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Casal viaja mais de 1 mil km para visitar túmulo de Marília Mendonça: ‘Podem passar 100 anos que ela sempre será lembrada’

Aos 26 anos, rainha da sofrência morreu em acidente de avião a caminho de um show em Minas Gerais. Os dois são do Tocantins e acenderam velas e fizeram orações para a cantora em cemitério de Goiânia.

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Após viajar mais de 1 mil km, o autônomo Edilson Carvalho das Flores Junior, de 28 anos, e a esposa, Maria Marcilene Brito da Silva, de 40 anos, visitaram o túmulo de Marília Mendonça, em Goiânia. Ele contou ao g1 que sempre foi fã dela e que não poderia deixar de homenageá-la. O casal acendeu velas e fez orações para a rainha da sofrência. Eles são do Tocantins.

“Ela vai ficar para sempre em nossos nosso corações. Podem passar 50 ou 100 anos que ela vai sempre vai ser lembrada”, disse Edilson.

A visita aconteceu na tarde de terça-feira (16). Aos 26 anos, Marília Mendonça morreu em um acidente de avião a caminho de um show em Minas Gerais. Edilson contou que mora em Araguaína e que conheceu a artista assim que a música “Infiel” ficou famosa e, à época, ela fez um show em sua cidade.

“A música que mais me marcou foi ‘Infiel’ e ‘Alô Porteiro’, porque foi quando ela fez show na nossa cidade e fomos. Eu estava no começo do meu relacionamento. Fomos com amigos. Foi muito bom”, lembrou.

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Após o show, o casal disse que não parou mais de ouvir as músicas de Marília. O esposo disse ainda que sempre coloca as canções para o filho de 2 anos ouvir e que ele adora. O menino também esteve na visita ao túmulo.

“Ele dança até ouvindo Marília. Tiramos uma foto para mostrar para ele futuramente quem foi Marília Mendonça, como ele é neném, ainda não entende”, disse Edilson.

O casal contou ainda sobre o desespero ao saber da partida precoce da cantora: “Deu um vazio, uma tristeza. Ela era tão jovem, cheia de planos e sonhos. Muito triste. A gente nunca imagina”.

Morte e despedida

Marília morreu no último dia 5 de novembro, em um acidente aéreo em Caratinga (MG). Além dela, também foram vítimas o tio e assessor dela, Abicieli Silveira, o produtor Henrique Bonfim, o piloto e o copiloto do avião.[Marília Mendonça e Henrique Ribeiro, quando cantora estava grávida do bebê Léo — Foto: Reprodução/Redes Sociais]Marília Mendonça e Henrique Ribeiro, quando cantora estava grávida do bebê Léo.

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O velório de Marília e do tio dela aconteceu no Ginásio Goiânia Arena, no dia seguinte ao acidente, sob muita comoção de fãs, familiares e cantores famosos, entre eles, Henrique e Juliano, Maiara e Maraisa e Jorge e Mateus.

Milhares de fãs passaram pelo local para se despedir da artista. Após o velório, os corpos seguiram em cortejo em caminhões do Corpo de Bombeiros pela GO-020 até o Cemitério Parque Memorial, onde foram enterrados.[Pilotos e técnico da Cenipa colhem pistas do avião que caiu causando a morte da cantora Marília Mendonça e mais quatro pessoas.
Centenas de carros e vários ônibus de duplas sertanejas seguiram o cortejo. O sepultamento foi fechado à família e amigos próximos.
Marília Mendonça nasceu em Cristianópolis em 22 de julho de 1995. Entre os seus grandes sucessos, que a colocaram como uma das cantoras mais ouvidas do país, estão “Infiel”, “De quem é a culpa?” e “Eu sei de cor”.

Olho no Araguaia/G1

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Jornalista aparece na Arena Pantanal e é recebida com festa por torcedores do Cuiabá

Nildes posou para fotos e vídeos foram registrados

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Após ganhar o noticiário no Estado por contas das polêmicas em que está se envolvendo, a jornalista Nildes Souza, 37 anos, tem prestigiado diversos locais com aglomerações, apesar de proibida pela Justiça de sair a noite, frequentar bares e de consumir bebida alcoólica. Reconhecida por conta da tornozeleira eletrônica que está usando desde terça-feira (12), ela tem sido “saudada” por onde passa, sempre com registros de fotos e vídeos.

Após ser fotografada na tarde de hoje pela Avenida Couto Magalhães e sacando dinheiro numa agência bancária de Várzea Grande, a jornalista esteve na noite de ontem nas imediações da Arena Pantanal, onde o Cuiabá venceu o Sport por 1 a zero. Nildes apareceu por lá enquanto os torcedores comemoravam a vitória do Dourado e acabou “fazendo a festa” com os torcedores.

Perto de integrantes de uma organizada, sambou enquanto a bateria da torcida voltou a tocar. Virou até grito de guerra dos torcedores. “A loira é da raça, ô,ô,ô,”, era um dos cantos.

Também posou para fotos com alguns torcedores e abraçava outros. Ela não apareceu com nenhum copo de bebida na mão.

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POLÊMICAS

A primeira polêmica de Nildes ocorreu na noite de segunda-feira. Na ocasião, foi detida por jogar bebida no rosto de um policial militar num bar na Praça Popular. Ficou detida até terça-feira, quando passou por audiência de custódia, onde ganhou liberdade com uso de tornozeleira eletrônica e outras proibições.

Na noite de quarta, a jornalista voltou a Praça Popular. A PM, acionada pelo presidente da Associação de Cabos e Soldados, conduziu ela até a Central de Flagrantes. Como descumprimento de cautelar necessita de decisão judicial para a acusada ser detida, foi liberada pela Polícia Civil sem necessidade de passar pela custódia.

Porém, na delegacia deu entrevistas com falas desconexas e confusas, revelando ter algum tipo de transtorno mental. Na primeira detenção, ela admitiu sofrer de bipolaridade.

Após sair da delegacia na noite de ontem, Nildes teria retornado à Praça Popular, mas deixou a região após ser alertada por um vendedor de balas. Voltou a ser notícia após brigar com um frequentador de um bar na região do Zero Quilômetro, em Várzea Grande.

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Após esse episódio, o debate sobre sua saúde mental ganhou força. A Associação de Cabos e Soldados conseguiu arrumar um psiquiatra para consultá-la e recebeu aval da família. Contudo, além de não saber seu paradeiro, necessita de decisão judicial para um tratamento involuntário.

Nas redes sociais, passou a ganhar seguidores, apesar de sua última postagem no feed do Instagram ter ocorrido no último dia 10. Já nos stories, compartilhou uma postagem do influencer Gato Louco na Arena Pantanal.

Olho no Araguaia/Folha Max

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