia. O primeiro, com 1,3 milhão, desembarcou ainda na madrugada do domingo. O segundo voo, com 1,1 milhão de vacinas, chegou por volta das 10h30. Outras duas remessas, com 1,1 milhão e 1,5 milhão, chegaram à tarde.

Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas vão acelerar a campanha de vacinação que já imunizou mais de 70 milhões de brasileiros com as duas doses ou a vacina de dose única, ou seja, quase 44% da população adulta. Os reflexos da imunização da população aparecem nos dados epidemiológicos todos os dias. Na última semana, 23 estados estavam com ocupação de leitos abaixo de 50%.

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Desde o início da campanha de vacinação, das 259,4 milhões de doses distribuídas aos estados e Distrito Federal, 59 milhões são da farmacêutica Pfizer/BioNTech. Para que as vacinas cheguem aos postos de imunização, as doses passam por um rápido e rigoroso controle de qualidade.

No total, o Ministério da Saúde já entregou aos estados e ao DF mais de 259 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Mais de 136 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose dos imunizantes, isto é, cerca de 85% dos 160 milhões de brasileiros com mais de 18 anos.

Ouça na Radioagência Nacional:

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Rio entra em risco moderado de transmissão da covid-19

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A situação epidemiológica da covid-19 no Rio de Janeiro vem melhorando nas últimas semanas e a cidade teve a avaliação em todas as 33 regiões classificada como de risco moderado para a transmissão da doença, com o mapa na cor amarela. Na semana passada, apenas três regiões estavam em laranja, de risco alto: Copacabana, Centro e Tijuca.

Os dados do 38º Boletim Epidemiológico foram apresentados hoje (24) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Os gráficos indicam que as internações por casos graves de covid-19 tiveram uma redução de 42% da semana 33 (15 a 21 de agosto) para a 37 (12 a 18 de setembro), considerado o último pico da doença. Hoje, 492 pacientes se encontram internados com covid-19, o menor número desde abril de 2020, e a fila de espera por leitos está zerada.

Os casos confirmados também apresentam queda desde a semana epidemiológica 33, chegando aos patamares de outubro do ano passado, quando a primeira onda da doença estava arrefecendo. Os óbitos apresentam queda desde a semana 35 (28 de agosto a 4 de setembro).

O secretário de Saúde, Daniel Soranz, lembrou que, apesar dos números animadores, a pandemia não acabou e ainda é preciso tomar todos os cuidados contra o novo coronavírus.

“É muito importante que as pessoas saibam que ainda tem transmissão de covid-19 na cidade, ainda é necessário utilizar máscara, é necessário, sem dúvida, se proteger, evitar ao máximo exposições desnecessárias. Mas a gente tem um outro panorama epidemiológico, com redução de casos e com um número de pessoas se vacinando cada vez mais aumentando”, explicou.

Testes 

De acordo com Soranz, com o panorama epidemiológico melhor, a Secretaria de Saúde adotou a estratégia de autorizar eventos testes para que a população retome as atividades de lazer, trabalhando os protocolos para ter ambientes livres de covid-19. Para entrar nesses locais, como estádios de futebol e festas, as pessoas precisam estar vacinadas e ter feito o teste de detecção da doença.

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“A gente acha que nesse panorama epidemiológico não é viável, com a saúde pública, coibir e impedir as pessoas de fazer todas as suas atividades, isso não é possível, não é exequível do ponto de vista operacional. Então, a gente tem se mobilizado para reduzir danos, estimulando locais abertos em vez de reuniões em locais fechados. A gente tem visto muitas festas clandestinas, então é importante se adequar a esse novo momento”, afirmou.

Sobre os eventos com 100% de testagem realizados até agora, a secretaria informou que, no jogo Flamengo e Grêmio, no Maracanã, no último dia 15 de setembro, foram testadas 7.652 pessoas e 68 deram positivo, o que equivale a 0,9%. 

Na partida Vasco x Cruzeiro, em São Januário, no dia 19, houve 549 testados, com seis pessoas positivas para covid-19, ou 1,2%. E na quarta-feira (22), no jogo entre Flamengo x Barcelona de Guayaquil, no Maracanã, 26.478 pessoas foram testadas e 57 deram positivo (0,2%).

Todas as pessoas que foram aos jogos estão sendo acompanhadas pela Secretaria de Saúde e as que tiveram testes positivos, tanto torcedores quanto trabalhadores, não entraram nos estádios.

Vacinação

O Rio de Janeiro tem antecipado os planos de vacinação. A meta de imunizar com a primeira dose 90% da população adulta foi alcançada no dia 18 de agosto, quando a previsão era 2 de setembro. A dose de reforço para os idosos passou de outubro para 1º de setembro, e a vacinação dos adolescentes de 12 anos tinha previsão para ser concluída em 30 de setembro, mas foi antecipada para amanhã (25).

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Amanhã e durante toda a próxima semana, será feita a repescagem para pessoas a partir de 12 anos que não tenham recebido a primeira dose, além da dose de reforço nos idosos seguindo o escalonamento por idade. Hoje é a vez de quem tem 84 anos ou mais e amanhã serão imunizadas as de 84 anos.

O secretário Soranz destacou, ainda, que a população só pode considerar que está com a imunização completa após receber a segunda dose ou, para os idosos, a terceira.

“A gente ainda não tem toda a cidade com o esquema completo. A cidade do Rio é um pouco diferente das demais cidades. A gente considera esquema completo pessoas de 12 a 59 anos com duas doses da vacina e pessoas acima de 60 anos com 14 dias após a dose de reforço”, destacou.

Ainda no Rio, o passaporte da vacinação para ingressar em alguns locais – academias de ginástica e cinema – começa a cobrar a segunda dose para pessoas de 40 a 49 anos a partir de 1º de outubro e, para o grupo de 30 a 39 anos, a partir de 1º de novembro.

A Secretaria de Saúde avalia a possibilidade de antecipar, na próxima semana, a segunda dose para as pessoas com mais de 40 anos que receberam o imunizante da Pfizer.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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