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Covid-19: pessoas com 58 anos podem agendar vacinação no DF

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As pessoas com 58 anos, sem comorbidades, podem agendar a vacinação contra a covid-19 a partir desta segunda-feira (7) no Distrito Federal. A previsão é vacinar cerca de 20 mil pessoas dessa idade. A marcação do horário está disponível no site da Secretaria de Saúde do DF.

Desde a última sexta-feira (4), pessoas com 59 anos também podem agendar a vacinação, que começou hoje. Para o público de 58 anos, a vacinação já começa nesta terça-feira (8). A ampliação do público a ser imunizado foi anunciada mais cedo pelo governo do Distrito Federal (GDF), que informou que deve ir reduzindo a idade do público-alvo a cada semana.

Desde o início da campanha nacional de imunização contra a covid-19, o DF recebeu 17 remessas de vacinas totalizando 1,32 milhão de doses.

Além da vacinação por idade, no DF estão sendo vacinados os rodoviários, profissionais da educação, profissionais da segurança pública, aeroportuários, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência.

De acordo com a Secretaria de Saúde, para maior segurança no agendamento, é importante que, ao final do processo, o cidadão imprima a ficha de agendamento, que deverá ser entregue no local da vacinação, e apresente documentos de identificação. Não é necessário agendar a segunda dose. O usuário pode comparecer ao ponto de vacinação na data prevista no cartão de vacinação, levando esse documento e outro de identificação com foto.  

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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