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Covid-19: pandemia gerou 538,9 mil mortes e 19,2 milhões de casos

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A pandemia do novo coronavírus provocou, até o momento, 538.942 mortes. Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 1.548 novos óbitos. O número de pessoas que pegaram covid-19 chegou a 19.262.518. Entre ontem e hoje, as secretarias estaduais de Saúde confirmaram 52.789 novos casos da doença, segundo o painel do Ministério da Saúde.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 17.917.189.

Ainda há 806.387 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves. Nas últimas duas semanas esse índice vem caindo progressivamente.

Os novos dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (15), que consolida informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Estados

O balanço diário do Ministério da Saúde também traz os dados por estado. No alto do ranking de mais mortes por covid-19 estão São Paulo (133.901), Rio de Janeiro (57.252), Minas Gerais (48.513), Paraná (33.337) e Rio Grande do Sul (32.500).

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Na ponta de baixo estão Acre (1.774), Roraima (1.797), Amapá (1.876), Tocantins (3.375) e Alagoas (5.594).

Vacinação

Conforme o Ministério da Saúde, até o momento foram distribuídas 153,2 milhões de doses aos estados, tendo sido entregues 143,9 milhões. Segundo a pasta, 9,2 milhões foram enviadas e estão em processo de distribuição;

Considerando as informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e dos levantamentos de cada secretaria estadual de Saúde, foram aplicadas 119 milhões de doses, sendo 86,6 milhões da 1ª dose e 32,3 milhões da 2ª dose e dose única.

Quando consideradas somente as doses registradas no sistema do PNI, foram aplicadas 112,9 milhões, sendo 82 milhões da 1ª dose e 30,8 milhões da 2ª dose e dose única. Foram aplicadas e ainda aguardam registro 6 milhões de doses, sendo 4,4 milhões de vacinados com a primeira dose e 1,4 milhão de vacinados com a segunda dose e dose única.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Inteligência artificial pode desafogar sistema de saúde na pandemia

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Estudo feito em parceria por pesquisadores da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Fundação Getulio Vargas (FGV) e Instituto Laura Fressatto provou que atendimentos feitos com uso de inteligência artificial, por meio do robô Laura Care, ajudaram a desafogar o sistema de saúde durante a pandemia de covid-19.

O médico Murilo Guedes, pesquisador pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da PUCPR, disse à Agência Brasil que foi desenvolvido um algorítimo de inteligência artificial (IA) que tem a capacidade de fazer a triagem de pacientes com covid-19. “O paciente entra em contato com a plataforma do robô Laura e digita algumas informações que o robô identifica e interpreta. O paciente tanto pode receber informações, como prevenção, vacinas e orientações sobre covid-19, mas também pode descrever os sintomas [que está sentindo] para o algorítimo”.

A partir da descrição dos sintomas, o algorítimo detecta a gravidade da doença no paciente, disponibilizando as informações para um profissional de saúde. A ferramenta funciona como um pronto atendimento digital, fazendo triagens e encaminhamentos para o atendimento e acompanhamento de pacientes.

Se o paciente é classificado como leve, ele continua em interação com o robô, fazendo atualizações a cada três dias para que sejam tomadas as medidas apropriadas. Se o paciente piora, o robô redireciona o paciente para um teleatendimento com enfermeiro ou médico, para consulta por mensagem ou vídeo.

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Segundo Murilo Guedes, a ferramenta permite o atendimento por níveis de cuidado, otimizando o uso inteligente dos recursos e o atendimento imediato do usuário.

Análises

O trabalho analisou atendimentos feitos por essa plataforma a 24,1 mil pessoas, entre julho e outubro de 2020, em três municípios: Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva (SP). Desse total, 44,8% dos pacientes foram classificados com sintomas leves de covid-19, 33,6% dos casos foram considerados moderados e apenas 14,2% foram diagnosticados como casos graves da doença.

Segundo os pesquisadores, o atendimento feito com inteligência artificial, ao mesmo tempo que se apresenta como solução para a triagem de pacientes e acompanhamento da evolução dos sintomas da covid-19, faz com que o acesso ao sistema de saúde ocorra de maneira coordenada, contribuindo para não sobrecarregar os hospitais e unidades de pronto atendimento.

Os resultados preliminares de viabilidade dessa tecnologia constam do estudo Covid-19 in Brazil – Preliminary Analysis of Response Supported by Artificial Intelligence in Municipalities, publicado no jornal Frontiers in Digital Health, considerado referência internacional para trabalhos que abordam as intersecções entre saúde e tecnologia.

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Eficácia

No momento, os pesquisadores estão executando novos estudos com o robô Laura Care para avaliar a segurança e eficácia desse algorítimo para implementação em mais ampla escala, em nível nacional. “O que a gente ainda precisa fazer, daqui para a frente, é mostrar que a ferramenta tem eficácia na avaliação dela e que ela é segura”. Essa fase nova tem prazo de conclusão prevista em torno de três a seis meses.

Murilo Guedes afirmou que a tecnologia está sendo aplicada em outros contextos, sejam públicos, como sistemas de saúde municipais, ou privados, como seguradoras de saúde. “Ou outras instituições que possam se beneficiar da triagem, usando inteligência artificial para pacientes que procuram pronto atendimento”. Isso se aplica não só para a covid-19, mas para outras doenças.

De acordo com o pesquisador, o objetivo é que a tecnologia seja aplicada em todos os contextos na medicina de urgência e emergência, para triagem de pacientes para pronto atendimento. “O grande objetivo aqui é otimização de recursos em saúde para desafogar as instituições de saúde”, disse o pesquisador da universidade. 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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