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Dois casos da variante Delta são identificados na cidade do Rio

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Dois casos da variante Delta do coronavírus, considerada mais contagiosa, foram identificados no município do Rio de Janeiro. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (14), em nota, pela prefeitura.

“A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) informa que identificou dois casos de síndrome gripal por covid-19 relacionados à variante Delta (B.1 617.2), após sequenciamento genômico, na cidade do Rio. Tratam-se de dois homens, de 27 e 30 anos, residentes dos bairros de Vila Isabel e Paquetá. A investigação epidemiológica está em curso pelas equipes da Vigilância em Saúde da SMS”, informou.

Segundo o comunicado, a SMS segue fazendo o acompanhamento epidemiológico da pandemia na cidade e, em conjunto com a Secretaria de Estado de Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o monitoramento da entrada de diferentes cepas.

“Independentemente da variante, as medidas preventivas são as mesmas. A população deve manter o distanciamento, usar máscaras e higienizar as mãos com álcool 70 ou, quando possível, água e sabão”, concluiu a nota.

Dois casos da variante Delta já haviam sido detectados, no início do mês, no estado do Rio de Janeiro, em municípios da Baixada Fluminense. Segundo autoridades sanitárias, os pacientes são um homem de 30 anos e uma mulher de 22 anos, moradores de Seropédica e São João de Meriti.

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Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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Rio: 24 cidades estão sem mortes por covid-19 há duas semanas    

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Dos 92 municípios do estado do Rio, 24 estão há duas semanas sem registrar mortes por covid-19. O levantamento é de técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta sexta-feira (30). A análise levou em consideração dados das semanas epidemiológicas 27 e 28, período de 4 a 17 de julho.

As cidades sem óbitos provocados pela doença são: Aperibé, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cambuci, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Duas Barras, Italva, Itaocara, Laje do Muriaé, Macuco, Miguel Pereira, Paracambi, Paty do Alferes, Rio das Flores, Santa Maria Madalena, São José de Ubá, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

O secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe disse que é importante destacar que essa análise não pode ser feita com semanas tão próximas. “É preciso respeitar 15 dias, ao menos, para que as informações estejam mais consolidadas. O resultado é consequência da vacinação no estado do Rio de Janeiro, que já atingiu mais de 50% de toda população fluminense adulta com ao menos uma dose da vacina”, avaliou.

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A secretaria informou ainda que muitos casos são notificados após a data do óbito. Por essa razão, desde o início da pandemia, recomenda-se que a análise das informações seja feita pela data de ocorrência da morte; e não pela data de notificação ou confirmação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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