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TRÁFICO

Polícia Civil localiza depósito de drogas enterrado em meio a mata em Canarana

Investigações apontam que entorpecente seriam distribuídos em diversos pontos de comércio de drogas no município.

Publicado em

 / PJC-MT

Um esquema de armazenamento de drogas em meio à mata foi desarticulado pela Polícia Civil, na segunda-feira (13.4), em investigações conduzidas pelos policiais da Delegacia de Canarana que resultaram na prisão em flagrante de dois traficantes.

Os suspeitos foram surpreendidos no momento em que faziam a retirada do entorpecente do local e foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Segundo as investigações, a droga apreendida seria distribuída em diversos pontos da cidade.

A desarticulação do esquema ocorreu a partir de denúncias que fundamentaram dias de monitoramento e ações de inteligência voltadas ao combate ao tráfico de drogas no município.

Durante os trabalhos, os policiais identificaram um ponto de mata fechada utilizado como depósito clandestino. Para ocultar o material ilícito, os criminosos utilizavam um tambor enterrado tentando escapar da fiscalização.

Em continuidade ao monitoramento da área, equipes da Polícia Civil flagraram, na tarde de segunda-feira (13), o momento em que suspeitos em uma motocicleta utilizavam ferramentas (enxadão) para escavar e recuperar os entorpecentes ocultos no solo.

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Diante das evidências, os policiais realizaram a abordagem dos suspeitos e apreenderam dois quilos de maconha, balanças de precisão e material para embalo da droga.

No momento da abordagem, os traficantes tentaram fugir, mas foram detidos pelos policiais e encaminhados à Delegacia de Canarana, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

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Policial

Quatro suspeitos de fazer família refém para roubar banco são presos

Crime aconteceu no fim de junho de 2025 em Cuiabá; um dos suspeitos morreu em confronto com a Polícia Militar.

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/ Rd News

O grupo que invadiu uma casa, vizinha de uma unidade do banco Sicoob, localizado no bairro Recanto dos Pássaros, em Cuiabá e fez uma família refém para tentar roubar a agência, foi alvo da Operação Passagem Oculta, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) nesta quinta-feira (16). Quatro pessoas foram presas.

Segundo a Polícia Civil, nesta quinta, são cumpridas 12 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande, sendo quatro mandados de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, pessoal e veicular itinerante, e quatro quebra de sigilo de dados. As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá

O crime aconteceu na madrugada do dia 30 de junho. Como informado na época, o grupo invadiu uma casa do bairro Recanto dos Pássaros que fazia divisa estrutural com a agência do Sicoob. Na ocasião, três moradores da residência foram mantidos em cárcere privado por aproximadamente quatro horas, mediante emprego de arma de fogo.

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O objetivo do grupo criminoso era abrir uma passagem na parede divisória e subtrair valores estimados em até R$ 1 milhão. A ação criminosa foi parcialmente frustrada após intervenção da Polícia Militar, que foi recebida a tiros pelos suspeitos.

No tiroteio, um membro do grupo criminoso acabou baleado. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e confirmou a morte do homem ainda no local. Outro foi preso em flagrante, sendo posteriormente denunciado e condenado em processo autônomo.

Investigações e mandados

A partir do aprofundamento das diligências investigativas, a GCCO identificou a participação estruturada de outros quatro integrantes da organização, cada qual com função específica — execução, logística, transporte e vigilância.

As condutas foram tipificadas como roubo circunstanciado majorado pelo emprego de arma de fogo, restrição de liberdade de vítimas e pelo concurso de pessoas. Diante das evidências, o delegado responsável pelas investigações, Igor Sasaki, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, que foram deferidas pela Justiça.

As prisões preventivas decretadas com fundamento nos arts. 312 e 313, inciso I, do Código de Processo Penal, para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e asseguramento da aplicação da lei penal, diante da gravidade concreta da conduta, do elevado grau de planejamento e da habitualidade delitiva de parte dos investigados.

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