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Prefeitura de SP entrega mais três usinas de oxigênio na capital

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A prefeitura de São Paulo informou que irá concluir até o final do dia de hoje (7) a instalação de mais três usinas de oxigênio na capital paulista: duas nas unidades de assistência médica ambulatorial (Ama) de Sapopemba e José Pires, na Zona Leste, e uma na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Mariana, na Zona Sul.

Com a entrega das três usinas, São Paulo passa a contar com 19 usinas de oxigênio instaladas pela prefeitura após o início da pandemia de covid-19. Segundo o secretário de Saúde da capital, Edson Aparecido, com os novos equipamentos, o município poderá aumentar o número de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI).

“Com essas 19 miniusinas, teremos a capacidade para ampliar, até o dia 20 de junho, a abertura de mais 250 leitos de UTI aqui na cidade”, destacou.

Segundo a prefeitura, os geradores, juntos, terão capacidade para produzir diariamente 9 mil metros cúbicos de gás oxigênio, o equivalente a 900 cilindros por dia. Foram investidos pela administração municipal R$ 9,5 milhões na aquisição e implantação das 19 usinas. A estimativa é uma economia de R$ 250 mil mensais para os cofres públicos.

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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