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Governo libera R$ 1,4 bilhão para compra de vacinas contra a covid-19

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O Plano Nacional de Imunização recebeu R$ 1,4 bilhão para a compra de 100 milhões de doses das vacinas contra a covid-19. A portaria com a liberação dos recursos foi publicada ontem (23), em edição extraordinária no Diário Oficial da União.

O dinheiro veio por meio de um crédito suplementar no Orçamento de 2021, que remanejou gastos discricionários (não obrigatórios), sem impactar as contas públicas nem estourar o teto de gastos. Caso os recursos viessem por meio de créditos extraordinários, estariam fora do teto.

A liberação dos recursos havia sido anunciada na última segunda-feira (22) pelo secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago. O governo espera comprar 340 milhões de doses de vacina contra a covid-19 para as próximas fases de imunização.

Segundo Colnago, o crédito suplementar foi necessário porque o governo precisa adiantar 10% do valor do contrato ainda este ano. “O grosso da despesa [com a aquisição de vacinas] será no ano que vem”, declarou.

Em 2020 e 2021, o Ministério da Economia liberou R$ 31 bilhões em créditos adicionais para a compra de vacinas e para despesas ligadas ao enfrentamento da pandemia de covid-19.

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Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Prefeitura de SP pede autorização para diminuir intervalo entre doses

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A prefeitura de São Paulo enviou na manhã de hoje (2) para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para o Comitê Científico do governo do estado de São Paulo e para o Ministério da Saúde, uma solicitação de autorização para a redução do intervalo da dose adicional de vacina contra covid-19 para adultos, passando de cinco para quatro meses.

Atualmente, a dose de reforço pode ser aplicada a partir de cinco meses após o recebimento da segunda dose. Segundo o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, a cidade tem estoque de vacina suficiente para essa antecipação.

Estado

O governo do estado já anunciou que reduzirá esse intervalo de cinco para quatro meses, depois da recomendação do Comitê Científico do Coronavírus do Estado de São Paulo diante do atual cenário epidemiológico da doença no mundo e a proximidade das festividades de final de ano.

Além do cenário epidemiológico ao redor do mundo, a medida levou em consideração que São Paulo é porta de entrada, via portos e aeroportos, de pessoas de todo o mundo, e o Brasil ainda não tem a obrigatoriedade da apresentação de comprovante de esquema vacinal completo para os viajantes. Nesta semana, o governo de São Paulo também confirmou três casos da variante Ômicron, já diagnosticada em diversos países, podendo impactar no cenário epidemiológico mundial.

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A medida vale para quem tomou duas doses dos imunizantes CoronaVac, AstraZeneca e da Pfizer. Serão beneficiadas cerca de 10 milhões de pessoas que se vacinaram nos meses de julho e agosto.

Aqueles que tomaram o imunizante de dose única da Janssen, poderão receber a dose adicional do mesmo imunizante com intervalo a partir de dois meses. Na ausência da vacina da Janssen, é possível ser administrada uma dose adicional da Pfizer.

Fonte: EBC Saúde

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