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Casos da variante Delta do novo coronavírus chegam a 135 no Brasil

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O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (21) que foram identificados 135 casos da variante Delta do novo coronavírus em circulação no Brasil. Desses, cinco casos evoluíram para quadro grave que resultou em morte. As ocorrências foram registradas no Maranhão (1) e no Paraná (4). Antigamente conhecida como “variante indiana”, essa cepa possui uma taxa de infecção maior do que o novo coronavírus original.

Do total de casos registrados até agora, são seis no Distrito Federal, dois em Goiás, seis no navio que esteve na costa do Maranhão, um em Minas Gerais, 13 no Paraná, dois em Pernambuco, 87 no Rio de Janeiro, três no Rio Grande do Sul (sendo um caso considerado importado do RJ), cinco em Santa Catarina e dez em São Paulo

Os dados foram divulgados em levantamento do Ministério da Saúde sobre vigilância genômica do novo coronavírus.

A pasta informou que tem dialogado com secretarias de Saúde para ampliar a vigilância sobre a variante. Entre as ações recomendadas está o sequenciamento genômico para mapear a presença da variante em cada estado ou município.

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Os casos suspeitos devem ser isolados, com tratamento para aliviar os efeitos e possíveis complicações. O Ministério da Saúde também solicita a notificação imediata para gerar ações de resposta em localidades onde a variante for identificada.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Rio: 24 cidades estão sem mortes por covid-19 há duas semanas    

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Dos 92 municípios do estado do Rio, 24 estão há duas semanas sem registrar mortes por covid-19. O levantamento é de técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta sexta-feira (30). A análise levou em consideração dados das semanas epidemiológicas 27 e 28, período de 4 a 17 de julho.

As cidades sem óbitos provocados pela doença são: Aperibé, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cambuci, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Duas Barras, Italva, Itaocara, Laje do Muriaé, Macuco, Miguel Pereira, Paracambi, Paty do Alferes, Rio das Flores, Santa Maria Madalena, São José de Ubá, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe disse que é importante destacar que essa análise não pode ser feita com semanas tão próximas. “É preciso respeitar 15 dias, ao menos, para que as informações estejam mais consolidadas. O resultado é consequência da vacinação no estado do Rio de Janeiro, que já atingiu mais de 50% de toda população fluminense adulta com ao menos uma dose da vacina”, avaliou.

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A secretaria informou ainda que muitos casos são notificados após a data do óbito. Por essa razão, desde o início da pandemia, recomenda-se que a análise das informações seja feita pela data de ocorrência da morte; e não pela data de notificação ou confirmação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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