ÁGUA BOA

TRAIÇÃO NO BANHEIRO

“Meu namorado foi tomar banho e ela entrou”, diz mulher que matou amiga em MT; veja vídeo

Suspeita diz que considerava vítima “uma irmã”

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Vale do Araguaia

A acusada de assassinar a amiga Adriana da Silva, 26 anos, a facadas na noite do último domingo (13) no bairro Jardim Bela Vista, em Canarana (830 km de Cuiabá), contou detalhes do crime em entrevista a imprensa. De acordo a autora do assassinato, elas passaram a tarde bebendo na companhia de seu namorado e do marido da vítima.

A confusão teria começado no momento em que as mulheres preparavam o jantar. “A gente tinha uma amizade muito grande e ela foi na minha casa me convidar para a gente tomar bebidas. Ela e meu namorado foram me buscar em casa e ficamos bebendo a tarde toda. Depois, fomos para a casa do meu namorado fazer uma janta. Do nada, meu namorado foi banhar e ela entrou no banheiro. Eu tentei entrar e ela tentou me impedir, mas não teve forças e eu invadi o banheiro”, disse a acusada.

Na sequência, ela detalhou o que ocoreu no banheiro. “Ela jogou um copo no chão para tentar segurar a porta, mas eu invadi. Fiz eles saírem do banheiro, saí gritando no meio da rua com faca e esfaquei ela. Tentei atingir ele também”, relatou.

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“IRMÃS”

Ainda segundo a acusada, ela estava com o namorado há um mês e considerava Adriana “uma irmã”. “Nós éramos mais que amigas. Éramos como irmãs”, lamentou.

Adriana foi esfaqueada pela mulher na região do tórax. O homem tentou intervir e acabou sendo atingido na região do peito, mãos e pernas.

A Polícia Militar foi acionada e, quando chegou ao local, encontrou a vítima caída no chão. Ela foi encaminhada por uma ambulância ao Hospital Municipal Lorena Parode, mas não resistiu ao ferimento e veio a óbito.

A acusada foi algemada e encaminhada a Delegacia de Canarana. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.

Folha Max

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Vale do Araguaia

Acidente áereo que aconteceu próximo a São José do Xingu faz 32 anos

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O acidente aconteceu em 1989, restos do avião ainda estão no local. - Foto: Reprodução Agência da Notícia

O erro na rota de navegação que levou à morte de 12 passageiros em um pouso forçado por falta de combustível e bem longe do destino Belém-Pa

Em 1989, passageiros viveram horas de desespero e ficaram quase dois dias isolados no meio da floresta Amazônica. Saindo de Marabá com destino a Belém, o voo 254 não chegou ao seu destino final. Um grave erro na rota fez com que o avião seguisse para o Mato Grosso e não para a capital paraense.

Após o pouso forçado, em uma localidade próxima de São José do Xingu (MT), no meio da mata fechada na Amazônia, os sobreviventes ficaram isolados e depois de 44 horas foram encontrados pelas Forças Armadas e resgatados. Inclusive a pequena Ariadna, na época com menos de 2 anos de idade, foi encontrada sem qualquer arranhão, sua mãe Regina teve ferimentos leves, mas na época disse estar focada em proteger o seu bebê. Ao todo foram 42 sobreviventes e 12 mortos.

Com a força do impacto muitos acentos se desprenderam e flutuaram dentro do Boeing 737-200. O erro de rota foi algo que nos dias atuais, com equipamentos modernos e GPS, não aconteceriam com facilidade. Em inquérito concluído pela Aeronáutica, o comandante, Cézar Augusto Pádula Garcez, e o copiloto, Nilson de Souza Zille, inseriram a rota no sistema de navegação da aeronave de maneira errada, digitando 270 em vez de 027, que era a rota correta para o trecho Marabá-Belém.

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O avião ficou perdido e se distanciou muito da rota original, cerca de 1,1 mil km distante de Belém. O pouso forçado aconteceu porque a aeronave não tinha combustível suficiente para chegar em um aeroporto. O piloto Garcez e o copiloto Zille foram condenados a quatro anos de prisão porque, em conclusão da justiça, foram negligentes e colocaram a vida de muitas pessoas em risco. Porém, a pena foi convertida em multa e punição alternativa.

Nélia Ruffeil, ex-repórter e apresentadora da TV Liberal, falou sobre essa tragédia que abalou as famílias que buscavam informações dentro de uma imensa angústia. Mas que para muitas pessoas, essa espera teve um final surpreendente, com cerca de 42 sobreviventes e histórias impressionantes não apenas do acidente aéreo, mas também das horas que ficaram isolados no meio da mata fechada: “E foram três dias de aflição, até que depois, para a surpresa geral de todo mundo, nós descobrimos que tinham sobreviventes e tinha muita gente inclusive que tinha sobrevivido e foi muito emocionante acompanhar, porque ao mesmo tempo que a gente acompanhou a dor das pessoas que perderam os seus familiares, nós também acompanhamos histórias muito emocionantes”.

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A telespectadora Angela Souza relembrou este trágico acidente aéreo, que aconteceu não por falha mecânica e sim humana e que matou 12 pessoas. A telespectadora ressaltou principalmente que a fatalidade poderia ter sido evitada pelos responsáveis pelo voo 254: “por uma falta de interação entre piloto e copiloto, por uma falha humana, toda uma tragédia deveria ter sido evitada”.

Olho no Araguaia –  Agência da Notícia

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