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Casos de dengue caem 80% no DF em 2021

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O número de casos de dengue no Distrito Federal, em 2021, mostra queda de 80% em relação ao mesmo período de 2020. Segundo levantamento da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, entre 3 de janeiro e 20 de maio foram registrados 7.058 casos da doença na capital do país.

No mesmo intervalo, em 2020, o número de pessoas infectadas foi de 35.080. O Governo do Distrito Federal (GDF) informou que a queda intensa do número de casos se deve às ações de prevenção e combate à dengue promovidas nas diversas regiões.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, vêm sendo realizadas iniciativas focalizadas em locais com maiores riscos e incidência de casos. Essas ações envolvem a aplicação de larvicidas e de inseticidas, além de visitas a domicílios e bloqueios focais.

As equipes visitam casas e orientam moradores sobre como lidar com objetos e áreas que podem servir de pontos de reprodução para o mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypti.

Na época da seca, a partir do mês de maio, os casos caem em razão da ausência das chuvas na capital. Contudo, a secretaria destaca que o esforço deve ser de ações de combate contínuas e do cuidado por parte da população, mesmo durante esses meses.

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É o caso da conhecida orientação dada pelas autoridades de saúde para evitar águas paradas dentro de casa e em áreas comuns.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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