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Chocolate reduz a pressão arterial e protege o coração, mostra estudo

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Saúde

O consumo de cacau, matéria-prima do chocolate, ajuda a reduzir a pressão arterial. Foto: Divulgação

Chocolate é uma delícia e ainda faz bem à saúde. Um estudo da Universidade de Surrey, no Reino Unido, comprovou que o consumo de cacau, matéria-prima do chocolate, ajuda a reduzir a pressão arterial e a deixar os vasos sanguíneos mais elásticos.

Isso se deve ao nutriente flavonoide, responsável pela ação protetora.

“Os remédios tradicionais não funcionam para uma boa proporção de pessoas, então, podemos começar com uma intervenção de saúde como essa, por meio dos flavonoides, em alguns grupos”, afirmou Christian Heiss, autor do estudo, em entrevista ao jornal The Sun.

A pesquisa

Os pesquisadores selecionaram 11 pessoas saudáveis, sem problemas cardiovasculares, para participarem do estudo.

Elas foram analisadas durante oito dias, enquanto ingeriam um suplemento de flavonoides ou um placedo.

O extrato de uma pílula correspondia à quantidade de flavonoides contidos em 500 gramas de chocolate amargo.

Cada indivíduo recebeu um monitor de pressão arterial e um clipe de dedo para medir a velocidade do sangue. As medidas eram feitas pelos participantes durante o dia e de hora em hora.

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Resultado

A análise dos cientistas concluiu que o consumo do suplemento diminuiu significativamente a pressão e a rigidez arterial dos participantes.

A diminuição da pressão ocorreu dentro da faixa normal, não constituindo um problema para os voluntários.

O próximo passo será testar o suplemento em pacientes com doenças cardiovasculares.

Portanto, bora comer um chocolate! Mas atenção! Os pesquisadores alertam: nada de exagerar no consumo!

Liberdade FM  – Com informações de F5 News

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Saúde

Diagnóstico de varíola dos macacos será feito nos Lacens até agosto

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Com 2.584 casos confirmados, o Brasil deverá ser capaz de diagnosticar a varíola dos macacos em todos os laboratórios centrais de saúde pública (Lacens) do país até o final de agosto, informou hoje (12), em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com o ministro, o governo federal se antecipou à emergência de saúde pública de importância global declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho e articulou formas de lidar com a doença e receber pacientes no sistema público.

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil – Valter Campanato/Agência Brasil

“Desde maio, quando surgiram os primeiros casos na europa, o sistema único de saúde se preparou para enfrentar essa ameaça. Enfrentamos a emergência de saúde pública causada pela covid-19 e, desde o início, organizamos as estruturas dos laboratórios para fazermos o diagnóstico [da varíola dos macacos]”, informou.

Queiroga falou sobre a letalidade e a taxa de infecção da varíola dos macacos no Brasil, que em âmbito internacional causou cinco mortes em países considerados não endêmicos, segundo dados da OMS.

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“Vale lembrar que a letalidade dessa doença [varíola dos macacos] é baixa, ou seja, a maioria dos casos é simples, de tal sorte que não é algo que se assemelhe à covid-19, apesar de ser uma emergência de saúde pública global reconhecida pela OMS”, informou o ministro.

O ministro da Saúde lembrou que a grande maioria de casos de varíola dos macacos acomete homens que fazem sexo com outros homens, e que o principal vetor de transmissão é o contato direto pele a pele ou pelas mucosas. “Isso é uma observação epidemiológica. Não tem cunho de estigmatizar cidadãos. Qualquer um pode adquirir”, complementou.

Outro ponto apresentado pelo ministro da Saúde é que o uso de preservativos não impede a contaminação pela varíola dos macacos. Dentre as principais características da enfermidade estão: febre, lesões de pele, ínguas e crostas. “Os indivíduos devem ficar isolados”, explicou Queiroga, que estimou em três semanas o período de convalescência.

O ministro, que é médico, também afirmou que o tratamento da doença até o momento se dá pelo tratamento dos sintomas, enquanto medicamentos antivirais específicos contra a doença ainda estão sendo estudados.

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Poliomielite

Erradicada no Brasil em 1989, a poliomielite teve casos diagnosticados em outros países recentemente, relatou o ministro. Para evitar qualquer ocorrência da doença em solo nacional, Queiroga reforçou a importância da vacinação da Campanha Nacional de Vacinação, lançada no dia 7 de agosto.

“Qual é a nossa arma? A vacinação. É por isso que nós fazemos um apelo aos pais, aos avós: que levem filhos e netos para as salas de vacinação”, disse o ministro.

O esquema vacinal para a poliomielite tem duas fases. Na primeira, a criança toma 3 doses injetáveis: a primeira aos dois meses de vida; a segunda aos 4 meses de vida; a terceira aos 6 meses de vida. A segunda fase, de reforço, por via oral, deve ser administrada a partir de 1 ano e 3 meses de vida. A segunda dose das gotinhas deve ser dada aos 4 anos, e não deve ultrapassar os 6 anos, 11 meses e 29 dias de vida da criança.

Assista à entrevista em A Voz do Brasil:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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