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SP: imunização de educadores e pessoas em situação de rua é antecipada

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 A partir de sexta-feira (11) começa, na capital paulista, a vacinação de profissionais da educação com 18 anos ou mais. Na próxima segunda-feira (14), a prefeitura de São Paulo ira retornar a vacinação por faixa-etária, imunizando pessoas com 58 e 59 anos. Além disso, as equipes do Consultório de Rua irão buscar as pessoas com 18 anos ou mais em situação de rua que ainda não se vacinaram.

“Nós voltamos agora para a vacinação pelas faixas etárias, após imunizarmos todo o grupo de pessoas com comorbidades, os profissionais da Saúde, da assistência social, gestantes acima de 18 anos e vacinaremos também a população em situação de rua, além de ter esse foco maior nas faixas etárias”, disse o prefeito Ricardo Nunes.

O retorno da vacinação pela faixa-etária ocorre após a imunização de quase todos os grupos prioritários estabelecidos pelo Plano Nacional de Imunização (PNI). Na cidade de São Paulo são estimadas cerca de 140 mil pessoas entre 58 e 59 anos.

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Além disso, por meio do Programa Municipal de Imunizações (PMI), a secretaria iniciou na quarta-feira (9) a vacinação para cerca de 8 mil profissionais da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, que atuam na linha de frente em serviços da proteção social junto à população em situação de vulnerabilidade. Serão imunizados 1.777 profissionais entre 18 e 30 anos, 2.509 entre 31 e 40 anos, 2.134 entre 41 e 50 anos e 1.567 com mais de 50 anos.

“Com isso terminamos a vacinação com todos os funcionários vacinados contra a covid-19, incluindo os que trabalham nos serviços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes, que não são parceiros da prefeitura, mas que também prestam esse serviço”, destacou a secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Berenice Giannella.

Pessoas em situação de rua

Em fevereiro deste ano, a prefeitura de São Paulo iniciou a vacinação das pessoas em situação de rua. Ao todo, já foram aplicadas 21.754 doses da vacina contra a covid-19 nos que estão cadastrados nos centros de acolhida da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social..

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“Vacinamos todos os moradores de rua com mais de 60 anos e os moradores de rua que estavam nos Centros de Acolhida da Prefeitura. Agora iremos vacinar cerca de 14 mil pessoas que efetivamente ficam e moram nas ruas de forma permanente. As nossas equipes do Consultório de Rua irão até eles, já que eles não são os pacientes que vão até as unidades de saúde. Nós iremos buscá-los nos lugares que eles vivem e moram”, afirmou o secretário Edson Aparecido.

A previsão é que mais 14 mil pertencentes ao grupo sejam vacinados. “Só tenho que agradecer muito esse trabalho. Isso é muito importante, porque a população em situação de rua precisa ser defendida, protegida e vacinada, superando este momento tão difícil”, disse o padre Júlio Lancellotti, que atua em defesa das pessoas em situação de rua.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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