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Ministério da Saúde monitora datas de validade de insumos, diz pasta

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O Ministério da Saúde monitora constantemente as datas de validade dos insumos, trabalha com a possibilidade de troca desses itens vencidos junto aos fabricantes e com percentuais de perda dentro de margens tecnicamente aceitáveis. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (8) durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, que teve a participação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Um dos temas abordados na audiência foram vacinas e insumos para tratamento de doenças como diabetes, hepatite B, alzheimer, câncer, dentre outras, que venceram e seriam incinerados, segundo matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo no início desta semana.

Queiroga lamentou o vencimento de insumos. “Com relação a insumos vencidos, realmente é um problema. Não é que o ministério deixa vencer por negligência. É porque se compra em [grande] quantidade”, disse. Segundo o ministro, dentre os produtos vencidos também estavam itens comprados em governos anteriores. “Há insumos adquiridos há dois governos anteriores e que não foram distribuídos”.

Covid-19

O ministro reafirmou que todos os brasileiros serão vacinados contra a covid-19 até o final do ano e comemorou os números de vacinação no país. Segundo os últimos dados divulgados pela pasta, 203,24 milhões de doses foram aplicados no Brasil.

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O ministro atribuiu ao ritmo de vacinação a queda no número de casos e mortes pela doença. Segundo ele, nos últimos 60 dias o país teve uma redução de 60% no número de casos e mortes por covid. “Nos últimos 15 dias essa redução tem sido sustentada, mesmo com o advento da variante Delta, que já tomou um caráter de propagação comunitária aqui em nosso país. E a explicação para esse maior conforto no cenário epidemiológico é só uma: a nossa campanha de imunização”.

Terceira dose

Questionado sobre a aplicação de uma terceira dose de vacina nos brasileiros, Queiroga afirmou que buscou informações de especialistas, além de observar, com auxílio de uma avaliação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que após seis meses a efetividade da vacina caía, sobretudo entre os mais idosos.

“Os indivíduos acima de 70 anos tem uma efetividade de vacina muito baixa, sobretudo em relação ao imunizante que tem a tecnologia do vírus inativado. Em nonagenários, a efetividade chega a ser de 30%. Eles não estão protegidos e requerem uma terceira dose”. Ele afirmou que outros países, como Israel e Estados Unidos, além do Reino Unido, adotaram a aplicação de uma dose de reforço.

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa pede inclusão de eventos adversos na bula da vacina da Janssen

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) requereu à farmacêutica estadunidense Janssen e a sua representante no Brasil Cilag a inclusão na bula da vacina contra a covid-19 de informações sobre os eventos adversos ocorridos durante a imunização. As companhias têm 30 dias para cumprir a solicitação.

Eventos adversos são episódios indesejados registrados em pessoas que receberam a vacina, que devem ser comunicados à Anvisa para o monitoramento de vigilância em saúde sobre esses produtos. 

Segundo a agência, entre os eventos adversos notificados aparecem aumento do número de linfonodos (como caroços no pescoço), sensação de dormência em algumas partes do corpo, diminuição da sensibilidade da pele, zumbido no ouvido, diarreia e vômitos.

Notificação

A notificação de eventos adversos precisa ser feita à Anvisa mesmo se não houver suspeita de que o desconforto foi provocado pelo medicamento. De acordo com a Anvisa, a subnotificação pode retardar a identificação de sinais de risco e subestimar a dimensão de um problema.

A comunicação pode ser feita por meio do site da Anvisa, pelos sistemas Vigimed e Notivisa. Ali, há possibilidade de relatar problemas em diversos produtos, entre eles medicamentos e vacinas.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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