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Capital paulista mantém vacinação contra covid-19 no fim de semana

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A capital paulista mantém neste fim de semana o processo de imunização contra a covid-19, e o público elegível poderá se vacinar nas 82 AMA/UBS Integradas, das 7h às 19h, ou em 21 megapostos, das 8h às 17h, no sábado (23).

No domingo (24), a vacinação ocorrerá em sete parques da cidade, nas farmácias parceiras da Avenida Paulista e no megaposto da Galeria Prestes Maia, com entrada pela Praça do Patriarca.

Atualmente, a vacinação na cidade ocorre para a primeira e segunda doses e dose adicional. No último caso, a imunização é para idosos acima de 60 anos e trabalhadores da área de saúde com mais de 18 anos, que tomaram a última dose do esquema vacinal (segunda dose ou dose única) há pelo menos seis meses, exceto grávidas e puérperas.

A vacinação continua liberada para pessoas com mais de 18 anos que tenham alto grau de imunossupressão e que tenham tomado a última dose do esquema vacinal há pelo menos 28 dias. A dose adicional também está liberada para os profissionais da Guarda Civil Metropolitana, sepultadores residentes na cidade e fiscais das subprefeituras, com a vacina CoronaVac.

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A lista de postos para vacinação contra a covid-19 pode ser consultada na página Vacina Sampa, da prefeitura paulistana).

Vacinação no domingo

Neste domingo, postos de vacinação funcionarão na Galeria Prestes Maia, que fica na Praça do Patriarca, 2, das 8h às 17h, e nas farmácias parceiras na Avenida Paulista: Av. Paulista, 2.371 e 266, das 8h às 16h.

Haverá também vacinação, das 8h às 17h, nos parques Buenos Aires (centro); Guarapiranga (zona sul); do Carmo (zona leste); Villa-Lobos (zona oeste); da Juventude (zona norte); Recreativo Ceret e Parque da Independência (região sudeste).

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Boletim da Fiocruz sinaliza aumento de casos de SRAG em 13 estados

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Quase metade dos estados brasileiros registraram sinal de crescimento na tendência de longo prazo de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2), pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e são referentes à semana epidemiológica de 21 a 27 de novembro.

Segundo o Boletim InfoGripe, da Fiocruz, 13 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento de SRAG: Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo. Destes, os que mais chamam a atenção são Pará, Ceará e Rio de Janeiro.

“No dado nacional, embora se mostre como um crescimento leve, podendo ser compatível com cenário de oscilação em torno de valor estável, a análise por faixa etária indica que se trata de aumento em todas as faixas etárias abaixo de 60 anos. A análise foi feita tendo como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até 22 de novembro”, destacou o boletim.

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De acordo com o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, na população com 30 anos ou mais, o crescimento é relativamente pequeno, sendo mais expressivo e presente desde novembro em crianças, adolescentes e jovens adultos, na faixa de 20 a 29 anos.

No caso das crianças com idade até 9 anos, os resultados laboratoriais associados aos casos continuam indicando predomínio de vírus sincicial respiratório (VSR), que acompanha a tendência de aumento de SRAG nesta faixa etária. Entre adolescentes de 10 a 19 anos e jovens adultos (20-29 anos), mantêm-se majoritariamente associados à covid-19.

Capitais

A análise conclui que 13 das 27 capitais mostram sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas): Aracaju, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Macapá, Manaus, Natal, Porto Velho, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo.

No entanto, explicou Gomes, “assim como foi destacado para os estados, a análise da evolução temporal por faixa etária sugere tratar-se apenas de crescimento leve compatível com oscilação ao redor de patamar estável, de modo geral. No Rio de Janeiro observa-se que o crescimento ao longo do mês de novembro se concentrou nas crianças e jovens adultos (20-29 anos)”.

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O crescimento nos casos de SRAG entre esses jovens adultos pode estar associado ao aumento de casos de síndrome gripal causados pelo vírus influenza A (gripe). Gomes destacou, porém, que, para avaliação adequada dos resultados laboratoriais associados a casos recentes, é necessário aguardar algumas semanas para que essa informação seja atualizada no Sivep-Gripe pelas autoridades de saúde responsáveis (unidades de saúde da notificação ou secretarias de Saúde).

Até o princípio de novembro, manteve-se presença majoritária de casos associados ao vírus SARS-CoV-2 (covid-19) nessa faixa etária, bem como nos demais adultos.

Informações mais aprofundadas sobre o assunto podem ser obtidas na página da Fiocruz na internet.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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