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Paraná confirma primeiro caso da variante indiana no estado

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O governo do Paraná confirmou hoje (2) a existência de um caso da variante indiana (B.1.617) da covid-19 no estado. O vírus foi encontrado em uma mulher de 71 anos, com comorbidades, moradora de Apucarana, na região noroeste do estado. A identificação foi realizada por sequenciamento genômico do vírus SARS-CoV-2, realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com amostra de um caso confirmado do Paraná.

A paciente fez coleta de exame RT-PCR para diagnóstico da covid-19 no dia 26 de abril. Ela chegou a ser hospitalizada, mas teve alta em seguida. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a mulher morava com o marido de 74 anos e o filho de 58 anos. E os três foram diagnosticados com covid-19. O filho morreu em 17 de maio.

A secretaria não informou se alguém da família viajou recentemente à Índia ou se teve contato com pessoas que estiveram naquele país. O órgão, no entanto, informou que a equipe de Vigilância Epidemiológica municipal realiza acompanhamento dos familiares e contatos próximos e abriu investigação epidemiológica sobre o caso.

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Além desse caso, a Sesa informou que existe um caso suspeito de também ter sido contaminado com a B.1.617. Trata-se de um homem de 38 anos, morador de Cascavel, no oeste do estado. A Fiocruz já está com a amostra de sangue desse homem e a secretaria aguarda o resultado.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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