ÁGUA BOA
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

GREVE

Possível greve dos caminhoneiros acende alerta no agronegócio brasileiro

Alta do diesel e frete desvalorizado pressionam transportadores e ameaçam escoamento da produção rural

Publicado em

Como se não bastasse a instabilidade climática, a alta do diesel, o agronegócio brasileiro enfrenta um cenário de incerteza diante da possibilidade de uma nova greve dos caminhoneiros. Com a categoria em estado de mobilização, o aumento no preço do diesel e o descumprimento do piso mínimo do frete colocam em risco o transporte de insumos e o escoamento da produção no país.

A elevação dos combustíveis, impulsionada pelas tensões no mercado internacional de petróleo, tem impactado diretamente os custos logísticos. Para o produtor rural, isso significa mais dificuldade para manter a competitividade, especialmente em um momento de margens apertadas e volatilidade nos preços das commodities.

Além disso, caminhoneiros autônomos denunciam que muitos contratantes não estão respeitando o valor mínimo do frete, o que transfere prejuízos para quem depende da estrada para sobreviver. A insatisfação da categoria pressiona o governo federal por medidas mais eficazes, incluindo fiscalização rigorosa e ações que realmente cheguem ao bolso dos trabalhadores.

No campo, o clima é de preocupação. Uma eventual paralisação pode comprometer o abastecimento de fertilizantes, atrasar o transporte da safra e gerar perdas significativas para produtores. O impacto também pode atingir diretamente o consumidor, com reflexos no preço dos alimentos e no abastecimento de produtos essenciais.

Leia Também:  Governador Otaviano Pivetta afirma que vai trabalhar em parceria com os municípios: 'vamos usar o poder para o bem do povo'

A decisão sobre uma possível greve deve ser tomada em assembleias nos próximos dias. Caso confirmada, o país pode reviver os efeitos da paralisação de 2018, que provocou prejuízos bilionários e afetou toda a cadeia produtiva.

Diante desse cenário, produtores e entidades do setor reforçam a necessidade de soluções urgentes para evitar novos gargalos logísticos e garantir a continuidade da produção e distribuição no Brasil.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Economia

Casa Branca critica Brasil por Pix, Mercosul e “taxa das blusinhas”

Documento produzido pelo governo Trump detalha negócios mundiais e aponta causas de “instabilidade” no comércio com outros países

Published

on

A Casa Branca publicou documento, nesta quarta-feira (1º/4), em que detalha negócios dos Estados Unidos com outros países. No relatório, ao qual o Metrópoles teve acesso, o governo norte-americano faz críticas a determinações do comércio brasileiro, como a “taxa das blusinhas”, o Pix e as tarifas adotadas pelo Mercosul.

O documento detalha medidas consideradas “protetivas” pelo governo norte-americano e critica taxas de importação adotadas pelo Brasil. “O Brasil impõe tarifas relativamente altas sobre as importações […] incluindo automóveis, autopeças, tecnologia da informação e eletrônicos, produtos químicos, plásticos, máquinas industriais, aço e têxteis e vestuário.”

“O governo brasileiro cobra alíquota fixa de 60% sobre todas as remessas expressas importadas pelo regime de Desembaraço Aduaneiro Simplificado. O regime de Desembaraço Aduaneiro Simplificado limita as remessas comerciais a US$ 100.000 por importador por ano. Além disso, a Receita Federal brasileira estabeleceu limites máximos de valor por remessa para entregas expressas de US$ 10.000 para exportações e US$ 3.000 para importações”, diz o relatório.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Mais de 60 alunos participam de graduação de jiu-jitsu em Água Boa
Continuar lendo

AGUA BOA

VALE DO ARAGUAIA

MATO GROSSO

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA