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Agronegócio

MT lidera produção agropecuária do país com projeção de R$ 206 bilhões em 2026

Desempenho é puxado por soja, milho e pecuária, que consolidam o Estado como referência no agro.

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 / Secom – MT

Mato Grosso segue como o Estado que mais produz no agronegócio brasileiro. A estimativa para 2026 aponta um Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuário de R$ 206 bilhões, cerca de 15% de tudo do que o Brasil gera no campo. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e foram compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

O VBP representa o valor total da produção agropecuária, calculado com base no volume produzido e nos preços de mercado, ou seja, é o valor bruto total da produção rural antes de qualquer processamento industrial.

Minas Gerais aparece em segundo lugar, com R$ 167 bilhões (12,09%), seguida por São Paulo com R$ 157 bilhões (11,36%), Paraná com R$ 150 bilhões (10,86%) e Goiás com R$ 117 bilhões (8,45%).

A base dessa liderança está na diversidade e no volume da produção estadual. A soja responde por 43% do que Mato Grosso produz no campo, seguida pelo milho com 21,67% e pela bovinocultura com 17,96%. O estado ocupa o primeiro lugar nacional na produção de soja, milho, algodão e bovinos.

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Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o resultado reforça o papel do agronegócio como vetor de geração de renda para a população do Estado. O setor agropecuário de Mato Grosso gerou, no mercado de trabalho, um saldo positivo de 9.066 novos empregos formais nos dois primeiros meses de 2026.

“Tão importante quanto ver o volume de recursos que o agronegócio movimenta é perceber como isso se transforma em oportunidades concretas, chegando à ponta com a geração de emprego e renda para a população de Mato Grosso”, afirma.

No cenário nacional, a estimativa do VBP agropecuário brasileiro para 2026 é de R$ 1,38 trilhão.

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Agronegócio

Mato Grosso amplia processamento de soja com avanço da demanda por óleo

Estado registra alta de 15,36% no esmagamento e bate recorde para fevereiro.

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O esmagamento de soja em Mato Grosso segue em crescimento e registrou alta de 15,36% em fevereiro de 2026, na comparação com a média dos últimos cinco anos.

De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, as indústrias do estado processaram 1,11 milhão de toneladas de soja no período, volume que também representa aumento de 3,93% em relação ao mesmo mês de 2025 e configura recorde para fevereiro.

O principal fator para o avanço é a forte demanda por óleo de soja, especialmente impulsionada pelo setor de biodiesel. A expectativa do mercado é de que esse cenário continue, principalmente com a possibilidade de aumento na mistura obrigatória de biodiesel no diesel, o que tende a elevar ainda mais o consumo do produto.

Com o maior ritmo de processamento, houve também aumento na produção de farelo de soja. No entanto, a demanda interna mais fraca fez com que o excedente fosse direcionado ao mercado externo. Em fevereiro, as exportações de farelo cresceram 20,13% em relação ao mesmo período do ano passado, também atingindo recorde para o mês.

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Apesar do cenário positivo para o volume processado, a margem de lucro das indústrias apresentou retração. O indicador fechou fevereiro com média de R$ 671,07 por tonelada, queda de 9,56% em relação a janeiro, influenciada principalmente pela redução nos preços do farelo de soja.

Mesmo com a pressão nas margens, Mato Grosso segue como destaque nacional na produção e industrialização da soja, consolidando sua posição no agronegócio brasileiro.

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