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Cidade de São Paulo inicia vacinação de grávidas e puérperas

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Nesta segunda-feira (7), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital paulista inicia a vacinação de gestantes e mulheres que deram à luz a até 45 dias (puérperas) sem comorbidades e maiores de 18 anos, e também de lactantes com comorbidades acima de 18 anos.

Os postos drive-thru e farmácias parceiras da campanha de vacinação contra a covid-19 na cidade de São Paulo também foram reabertos e com uma novidade, todos com a segunda dose do imunizante que protege da covid-19. A secretaria vai disponibilizar a segunda dose da vacina em todos os postos da rede, incluindo os megapostos com acesso para pedestres.

Também a partir desta segunda-feira, os estagiários dos cursos de saúde, independentemente do ano cursado, poderão se cadastrar para doses remanescentes nas 468 Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital. Todos os dias, de 1.800 a 2.000 doses ficam disponíveis no fim do dia e podem ser aplicadas no público que se cadastrar para as doses que sobrarem.

Até sábado (5), foram aplicadas 5.275.141 doses na cidade de São Paulo desde o início da campanha, em 19 de janeiro. Desse número, 3.635.748 pessoas receberam a primeira dose e 1.639.393 já completaram o esquema vacinal com a segunda dose.

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A secretaria alerta para a importância de tomar as duas doses da vacina, respeitando os intervalos recomendados entre uma e outra dose, para completar o esquema vacinal e obter a proteção necessária contra a covid-19. No caso da CoronaVac, do Butantan, o intervalo é de 21 a 28 dias. Já as vacinas da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz e da Pfizer o prazo entre a primeira e segunda dose é de 12 semanas.

Todas as salas de vacinação das 468 Unidades Básicas de Saúde da cidade de São Paulo estão abastecidas de maneira a garantir o acesso às vacinas dos grupos prioritários elegíveis no momento, conforme instruções disponíveis na página Vacina Sampa.

Mesmo após receber as duas aplicações da vacina, todas as pessoas devem seguir com os cuidados sanitários, como o uso de máscara, a higienização com álcool em gel e o distanciamento social, evitando aglomerações.

Vacinação

O estado de São Paulo aplicou 119.450 vacinas contra a covid-19 no sábado, Dia D de Vacinação. Mais de 5 mil pontos de vacinação ficaram abertos em todo estado. Hoje, 92.569 pessoas deram início ao seu esquema vacinal e deverão retornar aos postos dentro dos prazos indicados para cada imunizante.

“Conseguimos resultados importantes e agradecemos a todos os que compareceram aos postos e aos que trabalharam neste dia. Queremos e precisamos avançar mais, pois somente com a segunda dose é possível garantir a proteção”, disse a coordenadora do Programa Estadual de Imunização (PEI), Regiane de Paula.

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“Todas as vacinas aprovadas pela Anvisa são seguras e eficazes. Quem não conseguiu ir hoje a um posto e ainda está com a segunda dose em atraso pode procurar a rede de saúde nos próximos dias e completar seu esquema vacinal”, disse a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica, Tatiana Lang D’Agostini.

Com base nas estatísticas populacionais do Ministério da Saúde, para cada faixa etária ou público específico, o governo de São Paulo define as remessas de doses necessárias para as 645 cidades em cada etapa da campanha. Os quantitativos de primeira e segunda dose são idênticos, realizados em duas entregas diferentes para que o município realize a aplicação e conclua a imunização das pessoas.

A Secretaria de Estado da Saúde encaminhou na última semana 279.815 doses extras da CoronaVac para cerca de 500 cidades exclusivamente para aplicação da segunda dose.

Veja a lista completa dos postos de vacinação na página Vacina Sampa.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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